Exame de rastreamento do câncer de próstata não é mais necessário? Entenda
Foto: prostooleh no Freepik
Em meio às campanhas do Novembro Azul, período no qual se intensificam as recomendações para que homens cuidem de sua saúde e busquem o diagnóstico precoce do câncer de próstata, voltou a ganhar força uma discussão sobre a efetividade ou não do rastreamento populacional para a doença, ação na qual homens sem sintomas são orientados a realizar os exames de PSA (de sangue) e de toque retal com o objetivo de detectar eventuais tumores em fase inicial.
Há anos, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (Inca) não recomendam o rastreamento populacional sob o argumento de que estudos científicos verificaram que programas de rastreamento não têm grande impacto na redução de mortalidade pela doença e podem causar danos à saúde do homem. Isso porque parte dos tumores diagnosticados podem ser do tipo indolente, que crescem lentamente e dificilmente se espalham para outros órgãos. Nesses casos, o paciente diagnosticado tem um risco aumentado de passar por um tratamento que seria desnecessário e que pode deixar sequelas como incontinência urinária e disfunção erétil.
Por outro lado, algumas sociedades médicas pontuam que esperar o homem manifestar algum sintoma da doença para orientá-lo a realizar os exames pode ser arriscado, dado que os cânceres de próstata em fase inicial geralmente não dão sinais claros. Assim, não fazer o rastreamento populacional poderia levar a diagnósticos de tumores em fase já avançada, quando as chances de cura são reduzidas e os tratamentos são mais sofridos.
Embora a controvérsia não seja nova, dois fatores fomentaram o debate nos últimos dias. No final de outubro, o Ministério da Saúde e o Inca publicaram uma nota técnica conjunta reafirmando que não recomendam o rastreamento, o que gerou reação de algumas sociedades médicas e especialistas.
Nesta semana, o debate foi parar no X (antigo Twitter) após a veiculação de uma esquete do canal Porta dos Fundos estrelada pelo ator Antônio Fagundes. O vídeo, que já tem mais de 1,4 milhão de visualizações, viralizou ao tratar de forma direta e bem-humorada a necessidade de os homens romperem o preconceito em relação ao exame de toque retal. “Quando é que você vai liberar esse cu aí?”, pergunta o artista na produção, ao se referir à importância do exame. O vídeo foi elogiado por espectadores pelo tom informal, mas criticado por alguns médicos que citaram justamente a recomendação do ministério e do Inca contrária à realização do rastreamento em todos os homens.
Mas afinal, diante das orientações dos órgãos de saúde, os homens não devem mais fazer os exames de rastreamento? Não é bem assim. Mesmo o ministério e o Inca, embora não recomendem campanhas para convocar indivíduos assintomáticos para a realização de PSA e toque retal, sugerem que homens, principalmente aqueles a partir dos 45 anos de idade, procurem um médico para uma avaliação individualizada e discussão sobre a realização ou não dos testes.
“Estudos mostram que os programas de rastreamento universal tiveram pouco impacto na (queda da) mortalidade, isso ainda é objeto de pesquisa, não temos absoluta segurança (de que ele traz mais benefícios do que riscos), então não é recomendado que seja feito de forma indiscriminada, como uma política pública. Mas todo homem, especialmente a partir dos 45 anos, deve se preocupar com sua saúde e procurar um médico que vai orientá-lo sobre os riscos e benefícios dos exames”, diz Roberto de Almeida Gil, diretor-geral do Inca.
Gil esclareceu que a busca por um especialista é ainda mais importante para homens que tenham algum fator de risco, como histórico de câncer de próstata na família, ou que apresentem algum sintoma suspeito. “Durante a consulta, por meio da conversa com o paciente, com os sintomas relatados e com o histórico familiar, as equipes médicas orientarão o paciente sobre a necessidade de realização de exames e poderão encaminhar para um médico urologista quando necessário”, afirmou.
Embora o câncer de próstata não apresente sintomas na maioria dos casos de doença em estágio inicial, alguns pacientes podem ter sinais como:
- Dificuldade para urinar
- Diminuição do jato de urina
- Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite
- Sangue na urina ou no sêmen
Nesses casos, a busca por um médico é obrigatória e o especialista provavelmente recomendará a realização dos exames de PSA e toque retal. A Sociedade Brasileira de Urologia tem entendimento semelhante ao do Ministério da Saúde. Para a entidade, não há, de fato, um consenso científico sobre a efetividade do rastreamento populacional em todos os homens sem sintomas.
