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Inca estima que serão 68 mil novos casos de câncer de próstata em 2018

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 25/09/2018 - Data de atualização: 25/09/2018


O câncer de próstata é o mais incidente entre os homens brasileiros após o tumor de pele não melanoma. Um levantamento do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que serão 68.220 novos casos da doença em 2018, sendo que os valores correspondem a um risco estimado de 66 novos casos a cada 100 mil homens. A maioria dos pacientes se concentra nas regiões mais desenvolvidas, como Sul e Sudeste.

A previsão para o ano de 2019 é a mesma. Nos estados, a estimativa para os dois anos é maior em São Paulo, com 14.890 casos, seguido do Rio de Janeiro, com 6.950; Minas Gerais, com 6.730; e Rio Grande do Sul, com 6.210.

Segundo o Ministério da Saúde, o avanço da idade é um fator de risco para o câncer de próstata, visto que tanto a incidência quanto a mortalidade aumentam após os 50 anos. O histórico familiar em primeiro grau (pai, irmãos ou filhos) também é associado a um maior risco de desenvolvimento da doença.

Para discutir o tema, o Correio Braziliense promove, nesta terça-feira (25/9), o Correio Debate, com o tema 'Oncologia no Brasil - Inovação no Tratamento e no Diagnóstico do Câncer'. O evento reunirá especialistas e autoridades para discutir as inovações e atualidades no diagnóstico prévio e no tratamento do câncer.

Realizado pelo Correio Braziliense e patrocinado pelo Sírio Libanês, o evento será das 13h30 às 18h30, no auditório do jornal, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), lote 340. Um welcome coffee será oferecido no começo da cerimônia, que será aberta pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adeilson Loureiro Cavalcanti.

Os painéis serão divididos em duas partes: o primeiro terá como tema "Rastreamento e diagnóstico precoce: os caminhos da prevenção" e contará com a participação do oncologista do Sírio-Libanês Brasília, Rodrigo Medeiros, com a integrante da Diretoria da Associação Brasileira de Mastologia (SBM), Pollyanna Dornelas Pereira, e a técnica da Divisão de Detecção Precoce e a Organização de Rede de Atenção Oncológica (CONPREV/INCA) Renata Oliveira Maciel dos Santos.

No segundo quadro, o assunto a ser abordado será: "Tratamentos: o que há de atual e as promessas para o futuro", que contará com a participação do pesquisador do INCA e da Fiocruz, Martin Bonamino; o imunoterapeuta do Sírio-Libanês Brasília, Romualdo Barroso; o especialista em Transplante de Medula Óssea e Terapia Celular do Sírio-Libanês Brasília,  Fernando Blumm, e com o representante da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Daniel Marques.

Ele explica que o rastreio da doença é feito a partir do toque retal a partir dos 50 anos. "Esse rastreio é muito importante. Dependendo do estágio do câncer e da idade do paciente, há duas opções: a cirurgia de prostatectomia ou radioterapia. Tem que ter em mente que o diagnóstico precoce dá uma chance maior de cura. O câncer não é igual em todo paciente, cada um tem um comportamento. Em alguns casos é silencioso e em outros, agressivo. Por isso a importância do rastreio."

Marques aponta ainda a diferença drástica dos pacientes do sistema privado para o público, que tem menos acesso tecnológico, diagnóstico e de tratamento. "Infelizmente, o tratamento de câncer é heterogêneo. O sistema público acaba diagnosticando mais tarde, com o tumor já avançado. Já o privado tem mais acesso, descobre mais cedo e tem melhores condições de tratamento. O sistema público está atrasado e tem muito o que melhorar", conclui.

Fonte: Correio Braziliense

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