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[CÂNCER DE MAMA] Maria de Fátima

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/04/2015 - Data de atualização: 29/04/2015


Maria de Fátima, diagnosticada com câncer de mama, nos enviou este depoimento a fim de dividir sua experiência e, quem sabe, ajudar outras pessoas que estejam passando pela mesma experiência.

Leia abaixo a história de Maria de Fátima.

Meu nome é Maria de Fátima Camargo Viana  tenho 41 anos sou técnica de enfermagem sou casada tenho uma filha se 14 anos e moro m Novo Hamburgo  Rio Grande do Sul  ,    gosto   de ler nesse momento sobre o câncer de mama metastático e de cantar pois faço canto coral e também cuido de alguma maneira o meu lado espiritual pois acho isso de grande importância.
 
O meu câncer foi diagnosticado a um ano em outubro de 2013 , me senti muito desamparada e frágil, mas com esperanças da cura. Minha preocupação maior foi com minha filha com 14 anos, de não poder acompanhar o crescimento dela e também com meu marido.
   
A metástase surgiu mais ou menos duas semanas após o diagnóstico, quando estava fazendo os exames pré operatórios para fazer mastectomia.

Aí meu chão sumiu achei que ia morrer,  minha preocupação era de a minha filha e meu marido ficarem bem e não sofrerem todo o processo da doença junto comigo.
Eu já sabia o como era a doença e o que era metástase. 

Meu oncologista conversou comigo de forma clara mas com sensibilidade, decidiu meu tratamento em conjunto com minha mastologista e explicou todo o processo que iria ocorrer comigo. 

Tenho carcinoma ductal invasivo. Estou usando faslodex, e não tenho efeitos colaterais. 
Tive efeitos colaterais durante a quimioterapia vários: vômito, dor nas articulações,  insônia, feridas na boca e gosto metálico na boca.
Tentei seguir as dicas  dadas pelo oncologista   para minimizar os efeitos colaterais, mas foi sem sucesso. 

Converso com meu oncologista sobre os efeitos colaterais,  fiquei com meus olhos sensíveis a luz e lacrimejando durante dois meses e isso foi muito ruim. 
Não reportei os efeitos colaterais para o laboratório, não tinha me dado conta desta importância. 

Acho que conheço basicamente meus direitos, e nunca precisei colocar algum em prática. 
Não enfrentei nenhum problema para iniciar o tratamento.
Agora enfrento o fato de ter uma doença crônica de maneira mais natural, mas no começo foi muito difícil aceitar e compreender através da informação o que realmente 
significa. Sinto falta de encontrar outras pessoas com a mesma doença, pois parece que se escondem com medo do preconceito que existe. Ajudaria se pudéssemos divulgar e falar sobre o câncer de mama metastático,  assim como falamos do câncer de mama e sua cura e prevenção. 

Eu diria para quem recebe hoje o diagnóstico para não se desesperar, mas se informar e lutar com toda as forças,  para continuar a viver com qualidade. 
O câncer não me deu nenhum tipo de limitação. Continuo trabalhando. 

Conto com apoio de nutricionista, uma vez por mês, psicólogo duas vezes ao  mês e psiquiatra uma vez ao mês, preciso de todos eles para manter minha vida estável. 
As coisas mais difíceis causadas pela doença foram os efeitos colaterais, a falta de informação no início e a  mudança da minha vida .

O que me ajuda a enfrentar a doença é minha fé, minha família e minha vontade de viver.

O Oncoguia já faz um trabalho maravilhoso e sempre que preciso ou tenho uma dúvida procuro o site , mas poderiam  colocar pacientes de uma mesma cidade em contato, para se conhecerem se unirem para divulgar o trabalho do Oncoguia para aquelas pacientes que não têm acesso à informação .

A página está maravilhosa com muita informação, mas precisamos achar uma forma de levar esta informação às pacientes que não têm nenhum tipo de acesso. Se cada uma de nós nos comprometermos a informar  uma pessoa que não tem acesso, o trabalho do Oncoguia se tornará gigantesco.


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