[Câncer Colorretal] L.D.l.

Aprendendo com Você
  • Instituto Oncoguia - Comece fazendo uma breve apresentação sobre você? idade, profissão, se tem filhos, casadoa, onde você mora... L.D.l. - Tenho 33 anos, veterinária, uma filha de 2 anos e casada.
  • Instituto Oncoguia - Como foi que você descobriu que estava com câncer? Você apresentou sinais e sintomas do câncer? Quais? L.D.l. -

    Desde que desmamei a minha filha, não ganhava mais peso e tinha diarreia e enjoos constantes. Em 2024, na primeira médica que eu fui, solicitei uma colonoscopia e ela disse que não precisava. Mandou eu fazer apenas um exame de fezes em laboratório.

    Não gostei do tratamento e busquei outro médico, que se preocupou com meu peso baixo e meus sinais clínicos. Ele marcou uma endoscopia e uma colonoscopia. Nessa colonoscopia, foi descoberto um pólipo pré-cancerígeno, que foi retirado.

    Em 2025, voltei para acompanhamento e, nessa nova colonoscopia, foi descoberto o tumor — exatamente um ano depois da primeira retirada do pólipo.

    Um mês depois, fiz a cirurgia de retirada subtotal do intestino, e foi identificado um linfonodo alterado, o que deu início ao tratamento com quimioterapia.

  • Instituto Oncoguia - Você enfrentou dificuldades para fechar o seu diagnóstico? Se sim, quais? L.D.l. - A maior dificuldade foi com a primeira médica em acreditar em mim, que tinha algo errado.
  • Instituto Oncoguia - Como você ficou diante do diagnóstico? Quer nos contar o que sentiu, o que pensou? L.D.l. - Foi devastador, mas a equipe de profissionais foi atenciosa e esclareceu tudo. 
  • Instituto Oncoguia - Qual foi a sua maior preocupação neste momento? L.D.l. - Com a minha família, como seria a minha nova rotina...
  • Instituto Oncoguia - Você já começou o tratamento? Em que parte do tratamento você se encontra nesse momento? Se já finalizou, conte-nos um pouco sobre como foi enfrentar todos os tratamentos? L.D.l. - Estou no segundo ciclo da quimioterapia, de 4 ciclos.
  • Instituto Oncoguia - Em sua opinião, qual é/foi o tratamento mais difícil? Por quê? L.D.l. - a minha concepção, a pior parte foi a cirurgia. Apesar de ser minimamente invasiva, trata-se de um procedimento de grande porte, que limita bastante fisicamente.
  • Instituto Oncoguia - Você sentiu algum efeito colateral do tratamento? Como lidou com isso? O que te ajudou? L.D.l. - Pouca reação a quimioterapia. 
  • Instituto Oncoguia - Como foi/é a sua relação com seu médico oncologista? L.D.l. - Tanto o onco cirurgião quanto a onco clínica são médicos excelentes, com uma abordagem moderna, que busca adequar essa nova rotina à nossa vida real.
  • Instituto Oncoguia - Você se relacionou com outros profissionais? Se sim, quais e por quê? L.D.l. - Sim, psicóloga e nutricionista oncológica. 
  • Instituto Oncoguia - Você fez ou faz acompanhamento psicológico? Se sim, conte-nos um pouco sobre a importância desse profissional nessa fase da sua vida. L.D.l. - Sim, já faço já tem mais de 15 anos e certamente ajudou a enfrentar esse momento, dando ferramentas para lidar com os piores momentos. 
  • Instituto Oncoguia - Como está a sua vida hoje? L.D.l. - Em adaptação... 
  • Instituto Oncoguia - Você continua trabalhando ou parou por causa do câncer? L.D.l. - Durante a recuperação cirúrgica, parei sim, e nas quimioterapias, segui trabalhando remotamente.
  • Instituto Oncoguia - Que orientações você daria para alguém que está recebendo o diagnóstico de câncer hoje? L.D.l. - Procurar ajuda psicológica e profissionais em quem confiam. 
  • Instituto Oncoguia - O que você acha que deveria ser feito para melhorar a situação do câncer no Brasil? Deixe um recado para os políticos brasileiros! L.D.l. - Melhor acesso a informação e melhor apoio no SUS ao paciente e sua família. 
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