Programação do VII Fórum Oncoguia
Dia 27 de Junho de 2017
08:00 - 08:30. Credenciamento
8:30 - 8:45. Abertura do 7° Fórum Oncoguia
Luciana Holtz, Presidente Instituto Oncoguia
8:45 - 9:30. Palestra: Oportunidades e desafios para atenção oncológica no Brasil
Prof. Dr. Paulo Hoff, diretor ICESP e do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês
9:30 - 11:00
Mesa 1: Desafios para garantirmos um diagnóstico rápido e de qualidade
Proposta da discussão: Uma das maiores angústias de um paciente, em alguns casos já com sinais e sintomas de câncer, é ficar esperando ou até mesmo de ser esquecido nas filas para consultas, exames ou outros procedimentos no SUS. Acreditamos que se o paciente souber quando e onde será o atendimento, se houver transparência e respeito das filas, podemos garantir o diagnóstico precoce de um câncer, evitar sofrimentos e diminuir custos.
Convidados:
Mesa 2: Conhecendo as demandas das principais sociedades médicas e definindo prioridades
Proposta de discussão: Cada uma das diversas áreas de especialidade médica destinadas ao cuidado do paciente com câncer possui demandas e propostas específicas para o aprimoramento das políticas de atenção oncológica. O objetivo dessa mesa é que todas essas especialidades possam apresentar suas demandas e entregar oficialmente documento com suas propostas ao Ministério da Saúde.
Convidados:
13:00 - 14:00 - Almoço
14:00 - 15:45.
Mesa 3: "Meu SUS não é igual ao seu SUS"
Proposta de discussão: Investigação realizada pelo Instituto Oncoguia, comparando protocolos clínicos de dezenas de hospitais habilitados em oncologia no SUS, constata que o arsenal terapêutico disponível para os oncologistas tratarem seus pacientes varia muito, ficando não raras vezes muito aquém daquilo que é preconizado nas diretrizes do próprio Ministério da Saúde. Por que isso acontece e o que podemos fazer para garantir igualdade e equidade na assistência oncológica são as questões que pretendemos debater nesta mesa.
Apresentação pesquisa: Rafael Kaliks, Instituto Oncoguia
Convidados:
16:15 - 18:00
Mesa 4: Avaliação e Incorporação de Tecnologias do SUS: Precisamos redesenhar a estrutura e as regras para oncologia?
Proposta de discussão: O que precisa acontecer para que a CONITEC seja reconhecida pela sociedade como o único órgão com credibilidade e legitimidade para determinar o que deve ser incorporado no SUS? Mais transparência, critérios de custo-efetividade bem definidos e critérios específicos para Oncologia, redesenho da sua estrutura institucional?
Convidados:
Dia 28 de Junho de 2017
8:30 - 10:00
Mesa 1: "Precisamos responder quatro perguntas para garantir uma assistência oncológica digna e sustentável: "O que? Em que medida? Para quem? Quando?".
Proposta da discussão: Vivemos a era da medicina personalizada, ou de precisão. Na mesma medida em que não é possível nem racional para nenhum sistema de saúde garantir tudo para todos, não podemos aceitar que os avanços científicos da medicina não possam ser usufruídos por todos que deles possam efetivamente se beneficiar. Estabelecida essa premissa, precisamos determinar um pacto social e encontrar um caminho para garantir acesso universal ao tratamento certo, para o paciente certo, na hora certa.
Convidados:
10:00 - 10:30 - Coffee
10:30 - 12:00
Mesa 2: "Acesso a Tratamento adequado da dor, atendimento multidisciplinar e cuidados paliativos".
Proposta da discussão: Pesquisa realizada pelo Instituto Oncoguia aponta que 85% dos pacientes com câncer entrevistado (n = 420) sentem dores de intensidade média a forte, sendo que apenas 17,1% receberam opióides fortes no seu tratamento. Verificou-se também que 55% dos pacientes não falam sobre sua dor aos médicos oncologistas, pois acreditam que a dor faz parte do tratamento, e 80% dizem que a dor afeta no trabalho, sendo um importante fator responsável por afastamentos previdenciários. Inúmeras barreiras concorrem para que essa situação se perpetue. O objetivo dessa mesa é discutir medidas para enfrentar essas barreiras e ampliar o acesso do paciente oncológico ao tratamento para a dor.
Convidados:
12:00 - 13:30 – Almoço
13:30 – 15:15.
Mesa 3: "A Oncologia e o Rol de Procedimentos de Cobertura Obrigatória pelos Planos de Saúde Suplementar".
