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Inteligência emocional é blá, blá, blá?

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 31/01/2017 - Data de atualização: 31/01/2017


Os estudos da inteligência emocional iniciaram em 1970, cientificamente é como se ainda estivéssemos engatinhando nas pesquisas, tornando um campo novo para a ciência e, consequentemente, para a prática diária. Se seguirmos pelo conceito de inteligência emocional, a capacidade de administrar as nossas emoções para que elas sejam base de comportamentos positivos e adequados para nosso desenvolvimento e crescimento, parece uma capacidade necessária para qualquer aspecto da nossa vida.
O maior desafio é que a inteligência emocional é a capacidade de utilizar duas áreas distintas do nosso cérebro ao mesmo tempo, antes de emitir qualquer tipo de resposta diante de situações desafiadoras.

A primeira parte do nosso cérebro envolvida na inteligência emocional está em nossa região cortical a capacidade cognitiva como planejamento, tomada de decisão, flexibilidade cognitiva, atenção e outras funções executivas. A segunda está em nossa região subcortical, nossas emoções básicas: raiva, alegria, tristeza, nojo e medo. E também as emoções complexas derivadas como a angustia, desespero, euforia, contentamento, etc.

Quando não exercitamos a inteligência emocional temos uma tendência a sermos racionais demais, ou emocionais demais. E isso agride diretamente nosso corpo e as pessoas com quem convivemos.

A racionalidade excessiva deixa a vida fria, vazia e estável demais. Quando você é muito razão, não significa que não sinta as emoções, elas estão lá, você apenas não as acessa e pode acabar somatizando fisicamente.

Ser emoção demais também se torna um problema, porque você tem mais dificuldade de se organizar mentalmente quando tem uma oscilação muito grande em sentimentos. Perde sua capacidade de tomar decisões e prevalece a indecisão, aumentando a insegurança, medo, fantasias de tudo dar errado.

O desafio do treino da inteligência emocional é diário e é o que sempre falo para nossos alunos e clientes, o cérebro é como um músculo, ele precisa ser treinado, aperfeiçoado para que dê respostas assertivas para nossos desafios de vida.

Vamos agir?

Zora Viana
Psicóloga, Coach e Palestrante



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