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Exames para Diagnóstico dos Tumores Pituitários

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 22/01/2014 - Data de atualização: 04/06/2017


Os principais exames realizados para o diagnóstico dos tumores pituitários são:

  • Adenoma Secretor do Hormônio do Crescimento

Se houver suspeita de um tumor na hipófise, os níveis de hormônios no sangue e urina devem ser medidos.

Um dos primeiros passos é verificar se há excesso de produção do hormônio do crescimento. Os níveis de hormônio do crescimento e do fator de crescimento similar à insulina-1 (IGF-1) serão medidos a partir de amostras de sangue colhidas com o paciente em jejum. Se ambos os níveis estão muito elevados, o diagnóstico provável é de um tumor pituitário. Se os níveis estão levemente aumentados, é realizado o exame de supressão da glicose para confirmar o diagnóstico. Se os níveis do hormônio de crescimento permanecem elevados, um adenoma de hipófise pode ser a causa.

  • Adenoma Secretor de Corticotropina (ACTH)

A maioria dos sinais e sintomas dos tumores produtores de ACTH vem do excesso de cortisol. Muito poucas doenças podem levar o organismo a produzir cortisol em demasia. Portanto, pacientes com sintomas sugestivos desta condição devem realizar exames para determinar a possibilidade da presença de um tumor pituitário.

  • Adenoma Secretor de Prolactina

Os níveis de prolactina no sangue também podem ser medidos para verificar a presença de prolactinoma.

  • Adenoma Secretor de Gonadotrofina

Os níveis do hormônio luteinizante (LH) e do hormônio folículo estimulante (FSH) podem ser solicitados para verificar se um paciente tem um tumor secretor de gonadotrofina. Os níveis de hormônios relacionados, como o estrogênio, progesterona e testosterona, muitas vezes são também avaliados.

  • Adenoma Secretor de Tireotropina

Os exames para medir os níveis sanguíneos de TSH e os hormônios da tireoide geralmente podem identificar pacientes com adenoma secretor de TSH.

  • Adenoma Não Funcional (Célula Nula)

Um adenoma pituitário é considerado não funcional se não produz hormônio pituitário. Os níveis hormonais pituitários não estão elevados em pacientes com tumores não funcionais. Às vezes, as taxas sanguíneas de alguns hormônios pituitários podem realmente serem baixas porque o adenoma multiplica as células que normalmente produzem esses hormônios.

  • Exame para Diabetes Insipidus

O diabetes insipidus é causada por dano à parte da hipófise que armazena o hormônio vasopressina (ADH). Esta condição pode ser causada, em casos raros, por macroadenomas e carcinomas, ou por tumores que se originam em algumas partes do cérebro, nervos ou próximos a glândula pituitária. Também pode ser um efeito colateral da cirurgia para o tratamento de tumores pituitários ou tumores próximos à glândula pituitária.

Em muitos casos, este diagnóstico é realizado com exames que medem os níveis de sódio no sangue e osmolalidade (concentração total de sal) do sangue e urina. Se esses exames não forem conclusivos, é realizado um estudo de privação de água, onde o paciente ficará várias horas sem ingerir líquido.

  • Coleta de Sangue Venoso

Os adenomas secretores de corticotropina podem ser muito pequenos para serem visualizados em exames de imagem, como ressonância magnética. Em casos em que o nível do ACTH está elevado, mas a ressonância magnética está normal, pode ser realizado um exame de amostragem venosa para elucidar o diagnóstico.

Neste exame, são inseridos cateteres nas veias da parte interna da coxa, que são guiados até os seios petrosos próximos à base do cérebro. Esses seios comportam duas pequenas veias que drenam o sangue a partir de cada lado da glândula pituitária. Após uma injeção de corticotropina (hormônio do hipotálamo que normalmente secreta ACTH), amostras de sangue são colhidas dos dois lados e comparadas para verificar se o nível de ACTH é maior de um lado do que do outro. Se for, deve se pensar em tumor pituitário.

Fonte: American Cancer Society (17/12/2014)


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