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Radioterapia para Tumores Pituitários

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 22/01/2014 - Data de atualização: 04/06/2017


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (Raios X ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia).

A radioterapia pode ser recomendada quando a cirurgia não é uma opção de tratamento, para tumores remanescentes, para recidivas ou para aliviar sintomas que não melhoram com medicamentos.

O tratamento pode ser administrado com a radioterapia convencional ou com técnicas mais recentes. A radioterapia externa ou radioterapia convencional consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. O tratamento é realizado cinco vezes na semana, durante um período de algumas semanas.

Esta terapia pode ser muito eficaz, mas tem algumas desvantagens:

  • Funciona lentamente, por isso pode levar meses ou anos antes que o crescimento do tumor e/ou produção dos hormônios seja totalmente controlado.
  • Pode danificar o restante da hipófise normal. Na maioria dos casos, a glândula pituitária para de funcionar com o tempo, sendo necessário o tratamento com hormônios.
  • Pode danificar algum tecido normal do cérebro, especialmente próximo da glândula pituitária, o que poderia afetar algumas funções mentais no futuro.
  • Os nervos óticos podem ser danificados, resultando em problemas de visão.
  • A radiação pode aumentar o risco de desenvolver um tumor cerebral no futuro, embora este risco seja baixo.

Estes riscos podem ser menores com o uso de técnicas mais precisas, como a radioterapia de intensidade modulada, a radiocirurgia estereotáxica ou a radioterapia com feixe de prótons. O uso destas técnicas pode ser limitado por alguns tumores que estão próximos aos nervos óticos.

  • Radioterapia de Intensidade Modulada. A radioterapia de intensidade modulada (IMRT) permite a conformação da radiação para o contorno da área alvo e utiliza múltiplos feixes de radiação angulares e de intensidades não uniformes, possibilitando um tratamento concentrado na região do tumor. A IMRT permite isolar perfeitamente a área do tumor a ser tratada, possibilitando a utilização de uma alta dose de radiação no tumor alvo, com menor efeito sobre as células sadias, além de reduzir a toxicidade do tratamento. Com esta técnica é possível avaliar a distribuição de dose em todo o órgão alvo, reduzindo as áreas de alta dose e tornando a distribuição mais homogênea.

  • Radiocirurgia Estereotáxica. A cirurgia estereotáxica ou radiocirurgia é outro meio de utilização da radioterapia para tratamento dos tumores do olho. Não é uma cirurgia propriamente dita, mas uma aplicação precisa e muito bem focalizada da radiação. O tecido normal, que fica em volta do tumor, recebe pouca ou nenhuma radiação. A técnica mais utilizada é conhecida como gama knife, que utiliza um tipo de capacete especial, para manter a cabeça na posição correta. A localização do tumor é feita com o auxílio da tomografia computadorizada ou ressonância magnética. É um procedimento indolor, externo, sem sangramento ou risco de infecção. Durante o tratamento, o paciente permanece deitado, podendo ser utilizadas medicações para o relaxamento. A radiocirurgia estereotáxica normalmente libera a dose de radiação total em uma única sessão. Às vezes os médicos administram a dose fracionada, o que é denominado radiocirurgia fracionada ou radioterapia estereotáxica fracionada.

  • Radioterapia com Feixe de Prótons. Este tipo de radioterapia utiliza uma abordagem semelhante, só que em vez de raios X são utilizados feixes de prótons. Ao contrário dos raios X que liberam energia durante seu trajeto, os prótons causam pouco dano aos tecidos que atravessam, liberando sua energia no órgão alvo. Não é um tratamento padrão para tumores pituitários. Ainda são necessários mais estudos para avaliar se é mais seguro ou mais eficaz do que a radiocirurgia estereotáxica.

Fonte: American Cancer Society (17/12/2014)


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