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Sexualidade e câncer de mama: pacientes enfrentam desafios físicos e psicológicos

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/10/2018 - Data de atualização: 29/10/2018


Vários aspectos da vida das mulheres podem ser impactados pelo tratamento do câncer de mama, seja no trabalho, na rotina em casa ou nos seus relacionamentos e vida sexual

Vários aspectos da vida das mulheres podem ser impactados pelo tratamento do câncer de mama, seja no trabalho, na rotina em casa ou nos seus relacionamentos e vida sexual. Este último ainda é considerado um tabu.

Segundo Dr. Gilberto Amorim, oncologista da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), durante o tratamento, a vida sexual da paciente é prejudicada por fatores físicos e psicológicos: “A autoestima pode ser comprometida pela mastectomia sem reconstrução da mama e pelos efeitos da quimioterapia, como a queda dos cabelos. Além disso, é normal que a mulher se sinta mais cansada e tenha menos desejo”.

O especialista comenta que os efeitos físicos dependem do tipo de tratamento realizado. No caso de terapias hormonais, os sintomas são parecidos com os da menopausa: “secura vaginal, ondas de calor, queda da libido, inchaço. Em alguns casos, ocorre uma atrofia vaginal que faz com que a mulher sinta muita dor na relação sexual e, por construir uma memória ruim daquele momento, não sente mais vontade de tentar”, explica.

Os problemas são contornáveis com apoio de médicos e psicólogos. Segundo o Dr. Gilberto, para lidar com os efeitos colaterais do tratamento de câncer de mama, as pacientes podem usar, em casos selecionados, cremes à base de derivados de estrogênio, que trabalham a elasticidade do músculo, ou com laser íntimo. Para a secura vaginal, o lubrificante à base d’água é uma solução.

Os fatores emocionais são tão significativos quantos os físicos. “A sexualidade está muito na cabeça”, defende o oncologista. “É preciso conversar com o companheiro ou com a companheira. São problemas de solução simples quando há abertura para o diálogo”, completa.

Prevenção 

Quando diagnosticado precocemente, o câncer de mama tem 95% de chance de cura. Por isso, é importante que toda mulher realize mensalmente o autoexame e, uma vez por ano, a mamografia. É o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. Como cada câncer é uma doença diferente, o autoconhecimento e um diálogo aberto com familiares e médicos é fundamental para a jornada da paciente.

Fonte: Diário do Nordeste

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