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Se diagnosticado precocemente, câncer colorretal pode ser curável

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 10/04/2014 - Data de atualização: 10/04/2014


Pouco divulgado, o câncer colorretal ou do intestino grosso é uma doença facilmente curável quando descoberta no início. No fim do Mês de Prevenção contra a doença, o Instituto Oncoguia lembra que com exames a cada dez anos é possível prevenir 40% das mortes pela doença.

Este tipo de câncer está entre os quatro com maior incidência no Brasil. A previsão é que em 2014 surjam 32,6 mil casos da doença, que é mais comum em pessoas com mais de 50 anos. Segundo Rafael Kaliks, diretor científico do Instituto Oncoguia, o câncer colorretal costuma surgir a partir de pólipos, que se descobertos e tratados cedo, não viram câncer.

Na avaliação do especialista, é necessário que o governo invista em campanhas de prevenção, assim como faz com câncer de mama e de próstata. "É um câncer do qual se fala muito pouco", disse. 

Em 2011, mais de 14 mil pessoas morreram em decorrência da doença. De acordo com o Kaliks, em geral a prevenção do câncer colorretal pode ser feita por meio  da pesquisa de sangue oculto nas fezes, que a partir dos 50 anos de idade deve ser feita a cada um ou dois anos e que é oferecida pela rede pública de saúde.

Para quem tem histórico de pessoas com esse tipo de câncer na família é importante que seja feita a colonoscopia - exame através do qual é colocada uma câmera numa espécie de cano articulado e que é introduzido através do ânus no intestino e que possibilita a retirada de pólipos. 

"O ideal é que essas pessoas, descendentes diretos de pessoas que tiveram câncer de intestino o ideal é que comecem a fazer a colonoscopia 10 anos mais jovem do que a idade que o parente teve o diagnóstico. Dependendo do caso, esses pacientes devem repetir a colonoscopia a cada um ou dois anos”, explicou Kaliks.

"O ideal seria que todos fizessem a colonoscopia, que é um exame mais completo, que pode rastrear o pólipo antes da evolução para o câncer, mas na ausência deste exame, a pesquisa de sangue oculto nas fezes já tem um papel importante de reduzir a mortalidade por esse tipo de câncer”, explicou Kalik. Geralmente, a rede pública só oferece esse exame para quem já tem sintomas, e portanto, já está praticamente diagnosticado.

O Ministério da Saúde alerta que desconforto abdominal com gases ou cólicas, sangramento nas fezes, sangramento anal e sensação de que o intestino não se esvaziou após a evacuação são sinais de alerta para esse tipo de câncer. Também pode ocorrer perda de peso sem razão aparente, cansaço, fezes pastosas de cor escura, náuseas, vômitos e sensação dolorida na região anal, com esforço ineficaz para evacuar. Porém, de acordo com Kaliks, quando estes sinais aparecem a doença costuma estar em estágio avançado.

Uma dieta rica de vegetais e laticínios e pobre em gordura, além de atividade física regular previnem o câncer colorretal. Fatores como idade acima de 50 anos, história familiar de câncer colorretal, história pessoal de câncer de ovário, útero ou mama, baixo consumo de cálcio, além de obesidade e sedentarismo, contribuem para aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

Matéria publicada por Agência Brasil, Correio do Estado (Campo Grande), Soma, O Estado de Minas, 3° via e Libreprensa em 30/03/2014

Matéria publicada por Zero hora e Laboratório Globo em 31/03/2014


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