Ela aconselha, no entanto, que todos os pacientes a partir dos 50 anos procurem um urologista para discutir individualmente a melhor conduta frente aos riscos e benefícios dos testes. Para pacientes com histórico familiar do tumor ou homens negros, que têm maior risco de desenvolver a doença, esse acompanhamento deve ser iniciado aos 45 anos.
“Reafirmamos que o diagnóstico precoce salva vidas. Um tumor detectado no estágio inicial tem mais de 90% de chance de cura, então, por mais que não haja recomendação de rastreio populacional, o homem precisa ser avisado sobre os benefícios e riscos dos exames para que ele avalie, junto ao médico, se acha que vale a pena fazer. E achamos que, se um homem chega a um posto de saúde, é orientado e manifesta a vontade de fazer os exames, isso deve ser oferecido a ele”, ressalta Alfredo Canalini, presidente da SBU.
Outras sociedades médicas discordam do posicionamento do Ministério da Saúde e afirmam que o rastreamento deveria ser feito por todos os homens entre 50 e 70 anos. “A decisão tem que ser discutida com o paciente, mas, nessa faixa etária, consideramos que a realização do exame tenha mais benefícios do que riscos”, afirma Diogo Assed Bastos, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e oncologista clínico do Hospital Sírio-Libânes.
Ele e outros especialistas lembram que, em 2012, os Estados Unidos deixaram de recomendar a realização de exames de rastreamento para câncer de próstata em qualquer circunstância mas que, seis anos depois, voltaram atrás por terem observado um aumento dos diagnósticos de tumores com metástase. Hoje, o país continua não recomendando um rastreio indiscriminado, mas orienta todos os homens de 55 a 69 anos a buscarem um médico e discutirem os riscos e benefícios dos testes para uma tomada de decisão individualizada.
Os médicos contrários à recomendação do Ministério da Saúde destacam ainda que alguns dos estudos internacionais considerados para afirmar que o rastreamento não reduz mortalidade por câncer de próstata têm limitações e foram contestados.
“No estudo PLCO, por exemplo, metade dos pacientes que estavam no grupo controle, ou seja, aquele que não passaria pelos exames de rastreamento, fizeram o teste de PSA fora do estudo clínico, o que é considerada uma alta taxa de ‘contaminação’ (do resultado do estudo). E 30% dos pacientes no grupo que passou pelo rastreio não fizeram a biópsia recomendada”, explica Walter Henriques da Costa, gerente médico do A.C. Camargo Cancer Center e professor livre docente em uro-oncologia pela Unicamp, afirmando que os dados, portanto, não podem ser considerados como evidência de que o rastreamento não reduz mortalidade.
Os especialistas citam ainda um estudo europeu que mostrou redução de 20% na mortalidade pela doença com programa de rastreamento populacional, mas que também destacou o aumento de risco do chamado overdiagnosis (excesso de diagnósticos, geralmente de casos que não evoluiriam de forma preocupante). A pesquisa europeia é citada pelo Ministério da Saúde em sua nota técnica, mas a pasta também aponta revisões sistemáticas (estudos que analisam um conjunto de pesquisas clínicas) para indicar que a efetividade desses programas não foi comprovada.
Cenário brasileiro
Os especialistas críticos ao posicionamento federal afirmam ainda que, mesmo que os estudos internacionais não sejam conclusivos, é preciso considerar o cenário socioeconômico e cultural do Brasil. A preocupação deles refere-se ao fato de que os homens já procuram menos o médico do que as mulheres e que, especificamente em relação ao exame de toque retal, ainda há resistência. Há preocupação também sobre maior dificuldade de acesso aos exames nas unidades do SUS diante da nota técnica federal.
O presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia, Marcus Simões Castilho, afirmou, em nota, que “contraindicar tal procedimento restringe o acesso e tem potencial de grande prejuízo sobre a população de risco mais elevado, pois pode levar a uma má compreensão sobre o tema”. Para ele, durante anos o País tem feito campanhas para reduzir o preconceito sobre o exame de toque retal e a recomendação federal pode levar a retrocessos.
Além disso, pontuou Castilho, alguns pacientes podem encarar a recomendação pelo não rastreamento como dispensa para buscarem um médico, deixando, assim, de acompanhar outras questões de saúde. “A ida ao urologista constitui em muitos casos a única oportunidade que o paciente comparece ao médico de forma preventiva no Brasil. Várias oportunidades de rastreio de outras condições podem ser perdidas com a contraindicação ao rastreio do câncer de próstata, além da perda das oportunidades de avaliações de outras questões urológicas infecciosas e orientações urológicas e saúde sexual aos pacientes”, pontuou.
Tratamentos menos invasivos
Os médicos e sociedades ressaltam ainda que é preciso esclarecer aos homens que nem todos os pacientes com diagnóstico de câncer de próstata precisarão passar de imediato por tratamentos invasivos. Hoje, diz Costa, estima-se que cerca de 30% dos homens diagnosticados possam ser apenas monitorados, em estratégia conhecida como vigilância ativa, para acompanhar a evolução do tumor.
“Podemos usar exames de imagem, de PSA e biópsia para avaliar se um tumor em fase precoce tem um baixo grau de agressividade. Essa vigilância ativa e periódica reduz o risco de overtreatment (tratamento desnecessário para tumores que não evoluiriam de forma ameaçadora)”, explica o médico do A.C. Camargo.
O que considerar na decisão de fazer ou não os exames de próstata?
Conforme exposto acima, as evidências científicas sobre programas de rastreamento populacional ainda geram controvérsias entre especialistas, o que faz com que outros países, como Estados Unidos e Reino Unido, também desaconselhem o rastreio indiscriminado, mas recomendem a ida ao médico a partir da faixa dos 50 anos para que os riscos e benefícios dos procedimentos sejam discutidos e uma decisão seja tomada de forma individualizada.
Importante pontuar que o câncer de próstata é o segundo tumor que mais mata homens no Brasil – atrás apenas do de pulmão – com 44 óbitos por dia. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura e reduzir o risco de metástase e óbito. No entanto, há, de fato, o risco de um tumor não agressivo ser diagnosticado e o paciente ser submetido, sem necessidade, a tratamentos que podem causar danos à sua saúde, como problemas urinários e sexuais.
Diante disso, o que todos os órgãos de saúde e especialistas concordam e que você deve considerar é que:
- Se você tem 50 anos ou mais, procure um médico da família ou urologista para uma avaliação de saúde e discussão sobre a realização dos exames de PSA e toque retal. A partir dos 70 ou 75 anos (dependendo da avaliação médica), há um consenso de que os exames não são mais considerados necessários para a maioria dos indivíduos;
- Se você faz parte de algum grupo de maior risco, como população negra ou que tem casos de câncer de próstata na família, esse acompanhamento deve ser iniciado antes, aos 45 anos;
- Se a indicação médica for pela realização dos exames, não tenha medo do exame de toque retal, ele é rápido e pode salvar sua vida;
- Para os homens que manifestam algum sintoma suspeito, como dificuldade para urinar ou diminuição do jato de urina: procure um médico, ele provavelmente dirá que no seu caso os exames são obrigatórios;
- Se você tem medo das sequelas de um eventual tratamento desnecessário, mas não quer correr o risco de só descobrir a doença em um estágio mais avançado, saiba que hoje há diferentes abordagens terapêuticas após a detecção de um tumor. Se o câncer tiver baixo grau de agressividade, discuta com seu médico a possibilidade de fazer o acompanhamento do tumor em vez de ir diretamente para uma cirurgia;
- Mesmo para aqueles que tenham o diagnóstico confirmado e a recomendação médica de tratamento, não precisa se desesperar: as técnicas e materiais cirúrgicos evoluíram e não são todos os pacientes que desenvolverão complicações ou sequelas;
- Lembre-se que o acompanhamento médico periódico, principalmente após os 50 anos, é fundamental não só para a detecção precoce do câncer de próstata, mas também para monitorar outros problemas de saúde que são causas comuns de morte na população masculina, como hipertensão, diabetes e obesidade. Coloque isso na sua rotina!
