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Corrida ajuda paciente a superar o câncer de mama: 'Faz bem para o corpo e nutre a mente'

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/10/2018 - Data de atualização: 29/10/2018


Corrida ajuda paciente a superar o câncer de mama: 'Faz bem para o corpo e nutre a mente' — Foto: Reprodução/TV TEM

12% das mortes por câncer de mama no Brasil são atribuídas ao sedentarismo. É o que mostra um estudo publicado recentemente em uma revista dos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, em 2015, 2.075 mortes poderiam ter sido evitadas se as pacientes realizassem ao menos uma caminhada de 30 minutos por dia, cinco vezes por semana.

A técnica de enfermagem Vanusa Ibarnes é prova disto. Após o diagnóstico do câncer de mama, ela encontrou na corrida um forte aliado no combate à doença.

"Eu já corria e gostava, mas eu corria para mim e queria continuar. Após o diagnóstico, a própria médica incentiva a gente a continuar a fazer exercício e eu disse 'doutora, eu corro' e ela disse 'então continua correndo!'", conta.

Vanusa lembra que foi necessário superar o cansaço do tratamento diariamente para sentir o benefício da atividade física.

"Tem dia que você levanta e fala 'hoje eu não vou, não estou disposta, não consigo, mas aí vem aquela voz no interior e diz levanta e vamos'. Você vai estar fazendo um bem para o seu corpo, além de estar nutrindo a mente com coisas boas, porque a gente fica muito com o pensamento negativo".

Estilo de vida

De acordo com a mastologista Alice Francisco, em poucos casos o fator genético é determinante para o desenvolvimento de um câncer. Já o estilo de vida influencia muito.

"90% da mulheres não têm alteração genética nenhuma, os casos hereditários são menos de 10%. A grande maioria tem relação com o estilo de vida, obesidade é um risco importante, o sedentarismo, no câncer de mama o alcoolismo tem uma importância relevante e o tabagismo em menor proporção, mas também tem", explica.

A médica ressalta que os riscos de recorrência da doença e até de morte após o diagnóstico são menores em mulheres que não são sedentárias e fazem algum tipo de atividade física.

Segundo o estudo publicado na revista internacional, pacientes diagnosticadas com câncer de mama e que se exercitavam tinham taxa de mortalidade 23,9% menor do que as pacientes sedentárias.

"Eu diria assim 'corra! igual minha médica falou, corra, vá atrás de algo que enriqueça a sua mente!'. Eu hoje estou na melhor fase da minha vida", completa Vanusa.

Fonte: G1 Sorocaba e Jundiaí

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