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Exames de Imagem para Diagnóstico do Câncer de Pele Melanoma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/08/2015 - Data de atualização: 21/05/2019


Os principais exames utilizados para o diagnóstico ou estadiamento do câncer de pele melanoma são:

  • Radiografia de tórax

O exame de Raios X de tórax pode determinar a existência de metástase no pulmão.

  • Tomografia computadorizada

É um exame de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X para visualizar pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de Raios X ao redor do paciente. O equipamento possui uma mesa de exames onde o paciente fica deitado para a realização do exame. Esta mesa desliza para o interior do equipamento, que é aberto, não gerando a sensação de claustrofobia.

Este exame permite diagnosticar se os linfonodos ou órgãos, como o fígado ou pulmões têm metástases do melanoma.

Muitas vezes a tomografia é utilizada para guiar com precisão o posicionamento de uma agulha de biópsia em uma área suspeita de ter uma lesão cancerígena.

  • Ressonância magnética

A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. Este exame, além de permitir uma avaliação dos órgãos internos, sem a utilização de raios X, também proporciona uma visão mais abrangente da região examinada.  

Entretanto, não é um procedimento utilizado com tanta frequência quanto a tomografia computadorizada a menos que o médico esteja preocupado com a disseminação da doença para a medula ou cérebro.

  • Tomografia por emissão de pósitrons

A tomografia por emissão de pósitrons (PET scan) mede variações nos processos bioquímicos, quando alterados por uma doença, e que ocorrem antes que os sinais visíveis da mesma estejam presentes em imagens de tomografia computadorizada e ressonância magnética. O PET scan é uma combinação de medicina nuclear e análise bioquímica, que permite uma visualização da fisiologia humana por detecção eletrônica de radiofármacos emissores de pósitrons de meia-vida curta.

Os radiofármacos, ou moléculas marcadas por um isótopo radioativo, são administrados ao paciente, por via venosa, antes da realização do exame. Como as células cancerígenas se reproduzem muito rapidamente, e consomem muita energia para se manter em atividade, o exame aproveita essa propriedade. Moléculas de glicose, que são energia pura, são marcadas por um radioisótopo e injetadas nos pacientes. Como as células de tumores são ávidas pela energia proveniente da glicose, esta vai concentrar-se nas células cancerígenas, na quais o metabolismo celular é mais intenso. Alguns minutos depois da administração de glicose é possível fazer um mapeamento do organismo do paciente detectando ponto a ponto a concentração do radiofármaco no corpo.

O PET scan não é útil para pacientes com melanoma em estágio inicial, mas pode ajudar a diagnosticar se a doença se espalhou para os linfonodos.

Fonte: American Cancer Society (20/05/2016)



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