Fonte: CNN

- SBM muda a forma de se comunicar sobre o câncer de mama com a população
- Como o teranóstico está mudando a luta contra o câncer
- Avanço tecnológico influencia abordagens cirúrgicas na urologia oncológica
- Câncer de pele: Uma doença que cresce no Brasil
- Carreta de Mamografia oferece 700 exames gratuitos para mulheres atendidas pelo SUS; saiba como agendar
- Conheça a protonterapia, a novíssima forma de radioterapia contra o câncer
- Mulheres com câncer de mama avançado acumulam dívidas e desafios no tratamento
- Câncer de pâncreas: mais comum que antes, entenda por que ele é desafiador
- Biópsia líquida avalia eficácia de tratamento em câncer de mama
- Por que homens podem desenvolver subtipo mais grave de câncer de sangue
- Os sinais discretos que podem esconder câncer de intestino
- Como a oncologia avançou em 2025 e o que podemos esperar para 2026
- Vape e câncer de pulmão: o que a ciência já sabe da relação
- Guia orienta sobre mudança no rastreamento do câncer de colo do útero
- Carretas de Mamografia iniciam 2026 com ampliação da faixa etária para rastreio do câncer de mama
- O que muda no corpo com sol excessivo e exageros
- IA brasileira analisa câncer de mama em tempo real durante cirurgia
- Brasil é protagonista mundial em cirurgia do câncer
- Alta de câncer de pele em áreas esquecidas do corpo acende alerta
- Biópsia líquida avança como ferramenta para detectar mutações em câncer de pulmão
- Câncer de bexiga: Unicamp descobre pistas em tumores que podem explicar por que tratamento falha em metade dos casos
- Hospital das Clínicas de São Paulo promove campanha de prevenção ao câncer de pele
- Com o verão chegando, esses são os cuidados mais importante com a sua saúde
- Verão intensifica exposição ao sol e aumenta alerta para o câncer de pele
- Câncer de pele: confira orientações, sintomas e mitos sobre a doença
- Acesso à fisioterapia após cirurgia para câncer de mama vira lei; saiba por que isso é essencial
- Dezembro Laranja: 5 informações importantes sobre o câncer de pele
- Medicamento de alta precisão para câncer de mama chega ao SUS
- Dezembro Laranja no ICS: prevenção e cuidado integral no combate ao câncer de pele
- Por que millenials estão tendo câncer cada vez mais cedo?
- Inovações ampliam arsenal no cuidado com o câncer de próstata
- Mais de 60% dos casos de câncer colorretal no Brasil são diagnosticados em estágios avançados, diz novo estudo
- Estado nutricional ajuda a prolongar vida de pacientes com câncer: Revela estudo nos casos de câncer de cabeça e pescoço
- Espiritualidade ajuda no bem-estar de mulheres durante tratamento de câncer de mama
- Colesterol além do coração: estudo mostra impacto direto no avanço do câncer de mama e resistência ao tratamento
- Por que os casos de câncer de tireoide estão aumentando em todo o mundo?
- Nova IA cruza imagens e dados clínicos para detectar câncer com 94,5% de precisão
- Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS
- Genética e prevenção: ampliar o olhar sobre o câncer de próstata
- Saúde da próstata: conheça mitos e verdades sobre o câncer no órgão
- Dispositivo científico pode aprimorar o rastreamento do câncer de pulmão
- Por que a incidência de câncer entre jovens adultos está aumentando?
