Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD Mundipharma Takeda Astellas UICC GBT Abbvie Ipsen Danone Nutricia Sanofi Grunenthal Sirtex Servier Oncologia


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

OMS anuncia plano para erradicar o câncer de colo de útero

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/11/2020 - Data de atualização: 19/11/2020


A Organização Mundial da Saúde anunciou um plano para erradicar o câncer de colo de útero.

Em uma mesa da OMS, o assunto não foi pandemia, mas se falou de uma doença que também mata, e muito. É a primeira vez que os 194 países que fazem parte da organização unem forças para acabar com um tipo de câncer.

São aproximadamente 570 mil novos casos por ano no mundo, o quarto tipo de câncer mais comum entre as mulheres. E a estimativa é de 311 mil mortes no mesmo período. No Brasil, 2020 deve encerrar com mais de 16,5 mil descobertas da doença.

A notícia foi um baque para a designer de moda Loredana Martins. Ela removeu uma lesão no colo do útero em 2016, mas demorou para voltar ao médico. O tumor cresceu e ela perdeu o útero.

“Para mim foi bem difícil por ter tirado o útero todo. Não queria ter tirado, meu sonho sempre foi ser mãe. Se aconteceu comigo, era para eu amadurecer, era para eu crescer, era para eu me cuidar. E alertar todas as minhas amigas também, as pessoas vão assistir, para se cuidar mesmo durante a pandemia”, conta.

O ponto de partida do plano da OMS é a prevenção. O câncer de colo de útero tem a ver com o HPV, que está entre os vírus sexualmente transmissíveis mais comuns, e que pode ser evitado com vacina.


O segundo passo é investir em exames para detectar a doença logo no início, quando há 100% de chances de cura. Por tudo isso, a OMS acredita que é possível, sim, acabar com esse tipo de câncer.

Dois médicos brasileiros que trabalham no Instituto do Câncer de São Paulo participaram da força-tarefa da OMS.

"Os recursos que nós precisamos para eliminar essa doença são disponíveis hoje. Não precisamos inventar nada de novo. Apenas usar de maneira eficiente e organizada os conhecimentos que já temos", defende Jesus Paula Carvalho, chefe de ginecologia oncológica do Instituto do Câncer de São Paulo.

"Sendo uma iniciativa da OMS, isso vai sensibilizar muito mais os governos em geral, principalmente porque é uma doença mais prevalente em países de renda média e baixa”, afirma Heloísa de Andrade Carvalho, médica de radioterapia do Instituto do Câncer de São Paulo.

A técnica de enfermagem Michele Alves Meira trabalha no mesmo hospital. Já viu muitas mulheres chegarem com a doença em estágio avançado. O câncer dela estava no começo e ela só descobriu quando tentou engravidar.

“E estou aqui para contar a história de que fui curada. Quanto mais cedo maior a chance”, alerta.

E a vida continua.

“O mais legal de tudo é que agora eu preciso de uma barriga de aluguel para poder usar os meus óvulos que estão congelados. E, se tudo der certo, a minha mãe vai ser a minha barriga de aluguel”, afirma Loredana.

"Eu não tenho mais condições de gerar um filho meu, mas a adoção está nos nossos planos para o ano que vem", conta Michele.

Fonte: Jornal Nacional

Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2020 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive