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Idosa com câncer chora ao reclamar de falta de medicamentos em hospital de SP

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/09/2017 - Data de atualização: 12/09/2017


Uma moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, vive uma batalha além do câncer: conseguir ser medicada da maneira correta no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos. Maria Imaculada Matos e sua filha, Raquel Guimarães Matos, reclamam que a idosa não recebe alguns remédios que fazem parte da quimioterapia.

Maria Imaculada luta contra o câncer pela segunda vez. Ela descobriu um nódulo no pescoço e iniciou o tratamento, mas, ao invés da doença regredir, acabou aumentando. O fato dos nódulos terem se espalhado pelo corpo chamou a atenção da filha da idosa, que é enfermeira e passou a prestar atenção nos medicamentos que eram dados à mãe.

Segundo Raquel, a idosa passou por quatro sessões de quimioterapia e em duas delas faltaram medicamentos. "A primeira (sessão) não tinha carboplatina, a segunda e a terceira tiveram. Na quarta, não tinha o taxol. Fui reclamar e disseram que a licitação está feita, mas que a empresa responsável não tem o remédio em pronta entrega”, falou.

A idosa chora ao reclamar do tratamento. Ela pede que as autoridades responsáveis recoloquem os remédios à disposição. "Se fosse eles, alguém deles que estivesse precisando, eles deixariam estar acontecendo o que está acontecendo aqui? Nós sofremos os mesmos sintomas, ficamos mal, e sabemos que não está valendo nada. Eu sei que estou tomando um só, os outros não sabem. Isso é muito triste”, explicou.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que a idosa não deixou de tomar os medicamentos, já que remédios similares foram dados a ela. Raquel, no entanto, contesta a versão do Governo do Estado. "Eles prescreveram o similar para as próximas sessões, mas as que ela já passou, não teve o remédio”.

Sobre a contestação, a Secretaria Estadual de Saúde disse que foi prescrito o medicamento similar. A assessoria de imprensa não conseguiu explicar o motivo da idosa não ter recebido os remédios necessários nas sessões que já passaram.

Fonte: G1

As opiniões contidas nos artigos assinados pelos nossos colunistas refletem unicamente a opinião do autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.

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