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Tratamentos do Câncer de Boca e Orofaringe

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 11/04/2015 - Data de atualização: 23/01/2020


Após o diagnóstico e estadiamento do câncer, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. É importante ter tempo e poder avaliar todas as possibilidades terapêuticas. A decisão por determinado tipo de tratamento leva em conta o estado de saúde geral do paciente, o tipo de tumor, o estadiamento, as chances de cura da doença, e do eventual impacto do tratamento sobre importantes funções como fala, mastigação e deglutição.

As principais opções de tratamento para o câncer de boca e orofaringe são cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia alvo, imunoterapia e tratamento paliativo, que podem ser realizados isoladamente ou em combinação, dependendo do estágio e da localização do tumor. Em geral, a cirurgia é o primeiro tratamento para o câncer de boca e pode ser seguido por radioterapia ou quimioterapia, que podem ser administradas de forma isolada ou combinadas.

Com base no estadiamento e localização do tumor, uma equipe multidisciplinar pode ser necessária, incluindo oncologista, otorrinolaringologista, cirurgião de cabeça e pescoço e radiooncologista. Mas, muitos outros profissionais de saúde podem estar envolvidos no seu atendimento, como enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, psicólogos, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde.

É importante discutir todas as opções de tratamento, incluindo metas e possíveis efeitos colaterais, com os médicos para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapta às suas necessidades.

Tomando decisões sobre o tratamento. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às suas necessidades. Alguns itens devem ser considerados, como idade e expectativa de vida, outras condições de saúde, estadiamento da doença, se a cirurgia pode (ou não) retirar todo o tumor, e, probabilidade de cura da doença. Se possível, procure uma segunda opinião. Isso pode lhe trazer mais informações e ajudá-lo a se sentir mais confiante sobre o tratamento que escolher.

Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, podem ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser indicados para todos. Se você quiser saber mais sobre os estudos clínicos que podem ser adequados para você, converse com seu médico.

Considerando métodos complementares e alternativos. Estes métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados ​​junto com seu atendimento médico regular. E os tratamentos alternativos são usados ​​em vez do tratamento médico. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia alternativa.

Escolhendo interromper o tratamento. Para algumas pessoas, quando os tratamentos não estão mais controlando o câncer, pode ser hora de pesar os benefícios e riscos de continuar a tentar novos tratamentos. Se você continuar (ou não) o tratamento, ainda há coisas que você pode fazer para ajudar a manter ou melhorar a sua qualidade de vida. Algumas pessoas, especialmente se a doença está avançada, podem não querer serem tratadas. Existem muitas razões pelas quais você pode decidir querer interromper o tratamento, mas é importante conversar com seus médicos antes de tomar essa decisão. Lembre-se de que mesmo se você optar por não tratar o câncer, você ainda pode receber cuidados de suporte para ajudar com a dor ou outros sintomas.

Fonte: American Cancer Society (09/03/2018)



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