Tipos de Câncer

Câncer de Ovário

Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Terapia Alvo para Câncer de Ovário

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 09/11/2014 - Data de atualização: 20/03/2019


Terapia-alvo é um tipo de tratamento do câncer que usa drogas ou outras substâncias para identificar e atacar as células cancerígenas com pouco dano às células normais. Essas terapias atacam o funcionamento interno das células cancerosas - a programação que as torna diferentes das células normais e saudáveis. Cada tipo de terapia alvo funciona de uma maneira diferente, mas todas alteram a forma como uma célula cancerígena cresce, se divide, se auto repara, ou como interage com outras células.

Bevacizumab

O bevacizumab pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como inibidores da angiogênese. Este medicamento tem como alvo o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), uma proteína que ajuda a formar novos vasos sanguíneos. Isso pode retardar ou bloquear o desenvolvimento do câncer.

O bevacizumab mostrou reduzir o crescimento do câncer epitelial de ovário avançado. O bevacizumab responde ainda melhor quando administrado junto com a quimioterapia, tendo mostrado bons resultados em termos de redução (ou interrupção do crescimento) dos tumores. Mas não parece aumentar a sobrevida das pacientes.

Este medicamento é administrado como uma infusão intravenosa a cada 2 a 3 semanas.

Os efeitos colaterais comuns incluem aumento da pressão arterial, cansaço, hemorragia, diminuição dos glóbulos brancos, dor de cabeça, feridas na boca, perda de apetite e diarreia. Os efeitos colaterais raros, mas importantes, incluem coágulos sanguíneos, hemorragia intensa, cicatrização lenta, perfuração intestinal e fístulas.

Inibidores de PARP

Olaparibe, rucaparibe e niraparibe. São medicamentos conhecidos como inibidores de PARP. As enzimas PARP normalmente estão envolvidas em uma via para reparar o DNA danificado dentro das células. Os genes BRCA (BRCA1 e BRCA2) também estão normalmente envolvidos em uma via diferente de reparo do DNA, e as mutações nesses genes podem bloquear essa via. Ao bloquear a via PARP, esses medicamentos tornam difícil às células tumorais com um gene BRCA mutado reparar o DNA danificado, muitas vezes levando essas células à morte.

Todos esses medicamentos são administrados por via oral.

Olaparib e rucaparibe. Esses medicamentos são usados ​​para tratar o câncer de ovário avançado, geralmente após a quimioterapia ser tentada. Esses medicamentos podem ser usados em pacientes com (ou sem) mutações em um dos genes BRCA.

Em mulheres com uma mutação BRCA:

  • Olaparib pode ser usado para no tratamento do câncer de ovário avançado que reduzir em resposta ao primeiro tratamento com quimioterapia com cisplatina ou carboplatina.
  • Olaparibe e rucaparibe podem ser usados ​​no tratamento do câncer de ovário avançado previamente tratado com 2 ou 3 medicamentos quimioterápicos.

Em mulheres com (ou sem) mutação BRCA:

  • O olaparib e o rucaparibe podem ser usados ​​no tratamento da recidiva do câncer de ovário avançado após o tratamento e, em seguida, diminuiu em resposta à quimioterapia com cisplatina ou carboplatina.

O olaparibe e o rucaparibe podem aumentar o intervalo de tempo sem doença antes de uma possível recidiva ou metástase.

Esses medicamentos mostraram úteis em reduzir ou retardar o crescimento de alguns cânceres de ovário avançados por um determinado intervalo de tempo. Entretanto, até o momento, não está claro se eles aumentam a sobrevida das pacientes.

Niraparibe. É outro inibidor de PARP normalmente usado para tratar a recidiva do câncer de ovário, após a quimioterapia ser tentada. Ao contrário dos outros inibidores de PARP, este medicamento pode ser usado para tratar mulheres com (ou sem) mutação no gene BRCA.

Os efeitos colaterais destes medicamentos podem incluir náuseas, vômitos, diarreia, fadiga, perda de apetite, alterações no paladar, anemia, dor nas articulações e nos músculos. Raramente, algumas pacientes tratadas com estes medicamentos desenvolvem algum tipo de câncer de sangue, como síndrome mielodisplásica ou leucemia mieloide aguda.

Outras terapias-alvo também estão sendo estudadas.

Para saber se o medicamento que você está usando está aprovado pela ANVISA acesse nosso conteúdo sobre Medicamentos ANVISA.

Para saber mais sobre alguns dos efeitos colaterais listados aqui e como gerenciá-los, consulte nosso conteúdo Efeitos Colaterais do Tratamento.

Fonte: American Cancer Society (11/04/2018)



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive