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Radiocirurgia Estereotáxica no Tratamento de Radioterapia

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/04/2014 - Data de atualização: 29/04/2014


A radiocirurgia estereotáxica é uma técnica de tratamento não invasiva, que envolve a  administração de altas doses de radiação a uma determinada região do cérebro, em uma única fração de tratamento ou em poucas frações, em geral, menos de cinco.

A radiocirurgia é mais adequada para tumores pequenos e bem definidos que possam ser visualizados em exames de imagem, como a tomografia computadorizada ou ressonância magnética. A radiocirurgia é realizada com um acelerador linear, que gera um feixe de radiação de alta energia precisamente focalizado sobre o tumor. O feixe é direcionado a partir de múltiplos ângulos para cada parte do tumor e fornece a dose de radiação prescrita.

Enquanto uma rotina de radioterapia convencional pode incluir até 40 tratamentos (5 dias por semana, durante várias semanas), a radiocirurgia é realizada em cinco sessões ou menos, num período de duas semanas. Embora o número total de tratamentos na radiocirurgia seja menor, cada sessão normalmente leva mais tempo do que um tratamento típico de radioterapia, a fim de garantir o exato posicionamento do paciente.

Alguns benefícios importantes ​​da radiocirurgia são:

  • Não há incisões, sem pontos, e, portanto, não há necessidade de recuperação pós- cirúrgica.
  • É realizada em regime ambulatorial, de modo que o paciente geralmente pode retornar às suas atividades normais no dia seguinte ao tratamento.
  • O tratamento é realizado em apenas 1 a 5 sessões.

Alguns radioterapeutas dividem a radiocirurgia em duas categorias, baseadas no tipo de doença a ser tratada:

  • Radiocirurgia Estereotáxica - Quando se refere ao tratamento de tumores localizados no cérebro ou na coluna vertebral, que são normalmente tratados num máximo de cinco sessões.

  • Radiocirurgia Estereotáxica Corpo - É uma técnica muito semelhante a anterior, mas é usada para alvos externos ao cérebro e a coluna vertebral. É mais comumente utilizada para alvos no pulmão, fígado , pâncreas e rim, e é normalmente realizada num máximo de 5 sessões.

A radiocirurgia é indicada para o tratamento de tumores cerebrais pediátricos, metástases ou recidivas cerebrais e, inclusive, para tratamentos de lesões benignas, como gliomas, adenomas pituitários, neuralgia de trigêmeo, má-formação arteriovenosa, meningeomas da base do crânio, entre outros.


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