Proposta de discussão: A Oncologia na Saúde Suplementar convive com modelos diferentes de incorporação de procedimentos de cobertura obrigatória. Algumas tecnologias dependem única e exclusivamente do registro na ANVISA, como é o caso dos antineoplásicos endovenosos; outras, como métodos cirúrgicos e radioterápicos, e medicamentos antineoplásicos de uso oral em domicílio, devem constar expressamente do rol de procedimentos, cuja atualização ocorre somente a cada 2 anos. Esse modelo parece não se justificar mais. Tal como se discute no SUS, é preciso repensar o modelo de incorporação na saúde suplementar para que seja possível garantir a cobertura do procedimento certo, na medida certa, para o paciente certo, na hora certa, sem irracionalidades nem burocracias desnecessárias.
Convidados:
15:15 - 15:45 – Coffee
16:00 – 18:00
Mesa 4: "Direitos dos Pacientes com Câncer".
Proposta da discussão: É sabido que a legislação garante inúmeros benefícios sócio-econômicos ao paciente com câncer, mas será que esses benefícios e outros direitos humanos básicos costumam ser respeitados. Precisamos aprimorar a legislação que trata dos direitos dos pacientes com câncer?
Convidados:
08:00 - 08:30. Credenciamento
8:30 - 8:45. Abertura do 7° Fórum Oncoguia
Luciana Holtz, Presidente Instituto Oncoguia
8:45 - 9:30. Palestra: Oportunidades e desafios para atenção oncológica no Brasil
Prof. Dr. Paulo Hoff, diretor ICESP e do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês
9:30 - 11:00
Mesa 1: Desafios para garantirmos um diagnóstico rápido e de qualidade
Proposta da discussão: Uma das maiores angústias de um paciente, em alguns casos já com sinais e sintomas de câncer, é ficar esperando ou até mesmo de ser esquecido nas filas para consultas, exames ou outros procedimentos no SUS. Acreditamos que se o paciente souber quando e onde será o atendimento, se houver transparência e respeito das filas, podemos garantir o diagnóstico precoce de um câncer, evitar sofrimentos e diminuir custos.
Convidados:
- Clovis Klock - Presidente da Sociedade Brasileira de Patologia, SBP
- Claudio Tafla - Consultor Médico na Saúde Suplementar
- Departamento de Regulação, Avaliação e Controle do Ministério da Saúde - DRAC/MS
Mesa 2: Conhecendo as demandas das principais sociedades médicas e definindo prioridades
Proposta de discussão: Cada uma das diversas áreas de especialidade médica destinadas ao cuidado do paciente com câncer possui demandas e propostas específicas para o aprimoramento das políticas de atenção oncológica. O objetivo dessa mesa é que todas essas especialidades possam apresentar suas demandas e entregar oficialmente documento com suas propostas ao Ministério da Saúde.
Convidados:
- Sérgio Daniel Simon - Presidente Eleito Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, SBOC
- Felipe José Fernández Coimbra - Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, SBCO
- Eduardo Weltman - Presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia, SBRT
- Teresa Cristina Cardoso Fonseca - Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, SOBOPE
- Pascoal Marracin - Presidente da Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer, ABIFICC
- Fábio Franke - Presidente da Aliança Pesquisa Clínica
- Maria Inez Pordeus Gadelha - Chefe de Gabinete Secretaria de Atenção à Saúde – Secretarias - Ministério da Saúde
13:00 - 14:00 - Almoço
14:00 - 15:45.
Mesa 3: "Meu SUS não é igual ao seu SUS"
Proposta de discussão: Investigação realizada pelo Instituto Oncoguia, comparando protocolos clínicos de dezenas de hospitais habilitados em oncologia no SUS, constata que o arsenal terapêutico disponível para os oncologistas tratarem seus pacientes varia muito, ficando não raras vezes muito aquém daquilo que é preconizado nas diretrizes do próprio Ministério da Saúde. Por que isso acontece e o que podemos fazer para garantir igualdade e equidade na assistência oncológica são as questões que pretendemos debater nesta mesa.
Apresentação pesquisa: Rafael Kaliks, Instituto Oncoguia
Convidados:
- Pascoal Marracini - Diretor Presidente da Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer, ABIFCC
- Rodrigo Eloy Arantes - Auditor Federal de Finanças e Controle
- Maria Inez Pordeus Gadelha - Chefe de Gabinete Secretaria de Atenção à Saúde – Secretarias - Ministério da Saúde
- INCA
16:15 - 18:00
Mesa 4: Avaliação e Incorporação de Tecnologias do SUS: Precisamos redesenhar a estrutura e as regras para oncologia?
Proposta de discussão: O que precisa acontecer para que a CONITEC seja reconhecida pela sociedade como o único órgão com credibilidade e legitimidade para determinar o que deve ser incorporado no SUS? Mais transparência, critérios de custo-efetividade bem definidos e critérios específicos para Oncologia, redesenho da sua estrutura institucional?