- Novembro Azul: campanha de prevenção ao câncer de próstata estimula olhar geral para a saúde masculina
- Câncer de próstata entra em nova era: robôs, testes genéticos e novas drogas mudam o tratamento e minimizam chance de impotência
- Câncer de próstata: atendimento aumenta 32% em homens com até 49 anos
- 5 coisas que seu médico gostaria que você soubesse sobre câncer de próstata
- Novembro Azul: prevenção é essencial para a saúde do homem
- Entenda como o imposto do tabaco pode financiar o cuidado em câncer de pulmão
- Sírio-Libanês anuncia protocolo rápido de ressonância para câncer de mama
- Diagnóstico precoce reduz em três vezes o custo para tratar câncer de mama
- Novas terapias apresentam dados positivos para tratamento de câncer de pulmão
- Diferença na sobrevida por câncer de mama chega a 16 pontos entre SUS e rede privada
- Câncer de bexiga: novo exame permite personalizar melhor o tratamento
- Outubro Rosa além do câncer de mama: por que prevenir HPV é tão importante
- Câncer de mama não é tudo igual: entenda os subtipos
- No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, Ministério das Mulheres reforça medidas de prevenção e detecção precoce
- Agora Tem Especialistas lança novas carretas da saúde da mulher com oferta de exames e diagnóstico de câncer para quatro estados
- Outubro rosa: câncer de mama se manifesta em mulheres cada vez mais jovens
- Outubro rosa: as 7 frases que você deve evitar falar para uma pessoa com câncer de mama, segundo psicanalista
- Novo remédio para câncer de mama chega no SUS
- Câncer de mama: mamografia é o principal exame?
- Outubro Rosa: mulheres pedem mais prevenção e tratamento contra câncer de mama
- Apenas 29% das brasileiras têm informações suficientes para prevenção do câncer de mama
- Combinação de computação quântica e clássica apoia diagnóstico precoce de câncer de mama
- Câncer: conheça a inovação em radioterapia que precisa chegar ao SUS
- Câncer de mama não é tudo igual: mastologista explica as diferenças
- Sou oncologista. Aqui estão alguns sintomas comuns de câncer que você precisa conhecer
- Ministério da Saúde passa a recomendar mamografia a partir dos 40 anos
- ANVISA aprova mirvetuximabe soravtansina para o tratamento de câncer de ovário resistente à platina em pacientes que receberam de uma a três terapias sistêmicas anteriores
- Câncer de pâncreas: fator-chave no estilo de vida está ligado à doença, diz novo estudo
- Agosto Branco vira lei e terá ações anuais contra o câncer de pulmão
- Pacientes do SUS esperam, em média, mais de um mês além do prazo para diagnóstico e tratamento do câncer
- O discurso emocionante de Jessie J sobre tratamento de câncer no The Town
- Avanços no tratamento ampliam perspectivas para pacientes com câncer de pulmão
- Exame inovador para câncer de colo de útero começa a ser adotado em Ribeirão Preto em parceria com a USP
- Aprovado projeto que inclui testes genéticos contra câncer no SUS
- Pesquisa brasileira descobre por que alguns tipos de câncer de mama não respondem a tratamentos
- Setembro Verde: Síndrome de Lynch aumenta o risco de desenvolver câncer colorretal
- Mais qualidade de vida: o que promete remédio aprovado para câncer cerebral
- Comissão aprova prioridade de telemedicina para pessoas com câncer
- Exercícios físicos reduzem crescimento de células de câncer de mama após uma única sessão
- Câncer de pulmão: 15% dos casos acontecem em não fumantes
- Câncer renal deve crescer quase 80% no Brasil e na América Latina até 2050
- O tratamento mais inovador contra o câncer de bexiga
- SUS começa a oferecer teste que prevê risco de câncer do colo do útero
- Projeto em Goiás reduz pela metade os diagnósticos graves de câncer de mama
- Pesquisadora estuda DNA das brasileiras para compreender câncer de mama
- Câncer de intestino cresce entre jovens adultos e acende alerta global
- Entenda o tratamento de jovem com câncer provocado por vape aos 27
- Apesar de aprovado, tratamento do câncer de mama metastático continua inacessível no SUS
- Pesquisas clínicas para câncer: o que são e como participar
- Câncer colorretal em jovens e idosos: o mesmo nome para duas doenças?
- Poluição pode causar câncer de pulmão?
- Vacinas contra câncer: veja quais estão sendo testadas e o que esperar
- Estudo confirma que rastrear câncer de pulmão no Brasil é possível
- Terapia neoadjuvante em pacientes com câncer de pulmão operável: como conduzir o tratamento
- Câncer colorretal, como o de Preta Gil, cresce entre pessoas com menos de 50 anos; conheça sintomas
- Julho Roxo: alerta para o câncer de bexiga
- Terapia celular contra câncer, que Padilha quer no SUS, pode custar R$ 3 milhões a um único paciente
- O que é câncer de pâncreas, que acometeu Edu Guedes; conheça sintomas e tratamentos