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Biópsia dos Linfonodos para Câncer de Próstata

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/06/2014 - Data de atualização: 29/07/2019


Na biópsia do linfonodo, também conhecida como dissecção linfonodal ou linfadenectomia, um ou mais linfonodos são removidos para verificar se contém células cancerígenas. Esse procedimento não é feito com muita frequência para o câncer de próstata, mas pode ser usado para verificar se a doença se disseminou para os linfonodos próximos.

Biópsia durante a cirurgia para o câncer de próstata

O cirurgião pode retirar os linfonodos da pélvis durante a cirurgia de remoção da próstata, que é conhecida como prostatectomia radical.

Se houver uma chance do tumor ter se disseminado, com base em alguns parâmetros, como um alto nível do PSA ou uma pontuação alta de Gleason, o cirurgião poderá remover alguns linfonodos antes de retirar a próstata.

Às vezes, os linfonodos são examinados, imediatamente, durante o procedimento cirúrgico, enquanto o paciente está sob anestesia, isso permite que o cirurgião decida se deve (ou não) continuar com a prostatectomia radical. Esse procedimento é denominado exame de congelação, porque a amostra de tecido é congelada e fatiada para visualização sob um microscópio por um patologista. Se os linfonodos contiverem células cancerígenas, a cirurgia pode ser suspensa. Isso pode acontecer se o cirurgião achar que a remoção da próstata dificilmente curaria a doença.

Mais frequentemente (especialmente se a chance de disseminação do tumor é baixa), o exame de congelação não é realizado. Em vez disso, os linfonodos e a próstata são retirados e enviados para análise em um laboratório de patologia.

Biópsia do linfonodo como um procedimento separado

A biópsia dos linfonodos raramente é realizada como um procedimento separado. Às vezes, é feita quando a prostatectomia radical não está planejada, como no caso de alguns homens que optam pela radioterapia, mas quando ainda é importante saber se os linfonodos contêm câncer. As técnicas de biópsia utilizadas incluem:

  • Biópsia laparoscópica. Um laparoscópio é um tubo longo e fino com uma pequena câmara de vídeo na extremidade, que é inserido através de uma pequena incisão no abdome para permitir a visualização e remoção dos linfonodos. Nesse procedimento são ressecados todos os linfonodos ao redor da glândula prostática, e são enviados para análise de um patologista. Esse procedimento não é comum, mas é usado para verificar o comprometimento dos linfonodos quando não está prevista a realização da prostatectomia radical.
     
  • Punção aspirativa por agulha fina. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) consiste na remoção de uma amostra de tecido da próstata para exame. A PAAF é realizada quando é evidenciado aumento do tamanho dos nódulos linfáticos na tomografia computadorizada ou na ressonância magnética. A PAAF é um procedimento rápido e pode ser realizado sob anestesia local. O posicionamento da agulha é comumente guiado por tomografia computadorizada. A coleta do material é realizada com movimentos de vai-e-vem da seringa, até se obter uma quantidade suficiente de material para análise no laboratório de patologia.

Fonte: American Cancer Society (15/05/2017)



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