Convidados:
- Maria José Delgado - Diretora da Interfarma
- Otávio Clarck - Oncologista e Phd em Medicina na Universidade de Campinas
- Vanessa Teich - Especialista em Economia da Saúde
- Cláudio Cordovil Oliveira - PhD, Pesquisador em Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - Departamento de Ciências Sociais
- Maria Inez Pordeus Gadelha - Chefe de Gabinete Secretaria de Atenção à Saúde – Secretarias - Ministério da Saúde
Dia 28 de Junho de 2017
8:30 - 10:00
Mesa 1: "Precisamos responder quatro perguntas para garantir uma assistência oncológica digna e sustentável: "O que? Em que medida? Para quem? Quando?".
Proposta da discussão: Vivemos a era da medicina personalizada, ou de precisão. Na mesma medida em que não é possível nem racional para nenhum sistema de saúde garantir tudo para todos, não podemos aceitar que os avanços científicos da medicina não possam ser usufruídos por todos que deles possam efetivamente se beneficiar. Estabelecida essa premissa, precisamos determinar um pacto social e encontrar um caminho para garantir acesso universal ao tratamento certo, para o paciente certo, na hora certa.
Convidados:
- Luciana Holtz - Presidente do Instituto Oncoguia
- Maria José Delgado - Diretora da Interfarma
- Patricia Prolla - Oncogeneticista
- Sandro José Martins - Coordenador Geral de Atenção Especializada – DAET/SAS/MS
- Raquel Medeiros Lisboa - Gerência Geral de Regulação Assistencial - Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos Diretorias - Agência Nacional de Saúde Suplementar - Agências Reguladoras
10:00 - 10:30 - Coffee
10:30 - 12:00
Mesa 2: "Acesso a Tratamento adequado da dor, atendimento multidisciplinar e cuidados paliativos".
Proposta da discussão: Pesquisa realizada pelo Instituto Oncoguia aponta que 85% dos pacientes com câncer entrevistado (n = 420) sentem dores de intensidade média a forte, sendo que apenas 17,1% receberam opióides fortes no seu tratamento. Verificou-se também que 55% dos pacientes não falam sobre sua dor aos médicos oncologistas, pois acreditam que a dor faz parte do tratamento, e 80% dizem que a dor afeta no trabalho, sendo um importante fator responsável por afastamentos previdenciários. Inúmeras barreiras concorrem para que essa situação se perpetue. O objetivo dessa mesa é discutir medidas para enfrentar essas barreiras e ampliar o acesso do paciente oncológico ao tratamento para a dor.
Convidados:
- Maria Del Pilar Estevez Diz - Coordenadora Médica da Oncologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, ICESP
- Irimar de Paula Posso - Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, SBED
- Daniel Neves Forte - Presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, ANCP
- Sandro Martins - Coordenador Geral de Atenção Especializada, DAET/SAS/MS
12:00 - 13:30 – Almoço
13:30 – 15:15.
Mesa 3: "A Oncologia e o Rol de Procedimentos de Cobertura Obrigatória pelos Planos de Saúde Suplementar".
Proposta de discussão: A Oncologia na Saúde Suplementar convive com modelos diferentes de incorporação de procedimentos de cobertura obrigatória. Algumas tecnologias dependem única e exclusivamente do registro na ANVISA, como é o caso dos antineoplásicos endovenosos; outras, como métodos cirúrgicos e radioterápicos, e medicamentos antineoplásicos de uso oral em domicílio, devem constar expressamente do rol de procedimentos, cuja atualização ocorre somente a cada 2 anos. Esse modelo parece não se justificar mais. Tal como se discute no SUS, é preciso repensar o modelo de incorporação na saúde suplementar para que seja possível garantir a cobertura do procedimento certo, na medida certa, para o paciente certo, na hora certa, sem irracionalidades nem burocracias desnecessárias.
Convidados:
- Raquel Lisboa - Gerente da Diretoria de Normas e Habilitação dos produtos, DIPRO – ANS
- Aneliza Fernandes - Representante Associação Brasileira de Planos de Saúde, ABRAMGE
- Maria José Delgado - Diretora da Interfarma
- Patricia Prolla - Oncogeneticista
- Rodrigo Munhoz - Oncologista Clínico e representante da SBOC
- Felipe José Fernández Coimbra - Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, SBCO
- Eduardo Weltman - Presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia, SBRT
15:15 - 15:45 – Coffee
16:00 – 18:00
Mesa 4: "Direitos dos Pacientes com Câncer".
Proposta da discussão: É sabido que a legislação garante inúmeros benefícios sócio-econômicos ao paciente com câncer, mas será que esses benefícios e outros direitos humanos básicos costumam ser respeitados. Precisamos aprimorar a legislação que trata dos direitos dos pacientes com câncer?
Convidados:
- Evelyn Coelho - Programa Ligue Câncer, Oncoguia
- Aline Albuquerque - Coordenadora do Observatório Pacientes, UNB
- Carolina Abad - Conselheira do Conselho Nacional da Saúde, representante da FEMAMA
- Maria Paula Bandeira - Paciente, Advogada e Agente da Rede Mais Vida