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Depressão

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/03/2013 - Data de atualização: 24/03/2013


O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.

A depressão pode ser comum em pessoas com câncer, mas não é frequentemente diagnosticada. No entanto, isto não significa que todas as pessoas com câncer tenham depressão.

Sintomas

Os dois sintomas mais comuns da depressão são humor deprimido e perda de interesse nas atividades normais. Outros sintomas da depressão incluem:

  • Insônia ou outros distúrbios do sono.
  • Variação no peso.
  • Alteração no apetite.
  • Fadiga e perda de energia.
  • Sentimentos de irritabilidade ou agitação.
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa.
  • Sentimentos de desespero ou desamparo.
  • Pensamentos de auto-agressão ou suicídio.
  • Preocupação com a morte.
  • Dificuldade de concentração.
  • Retrocesso social.
  • Crises de choro.
  • Sentir-se devagar.

Geralmente, se uma pessoa apresenta humor deprimido ou perda de interesse em atividades que antes apreciava, e pelo menos quatro dos sintomas mencionados acima mais de duas vezes na semana, recomenda-se que converse com o médico sobre a possibilidade de realizar um tratamento.

Fatores de Risco e Diagnóstico

Podem aumentar a probabilidade de um paciente apresentar depressão:

  • Histórico de depressão antes do diagnóstico de câncer.
  • Histórico de alcoolismo ou abuso de drogas.
  • Aumento da debilidade física ou desconforto causado pelo câncer.
  • Dor fora de controle.
  • Medicação.
  • Câncer avançado.
  • Desequilíbrios de cálcio, sódio, potássio ou vitamina B12.
  • Outros problemas nutricionais.
  • Dificuldades neurológicas.
  • Hipertireoidismo ou hipotireoidismo.

Os médicos podem realizar uma série de exames para diagnosticar a depressão, entre eles, perguntas sobre comportamento, sentimentos e pensamentos.

Gerenciamento e Tratamento da Depressão

Quase todos os tipos de depressão são tratáveis. O tratamento para a depressão ajuda o paciente com câncer a gerir a doença e, muitas vezes envolve o tratamento psicológico com medicação antidepressiva. O foco do tratamento psicológico é aumento do enfrentamento e das habilidades para resolver problemas. Os métodos mais comuns incluem a psicoterapia individual e a terapia cognitiva comportamental. Além disso, grupos de apoio ao paciente com câncer podem ser úteis para algumas pessoas com câncer que apresentem depressão.

Como a dor fora de controle está relacionada à depressão, é importante que os pacientes procurem ajuda para o controle da dor e outros sintomas, como fadiga.

Medicamentos

O médico pode recomendar antidepressivos. A maioria dos antidepressivos trata a depressão, alterando a química do cérebro, que pode ser a causa da depressão. Se você e seu médico decidirem que a medicação é o próximo passo, tenha em mente:

  • Diferentes tipos de antidepressivos apresentam efeitos colaterais diferentes, incluindo sexuais, náusea, insônia, boca seca, ou problemas cardíacos. Outros podem melhorar a ansiedade ou ter um efeito mais rápido. No entanto, os efeitos colaterais, geralmente, podem ser administrados com ajuste da doses ou trocando o medicamento.
  • Muitas pessoas com câncer tomam muitos medicamentos diferentes, que podem interagir e interferir na eficácia de outro, causando danos. Informe sempre ao médico sobre todos os medicamentos que estiver usando, incluindo as terapias medicinais.
  • Embora quase 15% a 25% dos pacientes com câncer apresentem depressão, apenas 2% são tratados com antidepressivos.


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