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Câncer de Pulmão de Pequenas Células

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Sinais e Sintomas do Câncer de Pulmão de Pequenas Células

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/09/2014 - Data de atualização: 21/06/2019


A maioria dos cânceres de pulmão de pequenas células não causa quaisquer sintomas até que se disseminam. Os sinais e sintomas mais comuns do câncer de pulmão de pequenas células são:

  • Tosse, que não desaparece ou que piora.
  • Dor no peito.
  • Rouquidão.
  • Perda de apetite e perda de peso.
  • Falta de ar.
  • Fadiga.
  • Infecções como pneumonia.
  • Dificuldade respiratória.

Quando o câncer de pulmão de pequenas células se dissemina para outros órgãos, pode provocar:

  • Dor óssea.
  • Alterações neurológicas.
  • Icterícia.
  • Inchaço.

Alguns cânceres de pulmão podem provocar um grupo de sintomas muito específicos, que são descritos como síndromes:

  • Síndrome de Horner. Tumores localizados na parte superior dos pulmões são denominados tumores de Pancoast. É mais provável que esses tumores sejam câncer de pulmão de não pequenas células do que câncer de pulmão de pequenas células. Ocasionalmente, esses tumores também podem provocar um conjunto de sintomas, denominados síndrome de Horner, que inclui ptose palpebral (queda de uma pálpebra), miose (constrição da pupila), enoftalmia (afundamento do olho) e anidrose (transpiração diminuída do lado afetado da face).
     
  • Síndrome da veia cava superior. A veia cava superior é a veia que leva o sangue da cabeça e braços de volta ao coração, passando ao lado da parte superior do pulmão direito e dos nódulos linfáticos no interior do tórax. Tumores nesta área podem pressionar a veia cava superior, fazendo com que o sangue retorne para as veias. Isto pode causar inchaço na face, pescoço, braços e parte superior do tórax, além de dores de cabeça, tontura, e alteração na consciência se afetarem o cérebro. Embora a síndrome da veia cava superior possa se desenvolver gradualmente ao longo do tempo, em alguns casos pode tornar-se um risco à vida, e deve ser tratada imediatamente.
     
  • Síndromes paraneoplásicas. Alguns tipos de câncer de pulmão podem funcionar de forma semelhante a órgãos secretores de hormônios, substâncias que entram na corrente sanguínea, causando problemas em tecidos e outros órgãos, mesmo que não haja metástase. Estes problemas são denominados síndromes paraneoplásicas, e muitas vezes podem ser os primeiros sintomas do câncer de pulmão.

Algumas das síndromes paraneoplásicas mais comuns associadas ao câncer de pulmão de pequenas células são:

  • Síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético. Nessa condição, o câncer produz um hormônio que faz com que os rins retenham água, o que diminui os níveis de sódio (sal) no sangue. Os sintomas dessa síndrome podem incluir fadiga, perda de apetite, fraqueza muscular, cãibras, náuseas, vômitos, agitação e confusão.
     
  • Síndrome de Cushing. Em alguns casos, as células de câncer de pulmão podem produzir um hormônio que faz com que as glândulas adrenais secretem cortisol. Isso pode levar a sintomas, como ganho de peso, fraqueza, sonolência e retenção de líquidos, pressão arterial elevada e diabetes.
     
  • Problemas neurológicos. O câncer de pulmão de pequenas células pode, às vezes, fazer com que o sistema imunológico agrida partes do sistema nervoso, levando a alguns problemas, como a síndrome de Lambert-Eaton. Nessa síndrome, os músculos dos quadris tornam-se fracos, causando problemas ao paciente para se levantar de uma posição sentada. Mais tarde, os músculos do ombro podem também tornar-se fracos. Um problema mais raro é a degeneração cerebelar paraneoplásica, caracterizada por presença de sintomas de disfunção cerebelar (tonteira, alterações visuais, da fala, paralisia), de início subagudo e curso rapidamente progressivo, levando eventualmente à paralisia, deixando o paciente incapacitado por ser uma síndrome pancerebelar.

No entanto, muitos dos sintomas citados podem ser causados por outras condições, por isso é importante consultar imediatamente um médico, para que a causa seja diagnosticada e, se necessário, tratada.

Fonte: American Cancer Society (16/05/2016)



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