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Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular


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Vivendo com o Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/09/2015 - Data de atualização: 07/09/2015


Para alguns pacientes com câncer de pele basocelular e espinocelular, o tratamento pode remover ou destruir o câncer, mas chegar ao fim do tratamento pode ser estressante. Ao mesmo tempo em que o paciente se sente aliviado com o término do tratamento, fica a preocupação de uma recidiva ou metástase. Este é um sentimento muito comum para a maioria dos pacientes que tiveram câncer de pele basocelular e espinocelular.

Pode demorar algum tempo até diminuir as incertezas e medos. Mas ajuda saber que muitos pacientes com câncer, hoje já aprenderam a lidar com esta incerteza e estão vivendo uma vida plena.

Em outros pacientes, o câncer pode não desaparecer completamente. Esses pacientes continuarão realizando tratamentos regulares com quimioterapia, radioterapia ou outras terapias para tentar manter a doença sob controle.

Cuidados no Acompanhamento


Após o tratamento de câncer de pele converse com seu médico sobre o programa de acompanhamento, que pode incluir consultas e exames físicos regulares. Os exames de rastreamento rotineiros para detecção de novos cânceres de pele incluem exame físico completo da pele, já que muitas pessoas tratadas podem desenvolver outros cânceres de pele mais tarde. Além disso, pacientes tratados por câncer de pele são incentivados a seguirem uma dieta saudável, que inclui alimentos que contenham antioxidantes como as vitaminas E e C, e selênio.

A proteção solar é essencial para prevenir outros cânceres de pele. Muitas pessoas que são tratadas de câncer de pele levam um estilo de vida ativo ao ar livre, mas é muito importante tomar medidas para se proteger de possíveis danos à pele, por exemplo, participar de atividades ao ar livre antes de 10 h ou após as 16 h usando mangas e calças compridas, protetor solar e chapéu.

Para a maioria dos cânceres de pele, a cirurgia remove apenas uma pequena parte da pele, por isso não há necessidade de reabilitação. No entanto, em alguns casos, quando a cirurgia é mais extensa pode haver a necessidade do paciente participar de um programa de reabilitação. Se a pessoa em tratamento do câncer de pele sentir dor após a cirurgia, deve consultar um especialista em controle da dor para encontrar maneiras de controlar o sintoma.

Visto que o câncer de pele basocelular e espinocelular ocorre com frequência no rosto, o paciente deve consultar um cirurgião plástico para discutir o impacto da cirurgia sobre sua aparência. Os pacientes que precisam passar por múltiplas cirurgias, podem precisar de consulta e tratamento com um cirurgião plástico no final do tratamento.

Pacientes em recuperação do câncer de pele são incentivados a manter um peso saudável, não fumar, ter uma dieta equilibrada e fazer os exames de controle recomendados.

Consultando Outro Médico

Eventualmente em algum momento após o diagnóstico e tratamento do câncer de pele basocelular e espinocelular, você pode consultar outro médico, que desconheça totalmente seu histórico clínico. É importante que você seja capaz de informar ao novo médico os detalhes do diagnóstico e do tratamento. Verifique se você tem a seu alcance, informações como:

  • Cópia do laudo de patologia e de qualquer biópsia ou cirurgia.
  • Cópia do relatório de alta hospitalar.
  • Cópia do relatório do tratamento radioterápico.
  • Cópia do relatório quimioterápico, incluindo medicamentos utilizados, doses, e tempo do tratamento.
  • Exames de imagem.

O médico pode querer manter cópias dessas informações, não se esqueça de sempre manter cópias de tudo com você!

Fonte: American Cancer Society (03/04/2015)


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