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Muitas pesquisas sobre leucemia mieloide crônica estão em desenvolvimento em laboratórios e estudos clínicos em diversos centros médicos no mundo inteiro.
 
Genética
 
Os pesquisadores fizeram grandes progressos na compreensão de como as mudanças no DNA podem tornar as células normais da medula óssea em células leucêmicas. Esse entendimento sobre as alterações nos genes, que ocorrem frequentemente na leucemia mieloide crônica, fornece informações sobre porque essas células crescem rapidamente, vivem muito tempo, e não conseguem se desenvolver em células sanguíneas normais. Todo esse conhecimento está sendo usado para desenvolver novos medicamentos.
 
Os pesquisadores estão observando também como as alterações específicas dos genes poderiam ser usadas para determinar o tratamento, prever a progressão da doença e desenvolver outros medicamentos no tratamento da leucemia mieloide crônica.
 
Tratamento

  • Combinação da terapia-alvo com outros medicamentos

O imatinibe, dasatinibe, nilotinibe e outros medicamentos inibidores da tirosina quinase que têm como alvo a proteína BCR-ABL mostraram boa resposta, mas isoladamente esses medicamentos não ajudam a todos os pacientes. Estudos atuais estão avaliando os efeitos do uso de doses mais altas desses medicamentos associadas a outros tratamentos, como quimioterapia ou interferon, pode ser melhor do que qualquer um deles sozinhos.
 
Como os inibidores da tirosina quinase mudaram drasticamente o tratamento e os resultados da leucemia mieloide crônica, uma nova área de pesquisa agora é analisar se o tratamento com esses inibidores pode ser interrompido. Ensaios clínicos estão sendo realizados para verificar se isso é possível e o que deve ser feito se a leucemia voltar. Isso também levou os cientistas a procurar melhores formas de definir a remissão molecular, num esforço para tomar decisões sobre a interrupção do tratamento.

  • Novos medicamentos

Como os pesquisadores sabem que uma das principais causas da leucemia mieloide crônica é o gene BCR-ABL e sua proteína, eles conseguiram desenvolver novos medicamentos para agirem contra esse gene. Entretanto, esses medicamentos nem sempre respondem e a leucemia mieloide crônica pode se tornar resistente as tirosinas quinases com o tempo. Os pesquisadores continuam buscando novos medicamentos para o tratamento da leucemia mieloide crônica, especialmente para aquela que não que não responde mais as tirosinas quinases.
 
Em alguns casos, as células da leucemia mieloide crônica desenvolvem uma alteração no oncogene BCR-ABL conhecida como mutação T315I, que as torna resistentes às terapias-alvo usadas atualmente. O ponatinibe é o único inibidor de tirosina quinase que age contra as células mutadas T315I. Novos medicamentos com alvo específico nessa mutação estão sendo estudados.
 
Muitos outros tipos de medicamentos também estão sendo testados em estudos clínicos, como aqueles para imunoterapia. Esses são administrados junto com as tirosina quinase com o objetivo de aumentar a eficácia da resposta do tratamento.

  • Vacinas

As células cancerígenas são diferentes de células normais, então, às vezes, é possível obter alguma reação do sistema imunológico contra elas. Uma maneira de fazer isto é administrar uma vacina contra a doença. Várias vacinas estão sendo estudadas para uso contra a leucemia mieloide crônica. A pesquisa sobre vacinas contra a leucemia mieloide crônica continua em andamento.
 
Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 19/06/2018, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.

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