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Estadiamento da Síndrome Mielodisplásica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/01/2014 - Data de atualização: 28/10/2017


O estadiamento descreve aspectos do câncer, como localização, se disseminou, e se está afetando as funções de outros órgãos do corpo. Conhecer o estágio do tumor ajuda na definição do tipo de tratamento e a prever o prognóstico do paciente.

A síndrome mielodisplásica é uma doença da medula óssea e alguns fatores, como alterações nas contagens sanguíneas, aparência da medula óssea, idade do paciente e certas alterações cromossômicas, são utilizados para definir o prognóstico.

Sistema Internacional de Classificação de Prognóstico

O sistema internacional de classificação de prognóstico (IPSS) é um sistema desenvolvido para o estadiamento da síndrome mielodisplásica, concebido para ser utilizado com o sistema de classificação FAB. Ele se baseia em 3 fatores:

  • Porcentagem de blastos na medula óssea (pontuação: zero a 2).
  • Anormalidades cromossômicas (pontuação: zero a 1).
  • Contagens sanguíneas (pontuação: zero ou 0,5).

O sistema IPSS classifica os pacientes com síndrome mielodisplásica em 4 grupos:

  • Risco baixo.
  • Risco intermediário: 1 (Int-1).
  • Risco intermediário: 2 (Int-2).
  • Risco alto.

Sistema de Estadiamento da OMS (WPSS)

Mais recentemente, um sistema de classificação foi desenvolvido com base em três fatores:

  • Tipo de síndrome mielodisplásica baseada na classificação da OMS.
  • Anormalidades cromossômicas.
  • Se o paciente necessita (ou não) de transfusões de sangue.

Este sistema classifica os pacientes com síndrome mielodisplásica em 5 grupos:

  • Risco muito baixo (escore = 0).
  • Risco baixo (escore = 1).
  • Risco intermediário (escore = 2).
  • Risco alto (escore 3 ou 4).
  • Risco muito elevado (score = 5 ou 6).

Estes grupos de risco podem ser utilizados para prever o prognóstico.

Fonte: American Cancer Society (02/07/2015)


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