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Inibidores de Aromatase para Reduzir o Risco de Câncer de Mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 06/10/2014 - Data de atualização: 24/07/2020


Os inibidores de aromatase podem ser uma opção para as mulheres que têm um risco acima da media para câncer de mama, que estão considerando a administração de algum medicamento para diminuir ser risco alternativamente ao uso do tamoxifeno e do raloxifeno.

Inibidores de aromatase

Os inibidores de aromatase reduzem os níveis de estrogênio, bloqueando uma enzima no tecido adiposo (denominada aromatase) por modificar outros hormônios para estrogênio.

Esses medicamentos não impedem os ovários de produzir estrogênio. Eles apenas reduzem os níveis de estrogênio em mulheres cujos ovários não estão produzindo esse hormônio.  Por essa razão, são usadas ​​principalmente em mulheres que já passaram a menopausa.

Os medicamentos desta classe incluem:

  • Anastrozol.
  • Exemestano.

Os inibidores da aromatase são administrados via oral uma vez por dia.

Os inibidores de aromatase são usados ​​principalmente no tratamento do câncer de mama receptor de hormônio positivo. Mas alguns estudos mostraram que o anastrozol e o exemestano também podem reduzir o risco de câncer de mama em mulheres na pós-menopausa que têm um risco aumentado para a doença.

Esses medicamentos ainda não tem aprovação para uso na prevenção do risco do câncer de mama. No entanto, alguns grupos de especialistas os incluem como opções, junto com o tamoxifeno e o raloxifeno, para a redução do risco de câncer de mama em mulheres na pós-menopausa com risco aumentado para a doença. Por exemplo, eles podem ser uma opção para as mulheres que têm um risco aumentado de formação de coágulos sanguíneos e, que não devem tomar tamoxifeno ou raloxifeno.

Quando usados para diminuir o risco de câncer de mama, esses medicamentos geralmente são administrados diariamente, por 5 anos.

Riscos e efeitos colaterais dos inibidores de aromatase

Os efeitos colaterais mais frequentes dos inibidores de aromatase são sintomas da menopausa, como ondas de calor, sudorese noturna e secura vaginal.

Esses medicamentos também podem provocar dor muscular e articular. Esse efeito colateral pode ser suficientemente importante para fazer com que algumas mulheres parem de tomar esses medicamentos.

Ao contrário do tamoxifeno e do raloxifeno, os inibidores de aromatase tendem a acelerar o desgaste ósseo, o que pode levar à osteoporose.

Os inibidores de aromatase podem aumentar o colesterol. As mulheres com doença coronariana pré-existente que tomam um inibidor de aromatase podem ter um risco aumentado para problemas cardíacos.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 10/10/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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