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Estomias intestinais e urinárias

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/03/2015 - Data de atualização: 16/12/2020


Estoma ou ostoma é uma palavra de origem grega que significa "abertura", "boca", "orifício” ou "poro diminuto”. A Sociedade Brasileira em Estomaterapia - SOBEST, em consulta à Academia Brasileira de Letras quanto ao melhor termo a ser utilizado, verificou que o termo ostomia não existia na língua portuguesa. Assim, desde então passou-se a utilizar o termo estomia ou estoma. Do ponto de vista cirúrgico, as estomias realizadas no intestino ou nas vias urinárias, referem-se à abertura feita na parede abdominal com objetivo de eliminar fezes/gases ou urina.

Os nomes dos diversos tipos de estomias resultam da associação do nome do órgão exteriorizado com a palavra estomia ou stomia, como por exemplo: estomia realizada no íleo - ileostomia, estomia realizada no cólon - colostomia, estomia realizada no rim - nefrostomias, estomia realizadas no ureter - ureterostomia.

As estomias mais comuns são as de eliminação, podendo ser de origem intestinal ou urinária, decorrentes de câncer, má formação congênita ou traumatismos. Mas também há outros tipos de estomias, como as gástricas chamadas de  gastrostomias, cuja principal finalidade é oferecer alimentação e as traquestomias que permitem a entrada e saída de ar para os pulmões.

As estomias intestinais ou urinárias, por suas características, não permitem que você tenha controle sobre suas eliminações (fezes/gases ou urina).

Por essa razão é necessário utilizar uma bolsa coletora para armazenamento e posterior eliminação das fezes/gases ou da urina.

Pensando na sua reabilitação, separamos algumas informações importantes para que você aprofunde e entenda melhor o tema, esclarecendo dúvidas frequentes que facilitarão  a reorganização das suas atividades de vida diária.

Lembre-se sempre. Quanto mais informado(a) e atento(a) você estiver, melhor! Aproveite esse espaço para tirar suas dúvidas e, o mais importante, converse sempre com o seu médico e seu estomaterapeuta, siga as orientações, e sempre que identificar alguma alteração, entre em contato com esses profissionais, mantenha a saúde sempre em dia.

Tipos de estomias intestinais e urinárias

Os órgãos ou regiões do corpo em que a estomia será realizada dão origem aos diferentes tipos de estomias como veremos a seguir:

Estomias intestinais

  • Ileostomia

A ileostomia é a exteriorização da parte final do intestino delgado através da pele do abdome. As fezes eliminadas pela ileostomia são mais líquidas do que aquelas que são eliminadas pela colostomia, e ambas são coletadas em uma bolsa plástica adaptada à pele chamada de equipamento coletor. A ileostomia é realizada por qualquer motivo que impeça a passagem das fezes pelo intestino grosso, ou em alguns casos, para proteger a junção de duas partes do intestino onde o problema se localizava.

  • Colostomia

A colostomia é a exteriorização no abdome de uma parte do intestino grosso, o cólon, para eliminação de fezes/gases. A colostomia é realizada quando a pessoa apresenta qualquer problema que o impeça de evacuar pelo ânus. Neste caso , as fezes e gases são eliminados pela estomia, localizada na superfície do abdômen, e coletadas em equipamentos coletores adaptados à pele.

As colostomias podem se apresentar em três tipos, de acordo com a parte do intestino grosso que é exteriorizada:

  1. Colostomia ascendente. É realizada na parte ascendente do cólon (lado direito do intestino grosso).
  2. Colostomia transversa. É localizada na parte transversa do cólon (porção entre o cólon ascendente e descendente).
  3. Colostomia descendente. É realizada na parte descendente do cólon (lado esquerdo do intestino grosso).

Temos ainda a colostomia úmida, que é a adaptação de uma alça intestinal para permitir a eliminação de urina e fezes/gases pela mesma estomia. É uma alternativa para pessoas que necessitam de dupla derivação (fezes e urina).

Estomias urinárias

As estomias urinárias, também chamadas de derivações urinárias, são resultantes de uma abertura na pele que permite a saída de urina proveniente dos rins, ureteres ou bexiga. A mais comum é a ureterostomia, conhecida como Bricker. Nesta derivação é utilizada uma pequena parte do intestino delgado, que é exteriorizado através da pele na região abdominal. Neste seguimento são ligados os ureteres (canais que saem dos rins e conduzem a urina até a bexiga). Assim a urina será eliminada nos  equipamentos coletores.

Estomias temporárias ou definitivas

O tempo de permanência das estomias de eliminação pode variar e, geralmente são temporárias, quando a reconstrução do fluxo intestinal ou urinário for possível, ou como definitiva, quando a reconstrução não for possível.

As estomias temporárias são aquelas realizadas por qualquer problema transitório no trato intestinal ou urinário. No caso das estomias intestinais (ileostomias) geralmente são realizadas para desviar o caminho nas fezes e evitar que elas passem pelo local operado antes da cicatrização completa.

As estomias definitivas são realizadas quando não é possível manter a função normal da evacuação.

Características da estomia, da pele ao redor e das eliminações

É muito importante que você conheça e observe sua estomia e a pele ao redor com regularidade e, caso identifique alguma alteração, buscar atendimento especializado.

A estomia saudável deve ser de cor rosa vivo, brilhante e úmida, características das mucosas, como a parte interna da sua boca. Nos primeiros dias após a cirurgia é esperado que a estomia apresente edema (inchado), que aos poucos vai regredindo. A estomia não tem terminações nervosas, por isso não dói ao ser tocada, no entanto pode apresentar pequenos sangramentos.

A pele ao redor da estomia também deve ser observada frequentemente. O ideal é que esteja lisa, sem vermelhidão, sem coceiras e sem feridas ou dor.

Caso identifique alterações como lesões, mudança na coloração, ou sangramento intenso, são sinais de que precisa buscar ajuda do médico ou do enfermeiro que te acompanha.

Aspecto das eliminações intestinais

Imediatamente após a cirurgia, o funcionamento da estomia intestinal é irregular podendo eliminar fezes várias vezes ao dia, em diferentes momentos. Na medida em que o tempo passa, a estomia funciona de forma mais regular, no entanto, não é possível controlar a saída das fezes e dos gases.

A característica do efluente (fezes) depende do local onde a estomia é realizada:

  1. Ileostomia. Fezes líquidas nos primeiros dias após a cirurgia e pastosas após a readaptação intestinal. É importante lembrar que as principais funções do intestino grosso são absorção da água ingerida e formação das fezes. Nas ileostomias o trânsito intestinal é interrompido, ou seja, as fezes não passam pelo cólon, o que deixa as fezes eliminadas menos consistentes.
  2. Colostomia ascendente. Fezes semilíquidas nos primeiros dias após a cirurgia e pastosas após a readaptação intestinal.
  3. Colostomia transversa. Fezes semilíquidas a pastosas.
  4. Colostomia descendente. Fezes pastosas a sólidas (semelhante às fezes eliminadas pelo ânus).

Em relação aos gases, sua produção está associada a ingestão de alguns alimentos e de alguns hábitos, lembre-se que você não tem controle sobre sua eliminação. Uma dica é ficar atento aos alimentos que produzem mais gases e organize sua dieta para que possa

Passo a passo para a troca dos equipamentos coletores

A troca dos equipamentos coletores pode e deve ser planejada, para evitar extravasamentos acidentais. Geralmente sua troca está associada ao desgaste da resina da base adesiva, parte que fica aderida à pele do abdome, o que pode variar nas estomias que tem eliminações mais líquidas, como nas derivações urinárias e ileostomias, em relação àquelas que tem eliminações mais pastosas, como nas colostomias.

Para a troca é importante que defina um local calmo e bem iluminado, e mantenha os materiais necessários organizados para o momento.

Materiais necessários para a troca do equipamento coletor

  • Sistema coletor de uma ou duas peças.
  • Pinça para fechar a bolsa se necessário.
  • Medidor da estomia.
  • Caneta esferográfica.
  • Tesoura pequena - curva com ponta arredondada.
  • Água potável (pode ser do chuveiro) e sabonete líquido com pH neutro.
  • Gazes não estéreis ou pano limpo macio de algodão.
  • Papel higiênico.
  • Saco para lixo.

Passo a passo da troca do equipamento

  • Organize o material no local onde vai fazer a troca, próximo a um espelho pode ajudar.
  • Retire delicadamente a base adesiva no banho ou com a ajuda de um pano ou gaze umedecida com  água.
  • Limpe a pele ao redor da estomia com gases úmidas com água, com movimentos suaves. Repita o movimento quantas vezes forem necessárias.
  • Seque a pele ao redor da estomia, também com movimentos suaves.
  • Utilize o medidor de estomias para saber o tamanho exato da sua estomia.
  • Desenhe o molde no verso da base adesiva usando as medidas obtidas com o medidor da estomia.
  • Recorte a base adesiva.
  • Teste na estomia para ver se o recorte está adequado ao tamanho da sua estomia.
  • Retire o papel do verso da base adesiva.
  • Coloque a base sobre a pele realizando movimentos circulares com as pontas dos dedos para facilitar a fixação.
  • Coloque a parte inferior do aro da bolsa em contato com a parte inferior da base adesiva.
  • Dobre a abertura da bolsa ao redor da pinça de fechamento e feche-a.

Produtos adjuvantes

Além dos equipamentos coletores constituídos pelas bolsas coletoras, temos os produtos adjuvantes que podem ser utilizados para auxiliar no cuidado com a estomia e com a pele ao redor. Vamos conhecer alguns deles:

  • Protetor cutâneo ou barreiras protetoras da pele. Na forma de spray, pó, pasta ou placa, podem ser utilizados para proteger a pele prevenindo a infiltração de fezes ou urina. Podem ainda preencher irregularidades ou reduzir a umidade da pele ao redor da estomia, tornando mais fácil a adaptação da base adesiva.
  • Cinto elástico. Tem encaixes que se adaptam nas hastes existentes na base adesiva ou na bolsa coletora. São utilizados para manter a bolsa fixa, proporcionando maior segurança ao paciente.
  • Filtro de carvão. Esses filtros servem para retirada dos gases retidos nas bolsas coletoras, o que reduz o seu volume e a possibilidade de ocorrências desagradáveis.
  • Removedores de adesivo. Facilitam a remoção da base adesiva, deixando a pele ao redor da estomia limpa.
  • Polímeros de acrílico. São cápsulas que são colocadas dentro da bolsa e atuam transformando o líquido em gel semissólido, facilitando o esvaziamento e reduzindo o risco de infiltração e consequentemente o descolamento da placa.
  • Sistema de irrigação para colostomia. O sistema de irrigação realiza uma limpeza do intestino grosso, permitindo ao paciente sua utilização por até 72h sem bolsa coletora. O sistema é formado por uma bolsa para colocar o líquido usado na irrigação, um cone de silicone para ser adaptado à estomia e uma manga coletora para permitir a drenagem do líquido.
  • Sistema oclusor de colostomia. Composto por uma haste de espuma e uma película adesiva. Em contato com a umidade do intestino a espuma se expande ocluindo a estomia. É utilizado após a irrigação da colostomia, com trocas realizadas periodicamente.

Onde obter os equipamentos coletores

Os equipamentos coletores podem ser encontrados nos polos de referência no seu município ou da região de abrangência que ele faz parte. Esses polos poderão ser identificados nas Secretarias de Saúde do seu município.

A reabilitação das pessoas com estomias, está regulamentada na Portaria MS nº400, de 16 de novembro de 2009.

Dúvidas frequentes sobre as estomias de eliminação

Posso usar qualquer tipo de equipamento coletor?
Não. Quando da consulta de enfermagem, o enfermeiro ou enfermeiro estomaterapeuta, irá prescrever para você o equipamento coletor adequado às suas necessidades. Caso esteja com dificuldades em adaptar-se ao equipamento coletor prescrito, entre em contato com o enfermeiro, ou enfermeiro estomaterapeuta, para reavaliarem juntos suas necessidades.

Como faço para ter acesso aos equipamento coletores disponibilizados nos polos?

  • No momento da lata solicite ao enfermeiro ou ao médico um encaminhamento para o polo de referência do seu município. Neste encaminhamento deverá conter o tipo de cirurgia à que você foi submetido e o tipo de estomia realizada.
  • Entre em contato com o polo de refernci agendado sua consulta e leve o encaminhamento, uma fotocópia (xerox) de uma conta de luz e da sua carteira de identidade.
  • Caso tenha dificuldades em seguir esse fluxo, procure a assistente social de seu Município e peça ajuda.
  • Em caso do Município não atender ao seu pedido, procure o Promotor Público de sua cidade e peça orientação e ajuda.
  • Se for necessário, ingresse na Justiça com uma ação de nome "Obrigação de fazer” contra a Prefeitura, por meio de um Advogado ou do Defensor Público de sua cidade.
  • Fazer contato com a Associação de Ostomizados mais próxima de sua cidade também será de grande ajuda.

Onde posso obter informações sobre assuntos de interesse das pessoas com estomia?
Atualmente, as pessoas com estomia estão organizados ou se organizando em Associações ou Núcleos de Ostomizados, em todas as regiões do Brasil, procure uma próxima a você. Procure  a Associação de Ostomizados mais próxima de sua cidade. Verifique a agenda de encontros e participe das reuniões, serão momentos em que poderá esclarecer muitas dúvidas e trocas muitas experiências.

Tenho feridas na pele próxima a estomia. Isso é normal?
Não. Procure imediatamente seu médico ou um estomaterapeuta. Se isso não for possível, em caráter de emergência, procure adotar os seguintes procedimentos:

  • Evite trocas desnecessárias do equipamento coletor, procurando atender a sua vida útil dele no seu caso.
  • Fique atento aos vazamentos, ou seja, as infiltrações de líquidos pelas laterais da base adesiva. Isso coloca a pele da região em contato com as fezes ou com a urina e pode produzir coceira, irritação e até lesões na pele.
  • Não use pomadas, óleos ou cremes sem a prescrição de um médico ou enfermeiro estomaterapeuta.

Sinto muita coceira na região da estomia. Isso é normal?
Se a coceira é muito intensa e provoca desconforto, pode ser sinal do início de um processo alérgico na pele. Nesse caso, procure um estomaterapeuta e solicite orientação. Existem, outras situações que provocam coceiras, como:

  • Infiltrações.
  • Recorte da base adesiva muito maior do que o diâmetro da estomia.
  • Trocas constantes.
  • O funcionamento do intestino transfere para a musculatura do abdome, próxima ao estoma, as vibrações produzidas pelos movimentos peristálticos. Isso produz uma ligeira coceira nessa região.
  • Se for possível, deixe a pele ao redor da estomia tomar 5 minutos de sol pela manhã nos dias de troca do equipamento coletor. Lembre-se de cobrir a estomia com uma gaze ou tecido limpo.
  • Em alguns homens observamos a presença de pelos nessa região, neste caso corte os pelos com um tesoura, deixando bem curtinho, se precisar, peça ajuda.

