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Transplante de Células Tronco para Síndrome Mielodisplásica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/01/2014 - Data de atualização: 28/10/2017


O transplante de células tronco é o único tratamento que pode curar a síndrome mielodisplásica. Neste tratamento, o paciente recebe doses elevadas de quimioterapia e/ou radioterapia de corpo inteiro para destruir as células da medula óssea, em seguida, o paciente recebe as novas células tronco. Existem dois tipos de transplante de células tronco: alogênico e autólogo.

No transplante autólogo, após a medula óssea ser destruída, o paciente recebe de volta suas próprias células tronco. Este tipo de transplante não é um tratamento padrão para pacientes com síndrome mielodisplásica, porque a medula óssea contém células estaminais anormais.

No transplante alogênico de células estaminais, o paciente recebe as células tronco de um doador, que devem ser compatíveis com o tipo de células do paciente. O ideal é que o doador seja alguém da família do paciente, um irmão ou irmã.

Um tipo especial de transplante alogênico, denominado transplante de células tronco alogênicas não mieloablativo, pode ser uma opção para pacientes idosos. Esse tipo de transplante às vezes é chamado de um mini-transplante ou um mini-allo. Para este tipo de transplante, as doses de quimioterapia e/ou radioterapia administradas são inferiores às utilizadas para um transplante alogênico padrão. Essas doses não são altas o suficiente para destruir todas as células da medula óssea, mas são o suficiente para permitir que as células doadas se apoderem e cresçam na medula óssea do receptor. As doses mais baixas de quimioterapia e/ou radiação causam menos efeitos colaterais, o que torna este tipo de transplante mais fácil para os pacientes mais velhos tolerarem. Ainda assim, a possibilidade de efeitos colaterais graves permanece.

Efeitos Colaterais


Os efeitos colaterais iniciais do transplante de células tronco são semelhantes aos efeitos colaterais esperados da quimioterapia e da radioterapia, só que mais severos.  Um dos efeitos colaterais mais sérios é a diminuição das taxas sanguíneas, que aumenta o risco de infecções e sangramentos.

O efeito colateral mais grave do transplante alogênico é a doença enxerto hospedeiro. Isto pode ocorrer quando as células do doador reconhecem as células do receptor como estranhas e iniciam um ataque contra elas, afetando muitos tecidos do corpo.

Embora o transplante de célula tronco alogênico seja atualmente o único tratamento que pode curar alguns pacientes com síndrome mielodisplásica, nem todos os pacientes que recebem um transplante são curados. A chance de cura é maior para pacientes jovens e se a doença não começou a se transformar em leucemia. Ainda assim, os médicos recomendam esperar até que a doença esteja em um estágio mais avançado antes de considerar o transplante.

Fonte: American Cancer Society (02/07/2015)


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