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Novidades no Tratamento do Mesotelioma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/05/2013 - Data de atualização: 11/02/2019


Muitas pesquisas sobre mesotelioma estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce, diagnóstico e tratamento:

  • Causas e prevenção

O papel do amianto no aumento do risco de mesotelioma é uma preocupação de saúde pública. Os pesquisadores estão investigando quais fibras produzem o câncer, como elas causam esses tipos de câncer, e que nível de exposição pode ser considerado seguro. Agora que os perigos do amianto são conhecidos, pode-se limitar ou impedir a exposição em ambientes de trabalho. Infelizmente, os regulamentos que protegem os trabalhadores da exposição ao amianto são menos rigorosos em alguns países do que em outros.

As pesquisas também estão buscando os genes que possam afetar o risco de uma pessoa desenvolver mesotelioma.

  • Detecção precoce e diagnóstico

O mesotelioma é mais fácil de ser tratado e tem melhores resultados se for diagnosticado precocemente, quando ainda é pequeno e não está disseminado. Atualmente, é difícil diagnosticar o mesotelioma precocemente. Na maioria das vezes, só é diagnosticado quando o paciente vai ao médico devido aos sintomas que está apresentando. Os pesquisadores estão buscando por exames de detecção precoce que possam ajudar a diagnosticar o mesotelioma antes de chegar a esse ponto.

Pesquisas recentes em trabalhadores expostos ao amianto encontraram determinados marcadores de proteínas no sangue que foram associados ao mesotelioma. Esse teste foi capaz de detectar o mesotelioma até um ano antes de ser diagnosticado. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para comprovar a eficácia desse teste. Outros estudos em pessoas em risco estão examinando os testes que podem ser feitos no líquido que é removido dos pulmões e nos testes de respiração. Esses procedimentos poderiam resultar em futuros exames de rastreamento, bem como em testes que poderiam ser usados ​​para diagnosticar esse tipo de câncer.

E, assim como já foi aprendido com outros tipos de câncer, a identificação e o estudo de biomarcadores específicos para o mesotelioma podem até impactar as escolhas do tratamento e dar uma melhor compreensão do provável desfecho para cada paciente. Os níveis dos biomarcadores também podem ser uma maneira de verificar se e como o tratamento está respondendo.

  • Tratamento

O mesotelioma continua a ser um câncer difícil de tratar, e os médicos estão constantemente tentando aperfeiçoar os tratamentos existentes. Os papéis da cirurgia, radioterapia e quimioterapia no tratamento do mesotelioma são muito discutidos. Combinações destes tratamentos, chamados de terapia multimodalidade, estão sendo avaliados e podem ser uma opção promissora para alguns pacientes.

  • Quimioterapia

Alguns quimioterápicos podem diminuir ou retardar o crescimento de mesoteliomas, mas na maioria dos casos, os efeitos duram um tempo limitado. Estão em andamento, estudos para testar novos medicamentos quimioterápicos e novas combinações de medicamentos.

  • Terapia fotodinâmica

A terapia fotodinâmica é um tipo de tratamento que pode ser útil nos mesoteliomas, no entanto sua utilidade ainda está sendo estudada. Neste tratamento, uma droga ativada pela luz é injetada na veia, se espalhando pelo corpo e se acumulando nas células cancerígenas. Alguns dias depois, uma luz especial é inserida na cavidade torácica. A luz causa uma alteração química que ativa a droga e destrói as células cancerígenas. Como o medicamento ativa apenas as áreas expostas a essa luz, esta abordagem pode causar menos efeitos colaterais que o uso de outras drogas que vão para a corrente sanguínea. Vários ensaios clínicos estão em andamento para avaliar o uso desta terapia para o mesotelioma.

  • Terapia alvo

Os medicamentos quimioterápicos têm efeito limitado sobre o mesotelioma. Mas existem outros aspectos das células cancerígenas que as tornam diferentes das células normais. Nos últimos anos, os pesquisadores têm desenvolvido novos medicamentos direcionados para tentar explorar essas diferenças, com menos efeitos colaterais.

A terapia alvo já é usada no tratamento de muitos tipos de câncer. Esses medicamentos agem de maneira diferente dos quimioterápicos convencionais e às vezes respondem quando os medicamentos quimioterápicos não já respondem.

Outros medicamentos têm alvos diferentes. Por exemplo, alguns medicamentos novos têm como alvo a mesotelina, uma proteína encontrada em níveis elevados nas células de mesotelioma.

  • Imunoterapia

Os estudos clínicos estão avaliando o impacto da imunoterapia para o mesotelioma. Esses medicamentos fazem com que o sistema imunológico do corpo ataque as células cancerígenas.

Alguns estudos sugerem que esse tratamento responda bem, entretanto mais pesquisas ainda são necessárias. Os pesquisadores estão estudando a melhor maneira de combinar os medicamentos imunoterápicos e como obter os melhores resultados ao combiná-los com a quimioterapia e outros tratamentos. Também estão procurando novos medicamentos imunoterápicos para o tratamento do mesotelioma.

Outras formas recentes de tratamento

Como os tratamentos convencionais geralmente têm uma utilidade limitada contra o mesotelioma, os pesquisadores estão estudando outros novos tipos de tratamento. Mas, os estudos ainda estão em fase inicial e mais pesquisas ainda são necessárias antes que fiquem amplamente disponíveis.

Terapia gênica. A terapia gênica é um método de tratamento que está sendo testado para o mesotelioma. Uma das abordagens utiliza vírus modificados em laboratório. O vírus modificado é injetado no espaço pleural para infectar as células cancerígenas do mesotelioma. Quando esta infecção ocorre, o vírus injeta o gene desejado nas células. Numa versão dessa abordagem, o vírus carrega um gene que ajuda a ativar o sistema imunológico para atacar as células cancerígenas.

Vacina. Nessa abordagem, as células imunológicas são removidas do sangue do paciente e tratadas no laboratório para que reajam às células tumorais. Após essas células são então devolvidas ao paciente, onde se espera que possam infectar e destruir as células cancerígenas ou fazer com que o sistema imunológico ataque as células cancerígenas. Outras vacinas que estão sendo testadas levam determinadas proteínas para as células cancerígenas de modo a impedir seu crescimento. Este é um tratamento promissor contra o câncer, e diversos tipos diferentes de vacinas estão sendo estudados.

Fonte: American Cancer Society (16/11/2018)

 

 

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