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Cirurgia para Tumores Pituitários

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 22/01/2014 - Data de atualização: 04/06/2017


O principal tratamento dos tumores pituitários é a cirurgia. O tipo de cirurgia depende do tipo de tumor, localização, tamanho e se disseminou para os tecidos adjacentes.

Os principais tipos de cirurgia são:

  • Cirurgia Transesfenoidal

É a técnica cirúrgica mais comum para retirar os tumores pituitários. Este procedimento é realizado através do seio esfenoidal. Para esta abordagem, o neurocirurgião faz uma pequena incisão ao longo do septo nasal ou sob o lábio superior.


Uma abordagem mais recente é a utilização de um endoscópio, um cateter de fibra ótica com uma lente pequena na extremidade. Nesta abordagem, não é necessária a incisão abaixo do lábio superior ou na parte anterior do septo, porque o endoscópio permite ao cirurgião ver também através da pequena incisão feita na parte posterior do septo nasal, por onde passam os instrumentos para alcançar a glândula pituitária e retirar o tumor. A utilização desta técnica é limitada pela posição do tumor e pela forma do osso esfenoide.

A abordagem transesfenoidal tem muitas vantagens. Nenhuma parte do cérebro é tocada durante o procedimento, portanto, a possibilidade de dano ao cérebro é muito baixa. Também não há nenhuma cicatriz visível. Mas é difícil a remoção de grandes tumores. As taxas de cura são altas. Se o tumor é grande ou se desenvolveu nas estruturas vizinhas, as possibilidades de cura são mais baixas e as chances de lesões no cérebro, nervos e vasos sanguíneos são maiores.

  • Craniotomia

A craniotomia é menos comum, porém necessária para tumores maiores. Nesta abordagem, a cirurgia é realizada através de uma abertura na parte frontal e lateral do crânio. A craniotomia é mais segura para lesões grandes e complexas, pois proporciona uma melhor visualização e controle de importantes estruturas como nervos e vasos sanguíneos.

Tanto para a craniotomia, como para a cirurgia transesfenoidal, o procedimento pode ser planejado por ressonância magnética ou tomografia computadorizada para ajudar a estabelecer a melhor abordagem cirúrgica.

Como regra geral para os tumores pituitários, quanto maior e mais invasivo o tumor, menor a probabilidade de ser curado cirurgicamente. Os tumores menores são mais facilmente tratados com cirurgia.

Possíveis Efeitos Colaterais

A cirurgia da glândula pituitária é um procedimento importante, e os cirurgiões são muito cuidadosos para tentar limitar quaisquer problemas durante ou após o procedimento. Complicações durante ou após a cirurgia, como hemorragias, infecções ou reações à anestesia são raros, mas podem ocorrer. A maioria dos pacientes que fazem a cirurgia transesfenoidal sentirá dor de cabeça e congestionamento nasal por até uma ou duas semanas após a cirurgia.

Se a cirurgia provocar danos às grandes artérias, ao tecido cerebral próximo ou aos nervos próximos da hipófise, em casos raros pode resultar em dano cerebral, acidente vascular cerebral ou cegueira.

Diabetes insipidus pode ocorrer logo após a cirurgia, mas geralmente melhora por conta própria dentro de 1 a 2 semanas após a cirurgia. Se for persistente, pode ser tratada com spray nasal de desmopressina.

Danos ao resto da glândula pituitária podem provocar outros sintomas por falta de hormônios. Isso é raro após a cirurgia de pequenos tumores, mas pode ser inevitável no caso de alguns macrotumores maiores. Se os níveis de hormônios pituitários estiverem baixos após a cirurgia, podem ser tratados com medicamentos para substituir a falta de produção.

Fonte: American Cancer Society (17/12/2014)


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