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Conduta Expectante e Vigilância Ativa do Câncer de Próstata

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/06/2014 - Data de atualização: 29/07/2019


Como o câncer de próstata geralmente cresce de forma lenta, alguns homens, especialmente os mais velhos ou os que têm outros problemas importantes de saúde, muitas vezes não iniciam imediatamente o tratamento contra a doença. Nesses casos, os médicos recomendam abordagens conhecidas como conduta expectante, observação vigilante ou vigilância ativa.

Alguns médicos utilizam esses termos para significar a mesma coisa, enquanto outros consideram significados diferentes:

  • Vigilância ativa. O paciente é acompanhado de perto, fazendo exames regulares de PSA e toque retal a cada 6 meses. Biópsias poderão ser realizadas, para verificar a evolução da doença. Mas, se a qualquer momento for constatado o crescimento do tumor ou alguma alteração com base nos resultados dos exames de acompanhamento, o tratamento é iniciado.
     
  • Conduta expectante. É algumas vezes utilizada para descrever um acompanhamento menos intensivo, o que pode significar menos exames, dependendo das alterações nos sintomas, para decidir se o tratamento é necessário.

Mas, nem todos os médicos concordam com essas definições ou de usá-las exatamente desta forma. Alguns médicos preferem não utilizar o termo vigilância ativa, pois parece implicar que nada está sendo feito, quando, na verdade, o paciente está sendo acompanhado de perto. Não importa qual o termo seu médico utilize, o importante é entender exatamente o que ele quer dizer quando se refere ao termo utilizado.

Essas abordagens podem ser indicadas se a doença não está provocando nenhum sintoma, se o tumor está se desenvolvendo lentamente (com base na pontuação de Gleason), é pequeno e está contido dentro da próstata.

Estas abordagens não são uma boa opção se o tumor é de crescimento rápido (por exemplo, tem uma pontuação de Gleason alta) ou se já se disseminou (com base nos níveis do PSA). A vigilância ativa, geralmente não é oferecida a homens jovens e com bom estado geral de saúde, devido a possibilidade da doença se tornar um problema após 20 ou 30 anos.

A conduta expectante é uma opção razoável ​​para alguns homens com tumores de crescimento lento porque não se sabe se tratar o câncer com cirurgia ou radioterapia realmente aumentará a sobrevida. Esses tratamentos têm riscos definidos e efeitos colaterais que podem superar os possíveis benefícios para alguns homens. Alguns homens não se sentem confortáveis com essa abordagem e preferem aceitar os possíveis efeitos colaterais dos tratamentos ativos para tentar remover ou destruir o câncer.

A vigilância ativa permite que o paciente seja observado por um tempo, tratando apenas os homens cujos tumores estão aumentando. Isso permite que muitos homens evitem os efeitos colaterais do tratamento que não aumentaria sua sobrevida. Uma possível desvantagem dessa abordagem é a chance da doença se disseminar. Isso pode limitar as opções de tratamento e afetar a chance de cura da doença.

Nem todos os médicos concordam com a frequência dos exames durante a vigilância ativa. E nem com o melhor momento para iniciar o tratamento, se houver alterações nos exames de acompanhamento.

Alguns estudos compararam a conduta expectante e a cirurgia para câncer de próstata em estágio inicial, mas a evidência desses estudos foi mista. Alguns mostraram que os homens que fizeram a cirurgia tiveram um aumento na sobrevida, enquanto para outros não mostrou nenhuma diferença na taxa de sobrevida.

Até o momento não existem estudos comparando a vigilância ativa com tratamentos, como cirurgia ou radioterapia. Algumas pesquisas iniciais de vigilância ativa mostraram que apenas um terço dos homens precisam ir para o tratamento definitivo com radioterapia ou cirurgia.

Fonte: American Cancer Society (11/03/2016)



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