Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD Mundipharma Takeda Astellas UICC GBT Abbvie Ipsen Sanofi Grunenthal Daiichi Sankyo


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Planos são obrigados a pagar medicamentos contra efeitos do tratamento do câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 01/08/2014 - Data de atualização: 01/08/2014


Medicamentos usados para combater efeitos indesejados do tratamento domiciliar contra o câncer passam a ser de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, segundo determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicada ontem. A resolução da ANS cobre oito grupos de terapias de controle de efeitos colaterais, como diarreia, infecções, e náusea e vômitos. 

Medicamentos com essas funções eram de cobertura obrigatória apenas no caso de tratamento em âmbito hospitalar.

STF decidirá se planos de saúde podem ser vendidos 
A norma, que tem validade imediata, complementa uma regra anterior que determinou que, a partir de janeiro de 2014, os planos de saúde passassem a oferecer o tratamento com drogas orais em 37 casos de terapias contra o câncer. Essa decisão da ANS se antecipou à entrada em vigor de uma lei federal que estabelece a obrigatoriedade de cobertura, pelos planos, das drogas orais contra o câncer – que permite o tratamento domiciliar e, por vezes, com drogas mais modernas. A lei federal, que entrou em vigor ontem também obrigou o fornecimento das drogas para controle dos efeitos colaterais. 

A ANS estima que 10 mil pessoas já façam uso das drogas orais contra o câncer recebidas dos planos de saúde. Rafael Kaliks, diretor científico do Instituto Oncoguia (entidade que vem pressionando pela oferta das drogas orais contra o câncer), comemora a ampliação feita pela ANS. "Não adianta aprovar a medicação "oral contra o câncer” se, para lidar com efeitos colaterais do tratamento, a pessoa tiver que gastar uma fortuna”, argumenta. Kaliks 

BACTÉRIA LETAL Oito pacientes foram contaminados por uma bactéria na área de emergência do Hospital de Messejana, em Fortaleza. Sete deles morreram e um continua internado. O estado de saúde dele não foi informado. De acordo com a Secretaria de Saúde do Ceará, os pacientes contaminados tinham entre 70 e 90 anos e já estavam internados em estado grave devido a doenças como insuficiência cardíaca e pulmonar. 

A primeira morte ocorreu em 7 de abril, quando o hospital começou a monitorar o caso. Segundo a pasta, a bactéria Acinetobacter balmani é comum em ambientes hospitalares. A transmissão ocorre pelo contato direto pelas mãos ou objetos contaminados. Após duas mortes em dois dias, em 29 de abril e 1º de maio, a direção do hospital decidiu fechar a área de emergência, para desinfecção e reformas. Ao todo, 20 pacientes que estavam no local foram transferidos para outros hospitais. A última morte foi registrada dia 8. Em nota, a secretaria informou que, embora os pacientes tenham sido contaminados pela bactéria, não é possível precisar se ela foi a causa das mortes. 

Matéria publicada em:
  • Em.com.br em 13/05/2014
  • Estado de Minas em 13/05/2014


Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2022 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive