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Como o Corpo Masculino funciona Sexualmente

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/02/2016 - Data de atualização: 16/02/2016


Os ciclos naturais do corpo masculino maduro

A partir da adolescência, os testículos começam a produzir um suprimento constante de hormônios, principalmente a testosterona. Os testículos também fabricam milhões de espermatozoides diariamente. Leva cerca de 74 dias para o esperma ficar pronto. Como parte deste processo, o esperma recém fabricado segue por um tubo de cerca de 9 metros de comprimento, denominado epidídimo. Esse tubo forma uma estrutura espiral que se situa na parte posterior e superior de cada testículo.

Antes da ejaculação, outro tubo denominado canal deferente leva o esperma maduro do epidídimo até a próstata, onde se mistura com fluidos especiais da próstata e das vesículas seminais, localizadas do lado da próstata. Esses fluidos esbranquiçados, ricos em proteínas, nutrem os espermatozoides para que possam viver por algum tempo após a ejaculação. Durante o orgasmo, essa mistura do líquido e do esperma, chamada de sêmen, é enviada através da uretra para fora pelo pênis.

O papel da testosterona

A testosterona é o principal hormônio masculino, o que faz com que os órgãos reprodutivos se desenvolvam e promove o comportamento sexual e as ereções. A testosterona também é responsável pelas características sexuais secundárias na puberdade, como uma voz mais grave e o crescimento de pêlos no corpo e face. Os testículos produzem a maioria desse hormônio. As glândulas adrenais, que se localizam acima dos rins, também produzem pequenas quantidades do hormônio em homens e mulheres.

A região do hipotálamo no cérebro controla a quantidade de hormônio que o corpo produz. Quando o nível de testosterona diminui, o hipotálamo sinaliza a hipófise, que envia um sinal hormonal através da corrente sanguínea aos testículos para acelerar a produção do hormônio.

Os níveis hormonais dos homens variam muito, mas a maioria tem mais testosterona na corrente sanguínea do que o necessário. Um homem com nível baixo de testosterona pode ter dificuldades  para ter ou manter ereções, podendo perder o desejo sexual. No homem mais jovem e saudável, problemas hormonais são raros e a ansiedade é a principal causa dos problemas de ereção. As causas clínicas comuns para problemas de ereção incluem medicamentos e problemas com os vasos sanguíneos ou nervos na região pélvica.

O padrão normal de excitação e ereção


Uma ereção começa quando o cérebro envia um sinal para a medula espinhal  através dos nervos que chegam à pelve. Alguns dos nervos que provocam uma ereção se situam dos dois lados da glândula prostática. Quando este sinal é recebido, o tecido esponjoso no interior do pênis relaxa e expande os vasos sanguíneos que levam o sangue para o pênis. Como as paredes se expandem o sangue no interior pode circular até 50 vezes mais rápido do que sua velocidade habitual. O sangue preenche 2 tubos esponjosos de tecido no interior do pênis. As veias que normalmente drenam o sangue do pênis, ficam fechadas para que mais sangue permaneça dentro. Isso faz com que se produza um grande aumento da pressão dentro do pênis, o que provoca uma ereção firme.

Os nervos que permitem a um homem sentir prazer quando o pênis é tocado tem origem em diferentes nervos que controlam o fluxo de sangue e produzem a ereção. Mesmo que um nervo esteja lesionado ou os vasos sanguíneos sejam bloqueados isso não impede que o homem tenha ereções e possa atingir o orgasmo.

Um terceiro conjunto de nervos controla a ejaculação.

Como o orgasmo masculino acontece

O orgasmo de um homem tem duas fases. No primeiro estágio, denominado de emissão, ocorre a contração da próstata, vesículas seminais e canal deferente. Durante a emissão, o sêmen é depositado próximo à parte superior da uretra, pronto para ser enviado para fora (ejaculação). Neste momento, uma pequena válvula na parte superior do tubo se fecha para impedir que o sêmen vá para a bexiga. O homem sente a emissão como "o ponto sem retorno," quando sabe que está prestes a ter um orgasmo. A emissão é controlada pelo sistema nervoso simpático ou involuntário.

A ejaculação é a segunda fase do orgasmo. É controlada pelos mesmos nervos que levam os sinais de prazer quando a área genital é acariciada. Esses nervos fazem com que os músculos ao redor da base do pênis se contraiam ritmicamente, empurrando o esperma através da uretra para fora do pênis. Ao mesmo tempo, mensagens de prazer são enviadas para o cérebro. Essa sensação é conhecida como orgasmo ou clímax.


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