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  • Fabiana Fena - Linfoma Não Hodgkin
    "Embora eu tivesse o histórico da minha mãe, há cerca de vinte anos, com um câncer semelhante e diagnóstico tardio que evoluiu para leucemia, receber esse resultado foi um choque."

Sou Fabiana, conhecida por muitos como Bia, Fabi ou simplesmente Fá. Descobri no final de maio deste ano que estou com linfoma não Hodgkin. A princípio, a biópsia indicou um linfoma de baixo crescimento, sem necessidade de quimioterapia ou outro tratamento, apenas acompanhamento médico. No entanto, com a ampliação da amostra e o resultado do PET scan, foi verificado estágio avançado e o diagnóstico foi reclassificado como linfoma folicular, estádio III, com encaminhamento imediato para o início da quimioterapia.

Embora eu tivesse o histórico da minha mãe, há cerca de vinte anos, com um câncer semelhante e diagnóstico tardio que evoluiu para leucemia, receber esse resultado foi um choque. Eu vivia um ano de muitas resoluções. Minhas filhas estavam mais autônomas, eu iniciara um MBA, estava em transição de carreira, dando palestras, pleiteando um novo cargo com mais propósito e construindo metas sólidas com meu companheiro. A notícia chegou como um lembrete da nossa falibilidade.

Iniciei o tratamento com resiliência e confiança nos melhores resultados. Porém, ao completar o quarto ciclo há cerca de uma semana, tenho me sentido fraca e com menos certezas do que antes. Ainda assim, sigo com fé na cura, nos desígnios de Deus e na fortaleza da minha essência, que levanto sempre que preciso.

 

 


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