Diferenças regionais impõem desafios ao paciente com câncer no sistema de saúde
A jornada percorrida pelos pacientes com câncer, do rastreio da doença ao pós-tratamento, sofre grande impacto devido às diferenças regionais. Esse foi um dos aspectos destacados no 9º Fórum Big Data em Oncologia, realizado na quarta-feira (6/11), no campus da Fiocruz, no Rio de Janeiro. O evento, com transmissão pelo YouTube, foi organizado pelo Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos (CEE/Fiocruz), e contou com dois painéis, o primeiro sobre a trajetória do paciente com câncer colorretal no país e o segundo sobre tumores hematológicos e suas especificidades.
“Os dados apresentados são muito relevantes para os gestores nas ações de atenção ao câncer, neste momento em que está em vigor (desde dezembro/2023) a Política Nacional de Controle e Prevenção do Câncer”, analisa a coordenadora do Observatório de Oncologia e do Movimento Todos Juntos contra o Câncer, Nina Melo. “A nova Política, que ganhou força de lei, é completa e complexa, abrangendo desde a prevenção, promoção, rastreamento, acesso a diagnóstico, tratamento e cuidado integral. O grande desafio para os gestores na implementação, como mostram os estudos, é enfrentar que temos deficiência em cada um dos pontos dessa jornada. E há desigualdade no acesso ao tratamento de acordo com o CEP em que a pessoa está inserida”, observou Nina.
O câncer colorretal
O câncer colorretal no Brasil está entre os três mais incidentes entre homens e mulheres em praticamente todos os estados, com mais de 45 mil novos casos anuais, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), conforme foi destacado na apresentação da pesquisa realizada pela especialista em dados abertos e Big Data em saúde, Fernanda Mussolini, da agência Moka Info. Outra característica que torna o câncer colorretal propício a estudos, ainda, é o fato de a abordagem desse tumor compreender todas as etapas do processo, permitindo apresentar visão mais completa da jornada.
No estudo apresentado, foram comparados dados abertos do Ministério da Saúde relativos aos estados da Bahia e do Paraná, para compreender a jornada do paciente nos últimos dez anos. A escolha dos dois estados para a comparação se deu porque, embora haja diferença de indicadores macroeconômicos e a Bahia seja quase três vezes maior territorialmente do que o Paraná, os dois têm quantidade aproximada de habitantes e incidência de novos casos de câncer semelhante. A pesquisa reuniu dados como tamanho do território, indicadores socioeconômicos, hábitos alimentares, consumo de cigarro e álcool, bem como a organização da atenção à saúde, para observar como esses aspectos impactam a trajetória descrita pelo paciente de câncer colorretal.
Na comparação, o Paraná apresentou maior uso do cigarro, enquanto a Bahia maior consumo de álcool. Os índices de excesso de peso e obesidade ficaram próximos nos dois estados, em torno de 60% e 75%, respectivamente. Foi observado, ainda, que “parcela considerável” da população baiana e paranaense não consome alimentos naturais diariamente – na Bahia, apenas 23,7% relataram consumir hortaliças com essa frequência.
Em relação à organização da atenção, os dois estados apresentaram divisão do território em regiões de saúde, visando à descentralização do atendimento e ampliação do acesso. O Paraná, no entanto, apresentou melhor distribuição de estabelecimentos em que os pacientes de câncer colorretal realizam quimioterapia. A Bahia mostrou maior concentração dos atendimentos na região próxima à capital, Salvador.
No Paraná foram realizados, em 2023, 154 mil exames de pesquisa de sangue oculto nas fezes – forma considerada muito eficiente na detecção precoce de câncer colorretal –, duas vezes mais do que na Bahia. O estado do Sul realizou, ainda, no mesmo ano, quase 30 mil colonoscopias – exame considerado padrão ouro para identificar o câncer colorretal, pois, permite observar toda a extensão do cólon e do reto –, 1,4 vez mais do que a Bahia. Em ambos os estados, em torno de 55% das colonoscopias foram realizadas por pessoas entre 50 e 69 anos. Com mais estabelecimentos para fazer o exame, a Bahia registrou, no entanto, quase metade da quantidade de colonoscopias que o Paraná.
Quanto à estrutura de tratamento, prosseguiu Fernanda Mussolino, o Paraná apresentou 34 estabelecimentos especializados no tratamento oncológico, quase o dobro dos encontrados na Bahia, com 18 estabelecimentos. Pacientes com câncer colorretal no ambiente ambulatorial da Bahia, com menos estabelecimentos e maior território, se deslocaram em média 109 quilômetros para se tratar, em 2023, mais que o dobro da distância percorrida pelos pacientes do Paraná.
O estado do Sul fez quatro vezes mais cirurgias oncológicas em pacientes com câncer colorretal do que a Bahia – a cirurgia é o principal tratamento para esse tipo de câncer, sendo utilizada no início, quando se trata de tumor no cólon, ou em sequência da radioterapia e quimioterapia, nos tumores de reto baixo. O Paraná teve cinco vezes e meia mais pacientes em tratamento de intercorrências clínicas do que a Bahia no período analisado, no entanto, com menos tempo médio de internação.
Fernanda chamou atenção para o fato de, entre os pacientes de câncer colorretal em quimioterapia, aqueles nos estágios 3 e 4, considerados avançados, representaram em torno de 82%, tanto no Paraná quanto na Bahia, segundo o levantamento. Já o acesso a medicamentos inovadores nos dois locais mostrou-se “muito baixo”, inferior a 0,5%.
