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Cirurgia Oncológica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 09/05/2018 - Data de atualização: 09/05/2018


A cirurgia é usada para prevenir, diagnosticar, estadiar e tratar o câncer. A cirurgia também pode aliviar o desconforto ou problemas relacionados com a doença. Às vezes, a cirurgia é usada para mais de um desses objetivos. Em outros casos, mais cirurgias podem ser necessárias ao longo do tempo.

Diagnóstico do Câncer

A cirurgia é uma forma de diagnosticar o câncer. Na maioria dos casos, a única maneira de saber se uma pessoa tem câncer e o tipo de câncer é retirando uma amostra de tecido (biópsia) e enviando-a para análise. O diagnóstico é feito analisando as células da amostra com um microscópio ou fazendo outros testes de laboratório.

Este procedimento é chamado de biópsia. As biópsias realizadas durante a cirurgia são denominadas biópsias cirúrgicas.

Estadiamento do Câncer


A cirurgia de estadiamento é feita para diagnosticar o tipo de câncer e se existe disseminação da doença. Durante esta cirurgia, a área em torno do tumor, incluindo os gânglios linfáticos e órgãos adjacentes é examinada. Isso é importante porque fornece informações para orientar as decisões sobre o tratamento e prognóstico do paciente.

Cirurgias para Tratamento do Câncer

  • Cirurgia Curativa. A cirurgia curativa geralmente é feita quando o tumor está localizado em apenas uma parte do corpo, e provavelmente toda a doença possa ser retirada. Nesses casos, a cirurgia pode ser o tratamento principal. Podendo ser usada isoladamente ou em combinação com outros tratamentos, como quimioterapia ou radioterapia, que podem ser administrados antes ou após a cirurgia.

  • Cirurgia para Remover parte do Tumor. Esse tipo de procedimento é usado para remover parte, mas não toda a doença. Às vezes, isso ocorre quando retirar todo o tumor causaria muito dano a órgãos ou tecidos próximos. Por exemplo, pode ser usada para cânceres avançados do ovário e alguns linfomas. Nesses casos, o cirurgião pode remover o máximo possível do tumor e tratar o que restou com radioterapia, quimioterapia ou outros tratamentos.

  • Cirurgia Paliativa. Este tipo de cirurgia é usada para tratar problemas causados ​​pela doença avançada. A cirurgia paliativa pode ser usada para aliviar sintomas que causam desconforto ou incapacidade. Por exemplo, alguns tipos de câncer no abdome podem obstruir o intestino. Se isso acontecer, a cirurgia pode ser usada para remover esse bloqueio. A cirurgia paliativa também pode ser usada para tratar a dor que é difícil de ser controlada por outros métodos. A cirurgia paliativa ajuda a aliviar os problemas causados ​​pelo câncer e oferece melhor qualidade de vida aos pacientes, mas não trata ou cura o câncer.

  • Cirurgia de Suporte. A cirurgia de suporte é realizada para os pacientes terem acesso a outras opções terapêuticas. Por exemplo, a inserção de cateter para a administração da quimioterapia.

  • Cirurgia de Reconstrução. A cirurgia de reconstrução é realizada para melhorar a aparência após uma cirurgia mutiladora. Também é feita para restaurar a função de um órgão ou parte do corpo após a cirurgia. Alguns exemplos incluem a reconstrução mamária após uma mastectomia ou o uso de retalhos teciduais, enxertos ósseos ou materiais protéticos (metal ou plástico) após a cirurgia para câncer de cabeça e pescoço.

  • Cirurgia Preventiva (Profilática). A cirurgia preventiva ou profilática é feita para remover o tecido que provavelmente se tornará câncer, mesmo que não exista sinais de câncer no momento da cirurgia. Às vezes, um órgão inteiro é removido quando uma pessoa tem uma condição que aumenta seu risco de câncer. Nesses casos, é realizada uma cirurgia preventiva para reduzir esse risco e prevenir a possibilidade de câncer, mas isso não garante que a doença se manifeste. Por exemplo, mulheres com histórico familiar de câncer de mama e que têm uma mudança hereditária no gene BRCA1 ou BRCA2, podem considerar a mastectomia profilática.

Fonte: American Cancer Society (19/04/2016)


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