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Santa Casa quer ampliar oferta para tratamento de câncer e enfarte

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 02/05/2018 - Data de atualização: 02/05/2018


Depois de encerrar o atendimento de obstetrícia e neonatologia, a administração da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia analisa novos atendimentos que podem ser ofertados para a população, especialmente para quem busca assistência pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Inicialmente, a expectativa é ampliar a oferta de leitos para pacientes oncológicos e enfartados, mas uma análise minuciosa de demanda deve ser realizada até esta quarta-feira (2) para definição oficial.

Superintendente técnico da unidade, Pedro Ivandosvick afirma que todo o esforço para que a área de obstetrícia não fosse fechada foi realizado. "Buscamos até a contratação de plantonistas, de novos profissionais, mas não foi possível fechar a escala para oferta dos atendimentos, então, depois de muito estudo, entendemos que não era viável”, detalha. O superintendente acrescenta que os valores pagos pelo SUS, abaixo da tabela de mercado, é o que afasta os profissionais.

Há dois anos, a média de atendimento na área de obstetrícia da Santa Casa de Misericórdia era 150 partos por mês. Em março, esse número foi de apenas sete. A desistência dos profissionais em atuar na unidade fez com que esse número caísse tão drasticamente. "Não podemos fazer um parto sem o obstetra ou sem o pediatra neonatal. Muitas vezes tínhamos um profissional, mas faltava o outro. Dessa forma, tentamos contratar emergencialmente e, mesmo assim, não conseguimos manter o serviço.

Além disso, como o hospital tem um perfil de atendimento de situações graves, a estrutura não condiz com atendimentos de recém-nascidos. "Nós entendemos que, além da falta de profissionais, manter recém-nascidos em uma unidade onde não há condição ideal e favorável para esses bebês não era interessante. Informamos o fechamento há 20 dias e não temos fila de espera por atendimento ou pacientes dessas áreas da saúde internados na Santa Casa de Misericórdia”, informa.

Ivandosvick conta que as equipes administrativas já estão estudando as planilhas de demanda da unidade para saber o que pode ser ofertado para a população. Inicialmente ele diz que há possibilidade de abertura de novos leitos para atendimento de pacientes oncológicos, assim como de pacientes com enfarto agudo do miocárdio. "Vamos ver se temos condições de adequar as escalar para ampliar essa oferta, se precisamos contratar mais e o que mais é necessário para essa mudança”, descreve.

O superintendente informa que a partir de agora, a intenção é aprimorar a prestação de serviços de alta complexidade, como já tem sido feito nos últimos meses, desde a decisão de mudança no atendimento. Entre as áreas que também devem receber incentivo são as áreas de cirurgias cardíacas, vasculares, transplantes e hemodiálise.

Pediatria

Apesar do fechamento das áreas de obstetrícia e neonatologia da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia, o superintendente técnico da unidade, Pedro Ivandosvick ressalta que a área de pediatria continua funcionando normalmente. "Claro que um pediatra ou outro deverá sair da unidade, mas apenas aquele que só atuava no pós-parto. As outras áreas da pediatria continuarão funcionando normalmente, a oferta do atendimento nessa área continua mantido, sem alteração”, ressalta.

Ivandosvick lista que a pediatria, assim como as áreas de oncopediatria, cirurgia pediátrica, ambulatório pediátrico e as internações de crianças seguem normalmente. A unidade recebe pacientes que chegam regulados pelo sistema da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). "Muitas pessoas ainda confundem o fechamento da área obstétrica e neonatal com a pediatria. Quero informar que são áreas diferentes e todo atendimento pediátrico está mantido.”

Fonte: O Popular

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