O estudo localizou poucos dados referentes à passagem do paciente pela etapa de reabilitação, associada principalmente a fisioterapia e cuidados com estomas – abertura cirúrgica que permite a comunicação de um órgão interno com o meio externo. Da mesma forma, com os dados sobre cuidados paliativos, em que somente a fisioterapia aparece como abordagem.
Em relação à mortalidade, o Paraná apresentou uma vez e meia mais óbitos por câncer colorretal que a Bahia, em 2023. Esse cenário pode ser observado em outros tipos de tumor, em que a mortalidade é maior na Região Sul, como o câncer de mama. Isso não quer dizer necessariamente um pior desfecho ou falta de infraestrutura, explicou Fernanda, podendo ser reflexo de uma evolução na transição epidemiológica ou demográfica e de maior acesso ao diagnóstico.
“O câncer colorretal vem crescendo em incidência e mortalidade, quando, muito provavelmente, não precisava crescer dessa forma. Vai requerer abordagens diferentes de acordo com a realidade de cada região, no que diz respeito a fatores de risco, acesso a diagnóstico e tratamento, entre outros aspectos”, observou o médico Luiz Santini, pesquisador do CEE/Fiocruz e ex-diretor do Inca, que comentou a pesquisa ao lado dos especialistas Bárbara Sodré, do Hospital Marcos Moraes; e Mariana Boroni, do Inca.
Conclusões do estudo A jornada do paciente com câncer colorretal
É necessário estruturar no Ministério da Saúde um programa de prevenção e rastreio voltado ao câncer colorretal; a colonoscopia ainda é muito pouco realizada se comparada com a população e isso se reflete em mais de 80% dos pacientes em tratamento em estádios 3 e 4; o Paraná tem mais estrutura e seus pacientes, mais acesso a diagnósticos e tratamento do que a Bahia, mas nenhum dos dois estados priorizam a prevenção; a “verdadeira lacuna” pode não estar na oferta de atenção ao câncer, e sim na atenção básica e no diagnóstico; e, apesar das diferenças regionais e da melhora em relação ao acesso a exames e tratamento, ao longo dos últimos dez anos, ambos os estados, Bahia e Paraná, enfrentam desafios significativos no combate ao câncer colorretal.
A pesquisa sobre tumores hematológicos
Objeto de atuação da Abrale, os cânceres hematológicos – leucemia, linfoma, mieloma múltiplo e mielofibrose –, que estiveram em foco no segundo painel do 9º Fórum Big Data, são geralmente identificados tardiamente, o que impacta o enfrentamento da doença, conforme mostrou Nina Melo, em sua apresentação. Diagnóstico e tratamento, qualidade de vida e índice de mortalidade foram alguns dos aspectos estudados.
Também conhecidos como cânceres líquidos, esses tumores têm características diferentes daquelas dos cânceres sólidos e não podem ser tratados com cirurgia, sendo necessárias abordagens como quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, bem como transplante de medula óssea. Esses tratamentos podem variar em duração e intensidade. Alguns fatores de risco para os cânceres hematológicos podem ser a exposição a produtos químicos, como benzeno, radiação ionizante, histórico familiar de neoplasias, algumas infecções virais, além de tabagismo e alcoolismo.
Um dos dados destacados por Nina foi o tempo em que o paciente fica navegando pelo sistema até obter o diagnóstico definitivo (de 90 a 100 dias) e, depois, para dar início ao seu tratamento – linfoma, 62 dias; mieloma múltiplo, 59 dias; mielofibrose, 85 dias; e leucemias, 52 dias. A Política Nacional de Controle e Prevenção do Câncer define o período de trinta dias para diagnóstico, a partir da suspeição da doença, e de sessenta dias para início do tratamento, contados da confirmação do diagnóstico.
“Muitas questões estão relacionadas a essa demora, como a dificuldade no acesso a exames específicos de diagnóstico e a dificuldade no encaminhamento do paciente da atenção básica para atenção especializada de modo a ter confirmada a suspeição”.
Outro aspecto para o qual a pesquisadora chamou atenção foi a escassez de dados epidemiológicos para esses tipos de câncer e a dificuldade na identificação dos sintomas. Os sintomas do mieloma múltiplo, que afeta pessoas com mais de 65 anos, como fadiga e dor nas juntas, são muitas vezes confundidos com problemas relacionados à idade. O paciente vai procurar outros especialistas, como o ortopedista, por exemplo, retardando ainda mais o início do cuidado.
No Brasil, mostrou Nina, São Paulo lidera os demais em número de tratamentos e internações. O estado reúne 25% das autorizações de quimioterapia do país, seguido por Minas Gerais (11%) e Rio Grande do Sul (7,7%).
O número de óbitos por tumores hematológicos aumentou de 2021 a 2023, com registro de 43 mil mortes no período, sendo leucemias responsáveis por 39,9% dos óbitos e os linfomas, por 33,7%. São Paulo novamente lidera em números de óbitos (25,9%). Esse aumento pode ser atribuído tanto a um maior número de notificações de diagnóstico, quanto ao diagnóstico e tratamento tardios.
Comentaram a exposição de Nina Melo três especialistas. Ricardo Bigni, do Hospital das Clínicas de Niterói; Angelo Maiolino, da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH); e Carla Boquimpani, do Hemorio.
Fonte: Portal Fiocruz

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