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Radioterapia para Câncer de Olho

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/01/2014 - Data de atualização: 04/04/2017


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (Raios X ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia).

A radioterapia pode muitas vezes ser realizada para preservar algo de visão, embora às vezes se perca de qualquer maneira devido aos danos da radiação em outras partes do olho. A sua principal vantagem é que a estrutura do olho é preservada, o que pode resultar numa melhor aparência do paciente.

Os diferentes tipos de radioterapia para tratar o câncer de olho são:

  • Braquiterapia

Nesta forma de radioterapia o material radioativo é colocado diretamente ou muito próximo do tumor. Isto se tornou o tratamento com radiação mais comumente utilizado para a maioria dos melanomas intraoculares. Estudos têm mostrado que, em muitos casos, é tão eficaz quanto à cirurgia.

As sementes do material radioativo são ligados a uma placa que é colocada sob o globo ocular com pontos minúsculos para mantê-la no lugar. Essa placa tem a base de ouro para proteger os tecidos adjacentes da radiação. A radiação propriamente dita estará focada apenas no tumor.

Esta terapia cura cerca de 90% dos pequenos tumores e pode preservar a visão em alguns pacientes, dependendo em que parte do olho o melanoma está localizado. O prognóstico para a visão é menos favorável se o tumor está localizado muito perto do nervo óptico, que é quem conduz as imagens até o cérebro.

  • Radioterapia Externa

A radioterapia externa ou radioterapia convencional consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. O tratamento é realizado cinco vezes na semana, durante um período de algumas semanas. Este é o tipo de tratamento radioterápico mais comumente utilizado para tratar linfomas intraoculares.

Radioterapia Conformacional com Feixe de Prótons. A terapia de feixes de prótons utiliza uma abordagem semelhante, só que em vez de raios X são utilizados feixes de prótons. Ao contrário dos raios X que liberam energia durante seu trajeto, os prótons causam pouco dano aos tecidos que atravessam, liberando sua energia no órgão alvo.

Radiocirurgia Estereotáxica. A cirurgia estereotáxica ou radiocirurgia é outro meio de utilização da radioterapia para tratamento dos tumores do olho. Não é uma cirurgia propriamente dita, mas uma aplicação precisa e muito bem focalizada da radiação. O tecido normal, que fica em volta do tumor, recebe pouca ou nenhuma radiação. A técnica mais utilizada é conhecida como Gama Knife, que utiliza um tipo de capacete especial, para manter a cabeça na posição correta. A localização do tumor é feita com o auxílio da tomografia computadorizada ou ressonância magnética. É um procedimento indolor, externo, sem sangramento ou risco de infecção. Durante o tratamento, o paciente permanece deitado, podendo ser utilizadas medicações para o relaxamento. A radiocirurgia estereotáxica normalmente libera a dose de radiação total em uma única sessão. Às vezes os médicos administram a dose fracionada, o que é denominado radiocirurgia fracionada ou radioterapia estereotáxica fracionada.

Possíveis Efeitos Colaterais da Radioterapia

A principal preocupação com a radioterapia é o dano a outras partes do olho, levando a problemas, como cataratas, descolamento da retina, glaucoma ou hemorragia interna no olho. Estes podem resultar em perda parcial ou completa da visão ou outros problemas, o que pode não acontecer de imediato. Esse risco depende do tamanho e localização do tumor.

Como a radiação é focada apenas no olho afetado, não é provável que afete a visão do outro olho ou provoque outros efeitos colaterais relacionados à radioterapia, como perda de cabelo ou náuseas.

Para os linfomas, a radioterapia é, às vezes, administrada no cérebro e na medula espinhal, o que pode provocar efeitos colaterais, como problemas de concentração e memória, que podem eventualmente piorar ao longo do tempo.

Fonte: American Cancer Society (05/02/2016)


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