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Biópsia para diagnóstico do rabdomiossarcoma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/07/2013 - Data de atualização: 05/05/2021


Os sintomas e os resultados dos exames de imagem e de sangue podem sugerir que uma pessoa tenha rabdomiossarcoma, mas o diagnóstico só pode ser confirmado por uma biópsia, que é o procedimento no qual o médico remove uma amostra de tecido para análise.

Os principais tipos de biópsias usados para o rabdomiossarcoma são:

  • Biópsia cirúrgica. É um procedimento realizado no centro cirúrgico durante a cirurgia e tem a grande vantagem de permitir o estudo por congelação de amostras durante o procedimento, o que possibilita ao cirurgião garantir maior segurança nos limites de ressecção e as margens de segurança da lesão. Se a margem ainda tiver doença, o cirurgião avança um pouco mais e o congelamento se repete até que as margens cirúrgicas estejam livres de doença. Em alguns casos, os linfonodos próximos também podem ser retirados para verificar se a doença se disseminou.
  • Biópsia de fragmento com agulha (core biopsy). Consiste na retirada de fragmentos de tecido com uma agulha de calibre um pouco mais grosso que da punção aspirativa por agulha fina (PAAF) acoplada a uma pistola especial. O posicionamento da agulha de biópsia poderá ser guiado por ultrassom. A principal vantagem dessa técnica é que não requer cirurgia. Dependendo da localização do tumor, pode ser necessária anestesia geral, mas a maioria dos procedimentos é realizada apenas com anestesia local.
  • Punção aspirativa por agulha fina (PAAF). Consiste na remoção de uma amostra de células do tecido suspeito. A PAAF é um procedimento rápido e pode ser realizado com anestésico local, embora normalmente não seja necessário. É usada uma agulha acoplada a uma seringa para aspiração e o posicionamento da agulha é guiado por ultrassom. A coleta do material é realizada com movimentos de vai-e-vem da seringa. O procedimento poderá ser repetido diversas vezes até que se obtenha quantidade suficiente de material que, posteriormente, será colocado em lâminas e submetido à análise citológica. Um pequeno curativo será colocado sobre a região puncionada. A PAAF é ideal para tumores perto da superfície do corpo que podem ser alcançados facilmente. A desvantagem desta técnica é que a amostra retirada é muito pequena e, algumas vezes, o patologista pode precisar de uma amostra maior para confirmar o diagnóstico.
  • Biópsia e aspiração da medula óssea. Costumam ser realizadas após o rabdomiossarcoma ser diagnosticado para descobrir se o câncer se espalhou para a medula óssea (as partes internas moles de certos ossos). Os dois testes geralmente são feitos ao mesmo tempo. As amostras são, geralmente, coletadas da parte posterior de ambos os ossos pélvicos (quadril), mas em alguns pacientes podem ser retiradas de outros ossos. Eles podem ser feitos durante a biópsia cirúrgica ou remoção do tumor principal (enquanto o paciente ainda está sob anestesia) ou podem ser feitos como um procedimento separado.
  • Punção lombar. Não é um exame frequente em casos de rabdomiossarcoma, mas pode ser realizada para tumores na cabeça. Este procedimento é utilizado para procurar células cancerígenas no líquido cefalorraquidiano, que envolve o cérebro e a medula espinhal. Neste procedimento, o médico, após anestesiar uma área na parte inferior da coluna vertebral, insere uma agulha entre os ossos da coluna para retirar uma pequena quantidade do líquido.

Exames das amostras de biópsias

As amostras retiradas durante uma biópsia são enviadas para análise em um laboratório de patologia. O objetivo do exame anatomopatológico é a obtenção do diagnóstico por meio da análise das alterações teciduais presentes nas amostras coletadas.

Os patologistas podem colorir partes da amostra para identificar o tipo de tumor. O produto usado para dar tons na amostra contém anticorpos específicos para o rabdomiossarcoma. A coloração obtida pode ser visualizada sob um microscópio, permitindo que o patologista identifique o tipo de tumor.

Se o diagnóstico de rabdomiossarcoma for confirmado, o patologista ainda realizará mais alguns testes para determinar o tipo do rabdomiossarcoma. Isso é importante para definir o tratamento a ser realizado. Por exemplo, o rabdomiossarcoma alveolar, que tende a ser mais agressivo, normalmente requer tratamento mais intenso do que o rabdomiossarcoma embrionário.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Biópsia e Citologia das Amostras.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 16/07/2018, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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