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Qualidade no Tratamento e Qualidade do Medicamento

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/08/2015 - Data de atualização: 16/08/2015


Por estarmos falando de conceitos gerais e também subjetivos, quando falamos em qualidade do tratamento precisamos considerar vários fatores como: recursos oferecidos pelo local onde o tratamento será realizado, equipe multiprofissional envolvida, dedicação e envolvimento do médico e do paciente e também o medicamento utilizado.
 
Sem dúvida alguma q qualidade do medicamento utilizado fará toda a diferença no resultado almejado, ou seja, a cura ou controle da doença.
 
Entendendo o medicamento...
 
Os medicamentos têm como base uma ou mais substâncias – o chamado princípio ativo (fármaco).
 
O princípio ativo é a substância que exerce a ação no organismo e o que será a base do medicamento.
 
A qualidade de um medicamento se mede pela sua capacidade de exercer o efeito terapêutico que dele se espera. Essa capacidade é determinada pelas propriedades que tenham influência nesses resultados, como sua identidade, sua pureza, seu teor ou potência, as propriedades químicas, físicas e biológicas ou do seu processo de fabricação.
 
No caso dos pacientes com doença neoplásica em atividade, a falta de capacidade do medicamento de exercer seu efeito terapêutico significa potencialmente a progressão da doença e que está associada ao agravamento dos sintomas e à piora na qualidade de vida. Sem contar o fato de que uma indicação terapêutica, que poderia ser eficaz, será descartada quando, na verdade, não é a indicação que está inadequada, mas o medicamento que não é confiável.

Ou seja, se um paciente está tomando o medicamento "A” e apresenta progressão de doença, o mais provável é que o médico passe a utilizar o medicamento "B. Agora se pensarmos que a ausência do efeito foi decorrente da qualidade do medicamento, nesse caso o remédio "A”, que seria efetivo se fosse de boa qualidade, é completamente descartado.
 
É mais sério ainda se pensarmos nos pacientes que fazem tratamento adjuvante e cujo objetivo é impedir a volta da doença. A falha de um medicamento usado nesse contexto significa a volta da doença e uma diminuição importante nas chances de cura.



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