Sinto uma forte repulsa em relação a minha estomia. O que fazer?
O seu corpo sofreu uma alteração anatômica importante e você passará por um processo de adaptação. Cada pessoa reage de forma diferente diante dessa nova condição. Se isso perdurar, a ponto de lhe provocar sofrimento adicional, procure ajuda psicológica. Tenha paciência, tudo vai dar certo!

Qual é a melhor posição para se trocar o equipamento coletor, em pé ou deitado?
A melhor posição para a pessoa com estomia trocar o equipamento coletor é em pé. Quando deitados temos uma visão reduzida da estomia.

Eu poderei usar as mesmas roupas que usava antes da cirurgia?
Sim, pois não há restrições em relação às roupas, sugere-se que sejam confortáveis. Mas é importante lembrar que não é recomendado que a cintura das roupas fique sobre a estomia. Assim, ao escolher as roupas cuide para que elas não façam pressão sobre a estomia.

Como evitar que a bolsa coletora fique balançando no abdome dando a sensação que vai se soltar a qualquer momento?
Infelizmente, a solução desse problema não pode ser igual para todos. Ela depende da posição da estomia em cada pessoa. Converse com o enfermeiro estomaterapeuta, junto com você encontrarão a melhor opção.

O que fazer quando sair de casa?
Ao sair de casa leve material para troca, em um maletinha por exemplo: coloque lenços umedecidos ou pano limpo, base adesiva, bolsa coletora e clamp. O ideal é levar a base adesiva já recortada para facilitar a troca. É interessante levar uma troca de roupa também.

Eu poderei praticar algum esporte?
Sim. É importante destacar que cada pessoa se recupera de forma diferente, então o retorno à prática esportiva dependerá da sua cicatrização. As restrições ao esporte não são muitas, porém esportes de contato devem ser evitados pelo risco de agressão a estomia. Além disso, o levantamento de peso pode provocar a ocorrência de hérnias. Durante a prática esportiva é recomendável a utilização de um cinto ou cinta para manter a bolsa mais segura. A natação pode ser praticada, pois os equipamentos coletores são impermeáveis à água. Antes de nadar deve-se esvaziar a bolsa coletora.

Quando poderei retornar ao trabalho?
O retorno ao trabalho depende do tipo de cirurgia realizada e da sua recuperação. O período de afastamento do trabalho é determinado pelo médico. Quando retornar organize-se, leve os equipamentos e uma troca de roupa para eventuais necessidades.

Eu poderei viajar?
Após a liberação médica não há impedimento quanto a viagens. Para facilitar o cuidado com a estomia alguns pontos devem ser mencionados: determine a quantidade de equipamentos necessários de acordo com a duração da viagem. O ideal é que a quantidade inicialmente determinada seja multiplicada por dois, pois podem ocorrer imprevistos como aumento nos movimentos intestinais ou dificuldade de aquisição de equipamentos. Na viagem leve pelo menos material para uma troca na bagagem de mão, mantendo-a sempre acessível. Evite exposição do material a temperaturas elevadas, pois pode alterar a qualidade da base adesiva.

Como será minha atividade sexual?
Uma vez que ocorreu a cicatrização da cirurgia você poderá retornar à atividade sexual. É natural que logo após a cirurgia o desejo sexual diminua, portanto deve ser discutido com seu parceiro (a) o momento ideal para ambos.

As mulheres podem utilizar um espartilho, e os homens podem utilizar faixa abdominal para deixar a bolsa menos aparente e mais segura durante o ato sexual. Lembre-se de esvaziar a bolsa coletora antes da atividade sexual.

Converse com o enfermeiro estomaterapeuta ele poderá te ajudar neste momento.

As pessoas com estomia devem usar o período de adaptação, para reorganizarem sua rotina de vida diária, para isso fique atento, esclareça suas dúvidas, isso fará com que você conquiste a segurança que necessita.

Texto elaborado pela enfermeira Monica Ricarte, da Associação Brasileira de Estomaterapia - SOBEST, em 10/11/2020.



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