Tiago Leifert diz que chora escondido para que a filha, diagnosticada com câncer raro,

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  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 31/01/2022 - Data de atualização: 31/01/2022

Tiago Leifert e a mulher, Daiana Garbin, falaram ao Fantástico sobre o diagnóstico de retinoblastoma da filha, Lua, de 1 ano e 3 meses. É um câncer raro que se origina nas células embrionárias da retina, dentro do olho, e 95% dos casos são em crianças menores de 5 anos.

O ex-apresentador do “Big Brother Brasil” contou que viveu dias difíceis — "conheci a escuridão" — e que "não tinha a menor condição de trabalhar" — ele deixou a TV Globo após 15 anos.
Na entrevista exclusiva, Leifert disse que evita chorar na frente da filha (veja no vídeo acima).

“A gente está firme, combinou de nunca chorar na frente da Lua”, diz ele.
“Na frente da Lua é alegria, a criança sente tudo. Então, a gente decidiu que chora escondido no banheiro. A gente chora junto, mas para a Lua, não. A gente precisa ficar forte para que ela fique também”, comenta Daiana.

“O fato dela não saber o que está acontecendo... Ela não deixa a gente ficar triste porque ela está sempre tão alegre, tão disposta, que eu falo: ‘Minha filha, você me dá força para seguir, para conseguir aceitar toda dificuldade”, explica ela.

Leifert conta que procura se manter positivo, e que ele e Daiana acreditam muito na cura da filha.

“Eu sei que tem casos piores do que a Lua, nós sabemos que não é mais dolorosa do que ninguém. Mas a gente tem que manter a força e o otimismo. Muito porque isso contagia a família, os médicos, a criança... Então isso é o mais importante. Respirar fundo e mentalizar sempre melhor possível e ir para luta, que é o isso que a gente pode fazer(...). Não adianta ficar ruminando coisa ruim na cabeça porque isso não vai adiantar nada. Agora é isso, a gente declarou guerra para essa doença”, afirma Leifert.

O casal decidiu revelar a doença da filha para que sirva de alerta a outros pais, já que o diagnóstico é difícil — Lua não deu sinais e começou o tratamento quando a doença havia evoluído bastante.

“Ela não deu nenhum sinal, nenhuma dor, incômodo. Não demostrava absolutamente nada. E nem na visão... Ela engatinhava a casa inteira, estava começando a dar os primeiros passos. A gente nunca ia imaginar”, conta Daiana.
Os médicos que acompanham o tratamento de Lua recomendam que as crianças ainda bem pequenas, entre 6 e 12 meses, sejam levadas a um oftalmologista.

"O ideal seria pelo menos no primeiro ano de vida passar no oftalmologista uma vez. Depois, pelo menos uma vez por ano até os 5 anos", indica a oncologista pediátrica Carla Macedo.

Fonte: G1






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