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Imunoterapia para Câncer de Próstata

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/06/2014 - Data de atualização: 25/06/2020


A imunoterapia usa medicamentos para estimular o sistema imunológico do paciente a reconhecer e destruir as células cancerígenas de forma mais eficaz. Vários tipos de imunoterapia podem ser utilizados no tratamento do câncer de próstata.

Vacinas

Sipuleucel-T é uma vacina contra o câncer. Ao contrário das vacinas tradicionais, que aumentam o sistema imunológico para prevenir doenças infecciosas, essa vacina estimula o sistema imunológico para que ele ataque as células cancerígenas do câncer de próstata no organismo.

A vacina é usada para tratar o câncer de próstata avançado que não está mais respondendo à hormonioterapia, mas que está provocando poucos ou nenhum sintoma.

Essa vacina é produzida individualmente, não sendo elaborada em massa. Para a produção dessa vacina, células brancas são retiradas do sangue do paciente e expostas a uma proteína a partir de células cancerígenas da próstata denominadas fosfatase ácida prostática. Essas células são devolvidas ao paciente por infusão numa veia. No organismo, as células induzem outras células do sistema imunológico a atacar o tumor.

A vacina não bloqueia o desenvolvimento do tumor, mas aumenta a sobrevida. Assim como a hormonioterapia e a quimioterapia, esse tipo de tratamento não demonstrou curar o câncer de próstata.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais frequentes da vacina podem incluir febre, calafrios, fadiga, dores nas costas e nas articulações, náuseas e dor de cabeça. Na maioria das vezes começam durante as infusões celulares e não duram mais do que alguns dias. Alguns homens podem apresentar outros sintomas, como problemas respiratórios e hipertensão arterial, que geralmente melhoram após o tratamento.

Inibidores do controle imunológico

Uma função importante do sistema imunológico consiste em sua capacidade de atacar as células normais e anormais do corpo. Para fazer isso, ele usa pontos de verificação, - as chamadas moléculas de controle imunológico em células imunológicas que precisam ser ativadas (ou desativadas) para iniciar uma resposta imunológica. As células cancerígenas, às vezes, usam esses pontos de controle para evitar serem atacadas pelo sistema imunológico. Esses medicamentos têm como alvo as proteínas do ponto de controle restabelecendo a resposta imunológica contra as células cancerígenas.

Os medicamentos denominados inibidores do controle imunológico podem ser usados em pacientes cujas células prostáticas testaram positivo para alterações genéticas específicas, como um alto nível de instabilidade de microssatélites (MSI-H) ou alterações em um dos genes de reparo de incompatibilidade (MMR). Alterações nos genes MSI ou MMR (ou ambos) são frequentemente observadas em pacientes com síndrome de Lynch.

Esses medicamentos são usados em pacientes cujo tumor voltar a crescer após a quimioterapia. Também podem ser usados no tratamento de pacientes cujo tumor não pode ser removido cirurgicamente, que recidivou ou para a doença disseminada (metástases).

Inibidor da PD-1

O pembrolizumabe têm como alvo a PD-1, uma proteína do ponto de verificação nas células do sistema imunológico denominadas células T, que normalmente impede que essas células ataquem outras células do corpo. Ao bloquear a PD-1, esse medicamento aumenta a resposta imunológica contra as células cancerígenas na próstata. Ele mostrou resultados promissores em alguns pacientes com câncer de próstata e continua a ser estudado.

Esse medicamento é administrado por infusão intravenosa, a cada 2 ou 3 semanas.

Os efeitos colaterais podem incluir fadiga, tosse, náusea, coceira, erupção cutânea, diminuição do apetite, prisão de ventre, dor nas articulações e diarreia.

Outros efeitos colaterais importantes podem ocorrer com menos frequência. Esses medicamentos agem basicamente removendo os freios do sistema imunológico do corpo. Às vezes, o sistema imunológico ataca outras partes do corpo, o que pode provocar problemas importantes nos pulmões, intestinos, fígado, glândulas hormonais, rins ou outros órgãos.

É importante comunicar imediatamente ao seu médico qualquer efeito colateral que você apresentar. Se ocorrerem efeitos colaterais importantes, o tratamento pode precisar ser interrompido e você, dependendo do caso, poderá ser medicado com altas doses de corticosteroides para suprimir o sistema imunológico.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Imunoterapia.

Para saber se o medicamento que você está usando está aprovado pela ANVISA acesse nosso conteúdo sobre Medicamentos ANVISA.

Para saber mais sobre alguns dos efeitos colaterais listados aqui e como gerenciá-los, consulte nosso conteúdo Efeitos Colaterais do Tratamento.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/08/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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