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Novidades no Tratamento do Câncer de Colo do Útero

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 30/10/2014 - Data de atualização: 03/07/2017


Muitas pesquisas sobre câncer de colo do útero estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

  • Biópsia do Linfonodo Sentinela

Durante a cirurgia os gânglios linfáticos da pelve podem ser removidos para verificar a disseminação da doença. Em vez de remover os linfonodos, a biópsia do linfonodo sentinela pode ser usada para retirar apenas o linfonodo com mais probabilidade de conter a doença. Nesta técnica um corante azul contendo um marcador radioativo é injetado no tumor e drena para os gânglios linfáticos. Em seguida, durante a cirurgia, os linfonodos que contêm o corante azul e a radiação são identificados e removidos. Estes são os linfonodos com maior probabilidade. Se estes gânglios linfáticos não contêm o câncer, não precisam ser removidos.

Um estudo clínico está avaliando uma forma diferente de realizar a biópsia do linfonodo sentinela. Mapeando os gânglios linfáticos usando robótica (laparoscópica) assistida por sistemas de imagem em infravermelho após injetar o corante indocianina verde (ICG) no colo do útero.

Atualmente, a biópsia do linfonodo sentinela não é um procedimento padrão para o câncer de colo do útero. Os estudos disponíveis sugerem que este tipo de biópsia possa ser útil para o câncer de colo do útero em estágio inicial, mas mais estudos são necessários para verificar se este procedimento deverá se tornar parte do tratamento deste tipo de câncer.

  • Imunoterapia

No câncer, o sistema imunológico não pode controlar o rápido crescimento das células tumorais. Recentemente, novos medicamentos denominados inibidores do ponto de controle imunológico foram desenvolvidos e "redefinem" o sistema imunológico. Verificou-se que eles são ativos no tratamento de um determinado número de tipos de câncer. Sua utilidade no tratamento do câncer de colo do útero ainda é desconhecida, mas estudos clínicos já estão em andamento para avaliar sua eficácia contra este tipo de câncer.

  • Vacinas contra o HPV

As vacinas foram desenvolvidas para prevenir a infecção com alguns dos tipos de HPV associados ao câncer de colo do útero. Atualmente, as vacinas disponíveis são destinadas à imunização do HPV que provoca cerca de 90% dos canceres de colo do útero. Estão em andamento estudos para verificar em quanto essas vacinas reduzirão a incidência de câncer de colo do útero.

As vacinas também estão sendo desenvolvidas para prevenir a infecção com alguns outros tipos de HPV que também causam câncer. Estudos estão sendo realizados para verificar se essas vacinas reduzirão a incidência de câncer de colo do útero.

Algumas vacinas estão sendo estudadas para mulheres com infecções estabelecidas do HPV, com o objetivo de ajudar seus sistemas imunológicos a destruir o vírus e curar a infecção antes que um câncer comece a se desenvolver.

Outras vacinas são destinadas às mulheres com câncer de colo do útero avançado para evitar a recidiva ou metástase. Estas vacinas visam produzir uma reação imune às partes do vírus (proteínas E6 e E7) que faz com que as células cancerígenas cresçam de forma anormal. Espera-se que essa imunidade destrua as células cancerígenas ou as impeça de crescer.

  • Terapia Alvo

Os medicamentos alvo funcionam de forma diferente das drogas utilizadas na quimioterapia convencional, e podem ter efeitos colaterais diferentes. Estes medicamentos podem ser usados sozinhos ou como parte do tratamento quimioterápico.

O pazopanib é uma terapia alvo que bloqueia o efeito de determinados fatores de crescimento nas células cancerígenas. Alguns estudos mostraram que esse medicamento aumentou a sobrevida de pacientes com câncer de colo do útero avançado.

  • Hipertermia

Algumas pesquisas indicam que a adição de hipertermia à radioterapia pode impedir a recidiva. A hipertermia é um tratamento que eleva a temperatura na área do tumor, na maioria das vezes usando antenas de radiofrequência colocadas em torno do paciente.

Fonte: American Cancer Society (05/12/2016)

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