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Novidades no Tratamento do Tumor Carcinoide Gastrointestinal

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/05/2013 - Data de atualização: 18/04/2017


Pesquisas sobre os tumores carcinoides gastrointestinais estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços nas áreas de:

  • Genética

Os pesquisadores estão procurando as causas dos tumores carcinoides gastrointestinais, com o intuito de utilizar esse conhecimento para ajudar a prevenir ou tratar novos casos da doença. Um grande progresso é a descoberta que alterações no gene MEN1, que provoca a neoplasia endócrina múltipla tipo 1, são detectadas em muitos pacientes com tumores carcinoides gastrointestinais. Outras alterações genéticas que parecem tornar esses tumores mais agressivos estão sendo estudadas.

  • Diagnóstico e Estadiamento

Como o prognóstico dos tumores carcinoides gastrointestinais e outros tipos de câncer do trato digestivo são muito diferentes, é necessária uma maior precisão do diagnóstico. Os pesquisadores fizeram grandes progressos no desenvolvimento de exames que podem detectar substâncias específicas encontradas nas células dos tumores carcinoides. A maioria destes exames trata amostras de tecido com anticorpos especiais produzidos, para reconhecer estas substâncias que aparecem apenas em certos tipos de tumores.

Octreoscan é um exame de imagem comumente utilizado para a detecção de tumores carcinoides gastrointestinais. Os pesquisadores estão avaliando o uso de outros radiofármacos para a detecção precoce desses tumores.

  • Tratamento

Quando possível, a cirurgia é a principal opção terapêutica para os tumores carcinoides. Entretanto, melhores abordagens são necessárias quando não é possível a remoção de todos os tumores cirurgicamente. A quimioterapia tem tido um sucesso limitado. Novos medicamentos quimioterápicos e combinações estão sendo estudadas.

  • Terapia Alvo

Novas terapias alvo estão sendo estudadas para uso contra os tumores neuroendócrinos gastrointestinais. Estas drogas são concebidas para atacar algum aspecto específico das células cancerígenas com pouco dano às células normais.

O everolimus é uma terapia alvo que bloqueia a proteína celular mTOR, que normalmente ajuda as células a crescerem e se dividirem. Está aprovado pelo FDA para tratar tumores neuroendócrinos pancreáticos avançados. Também está sendo estudado para verificar se pode ajudar os pacientes com tumores carcinoides gastrointestinais. Em um estudo, a adição de everolimus ao octreotido mostrou um resultado melhor do que o uso do octreotido isolado na suspensão do crescimento tumoral.

O bevacizumab, por exemplo, ataca a fonte de fornecimento de sangue do tumor. Ele já está sendo usado contra alguns tipos de câncer e atualmente está sendo avaliado para tumores carcinoides.

Outras terapias alvo bloqueiam as moléculas que aceleram o crescimento das células cancerígenas, como erlotinib, temsirolimus e sorafenib, que estão em uso em outros tipos de câncer e agora estão sendo testadas contra os tumores carcinoides.

O netazepide é um novo medicamento que bloqueia a hormona gastrina. Em estudos iniciais em pacientes com tumores carcinoides de estômago e níveis elevados de gastrina, este medicamento reduziu o tamanho dos tumores. Entretanto, mais estudos ainda são necessários.

Cintilografias com radiofármacos, como o I-131 MIBG, podem ser úteis para detectar tumores neuroendócrinos. Estas substâncias são ligadas ao elemento radioativo e podem ser detectadas com gama câmaras. Atualmente, os pesquisadores estão estudando o uso de uma droga similar ao octreotide denominada octreotide marcadas como ítrio (90Y). Até agora, os resultados têm sido promissores, mas esta abordagem está disponível apenas em ensaios clínicos.

Fonte: American Cancer Society (08/02/2016)

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