Biópsia para diagnóstico do câncer de pênis

Biópsia é a remoção de uma pequena quantidade de tecido para avaliação anatomopatológica da presença (ou não) de câncer. 

Os principais tipos de biópsias utilizadas para diagnóstico do câncer de pênis são:

  • Biópsia incisional e por punch. Nessas biópsias apenas uma parte do tecido é retirada. Esses tipos de biópsias são geralmente realizados para lesões maiores, que estão ulceradas ou que cresceram profundamente no tecido peniano. Na biópsia incisional é utilizado um bisturi para retirar uma pequena parte da área anormal. E na biópsia punch se remove uma amostra mais profunda, utilizando um cilindro cortante, que atravessa várias camadas da pele, incluindo a derme, epiderme, e a parte superior do tecido celular subcutâneo. Essas biópsias são geralmente realizadas com anestesia local.
     
  • Biópsia excisional. Na biópsia excisional toda a lesão é retirada. Esse tipo de biópsia é mais utilizado para lesões pequenas, como um nódulo e puder ser removida sem afetar o formato ou a função do pênis, a biópsia é realizada com anestesia local ou geral.
     
  • Biópsia dos linfonodos. No caso de pacientes com tumores grandes e profundos, os linfonodos próximos são retirados para determinar o estadiamento da doença.
     
  • Punção aspirativa por agulha fina (PAAF). Na PAAF é utilizada uma agulha fina acoplada a uma seringa para aspirar uma amostra do tecido tumoral para análise. O material obtido é submetido a análise citológica. Esse tipo de biópsia é realizado para verificar se o aumento dos linfonodos contém a doença. Não é usado para lesões suspeitas no pênis. O procedimento é realizado com anestesia local. Se o linfonodo suspeito for profundo o posicionamento da agulha é guiado por ultrassom ou tomografia computadorizada.
     
  • Biópsia cirúrgica. Em alguns casos, os linfonodos não são investigados com PAAF, mas a cirurgia é feita para remover um ou mais linfonodos.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Preciso fazer uma biópsia.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 08/09/2025, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia para pacientes e familiares brasileiros. 

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