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Novidades no tratamento do sarcoma uterino

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/01/2014 - Data de atualização: 24/11/2022


Como os sarcomas uterinos são raros, não existe muitas pesquisa sobre eles. A maioria dos especialistas concordam que, se disponível, o tratamento em um estudo clínico deve ser considerado para qualquer tipo de sarcoma uterino. Entretanto, muitas pesquisas sobre sarcoma uterino estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em genética, diagnóstico e tratamentos.

  • Alterações genéticas

As pesquisas recentes melhoraram a compreensão de como as alterações em certos genes podem fazer com que células normais se tornem cancerígenas. Sabe-se que mutações (danos ou defeitos) no DNA podem alterar genes importantes que regulam o crescimento celular. Se estes genes são danificados, pode resultar no aparecimento de câncer.
 
Pesquisas sobre sarcomas uterinos encontraram várias alterações nos genes que controlam o crescimento celular. Por exemplo, alterações nos genes RB1, TP53 e PTEN foram encontradas em leiomiossarcomas uterinos. Os médicos estão analisando como essas alterações genéticas podem ser úteis na descoberta de novos exames de imagem ou novas terapias-alvo para diagnosticar e tratar os sarcomas uterinos. Também estão avaliando como essas alterações podem melhorar o diagnóstico de um tipo específico de sarcoma uterino, bem como a prever o diagnóstico de uma pessoa.

  • Exames de imagem

Os exames de imagem para diagnosticar com mais precisão os sarcomas uterinos são uma área ativa de pesquisa. As opções de tratamento para os tumores uterinos dependem muito se é câncer ou não, como um leiomioma (mioma). Saber o diagnóstico correto ajuda a decidir se a cirurgia é necessária. Os esforços para melhorar os exames de imagem para esses tumores raros levaram os pesquisadores a analisar como esses exames podem ser usados para um melhor entendimento sobre esse tipo de tumor, como, por exemplo, se a quimioterapia será necessária após a cirurgia e os possíveis resultados.
 
Exames de tomografia por emissão de pósitron (PET scan) usando diferentes marcadores estão sendo estudadas, assim como as ressonâncias magnéticas com contraste. Os pesquisadores, também, estão tentando encontrar outros fatores que, usados junto com os exames de imagem, podem ajudar a diagnosticar um sarcoma uterino, como certos exames de sangue, tamanho do tumor e peso corporal da pessoa.

  • Quimioterapia

Novas combinações de medicamentos quimioterápicos, novas drogas e melhores formas de administrar a quimioterapia também são áreas ativas de pesquisa. A cirurgia é o tratamento padrão para o sarcoma uterino, mas a quimioterapia com (ou sem) radioterapia após a cirurgia pode evitar a recidiva da doença. Estudos também estão sendo feitos para verificar se a administração de determinados medicamentos quimioterápicos após a cirurgia pode aumentar a sobrevida de algumas mulheres com sarcoma uterino.

  • Hormonioterapia

A hormonioterapia pode tratar e controlar alguns sarcomas uterinos com receptores de estrogênio e/ou receptores de progesterona positivos. Os pesquisadores estão verificando se os medicamentos que controlam o estrogênio podem retardar ou até impedir que esses cânceres recidivem após a cirurgia. Também estão analisando se os ovários precisam ser removidos como parte do tratamento em todas as mulheres com sarcoma uterino ou se é segura uma cirurgia conservadora, especialmente, em mulheres jovens. com leiomiossarcoma ou doença em estágio I.

  • Terapia-alvo e imunoterapia

Os médicos também estão avaliando o uso da terapia-alvo e da imunoterapia como tratamentos para o sarcoma uterino. Para isso são realizados exames para determinar alterações genéticas e em proteínas que podem prever se a doença pode ser tratada com terapia-alvo ou imunoterapia.
 
Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 20/09/2022, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.

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