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Causas do Linfoma Não Hodgkin

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/06/2015 - Data de atualização: 11/10/2018


O linfoma não Hodgkin está associado a vários fatores de risco, mas a causa da maioria dos linfomas é desconhecida. Na verdade, isso se deve ao fato que os linfomas são um grupo de diversos cânceres.

Ainda assim, os pesquisadores já fizeram um grande progresso na compreensão de como determinadas alterações no DNA que podem tornar os linfócitos normais em células cancerígenas. As células humanas normais crescem e agem baseadas nas informações contidas nos cromossomos de cada célula. O DNA humano contém 23 pares de cromossomos. O DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas de todas as células. Nós normalmente nos parecemos com nossos pais, porque eles são a fonte do nosso DNA. No entanto, o DNA nos afeta muito mais do que isso.

Alguns genes têm instruções para controlar o crescimento e a divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células à morte no momento certo são denominados genes supressores do tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações no DNA que se transformam em oncogenes ou por desativação dos genes supressores do tumor.

Algumas pessoas herdam mutações do DNA de um pai, aumentando assim o risco para alguns tipos de câncer. Mas, o linfoma não Hodgkin não é um dos tipos de câncer, causados por estas mutações hereditárias. Em outras palavras, não existe um risco aumentado de linfoma em filhos de pacientes com linfoma.

As alterações no DNA relacionadas ao linfoma não Hodgkin são normalmente adquiridas em vida e não herdadas. Mutações adquiridas podem resultar da exposição às radiações, produtos químicos cancerígenos ou infecções, mas muitas vezes essas alterações ocorrem sem qualquer motivo aparente. Elas parecem ocorrer com mais frequência à medida que as pessoas envelhecem, e os linfomas em sua maior parte ocorre em pessoas mais velhas.

As translocações são um tipo de modificação no DNA que pode causar linfoma não Hodgkin. Numa translocação cromossômica, dois cromossomos trocam pedaços de seu DNA. Quando isso ocorre, oncogenes podem ser ligados ou genes supressores de tumor podem ser desligados. Alguns linfomas tendem a ter defeitos cromossômicos específicos. Por exemplo, a maioria dos casos de linfoma folicular tem uma translocação entre os cromossomas 14 e 18, especialmente em torno do oncogene bcl-2. Isso impede que a célula morra no momento certo, o que pode conduzir a um linfoma.

Atualmente, os pesquisadores estão investigando as mudanças exatas que ocorrem nos genes envolvidos no linfoma. Esta informação está sendo utilizada para o desenvolvimento de exames mais precisos para detecção e classificação de determinados tipos de linfoma. Essas descobertas podem, também, ser utilizadas no desenvolvimento de novos tratamentos.

Os pesquisadores estão, também, começando a compreender como essas mutações genéticas ocorrem em pessoas com determinados fatores de risco. Mas, ainda não sabem porque a maioria dos linfomas se desenvolve em pessoas sem fatores de risco aparentes.

Os linfócitos são células do sistema imunológico, por isso, não é surpreendente que as alterações no sistema imunológico parecem desempenhar um papel importante em muitos casos de linfoma.

  • Pessoas com deficiências imunológicas têm maior risco de desenvolver linfoma do que aquelas sem deficiência imunológica.
  • As pessoas com certas doenças autoimunes têm um risco aumentado de desenvolver um linfoma.
  • Pessoas com determinadas infecções crônicas, também, têm um risco aumentado porque o sistema imunológico está constantemente produzindo novos linfócitos para combater a infecção, o que aumenta as chances de erros em seu DNA.

Fonte: American Cancer Society (01/08/2018)



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