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Câncer é a segunda doença que mais mata no Espírito Santo

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 11/06/2020 - Data de atualização: 11/06/2020


A quarentena entrou em seu terceiro mês no Espírito Santo. Quem faz tratamento de câncer tem se desdobrado em cuidados com higiene e distanciamento social para seguir com suas sessões com o máximo de segurança. Mas, dados divulgados pelo governo do Estado mostram que a taxa de isolamento vem caindo nas últimas semanas, tendo chegado a 44,6%, quando o ideal é acima de 50%. 

Isso significa que há mais gente circulando nas ruas e se expondo ao contágio da covid-19.

Pessoas que lutam contra tumores podem ter a imunidade reduzida durante o tratamento oncológico, por isso o distanciamento ajuda a evitar que elas tenham contato com quem está gripado ou com outros tipos de doença que possam ser transmitidas, como o coronavírus.

O radio-oncologista Persio Freitas, do Instituto de Radioterapia Vitória (IRV), alerta que não é o momento de relaxar as medidas de isolamento social, muito menos com os cuidados com a higiene. “Pacientes de câncer precisam sair de casa para fazerem seus tratamentos e medidas como lavar bem as mãos, usar máscara e álcool gel, evitar aglomerações, além de manter o distanciamento, principalmente de pessoas com sintomas gripais, são fundamentais para que todo esse processo seja realizado com o máximo de segurança possível”, afirma o especialista.

O câncer é a segunda doença que mais mata no Espírito Santo, com 1.489 óbitos registrados de janeiro a maio, atrás apenas das doenças cardiovasculares, com 2.131 mortes, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

Pressão psicológica

Com três meses de medidas restritivas de circulação, há quem afirme que já não aguenta mais ficar dentro de casa. Já outras pessoas, com medo do coronavírus, deixam de ir às sessões de radioterapia e quimioterapia.

“Estamos passando por um momento de muita pressão psicológica nesta pandemia, mas o câncer pode ser ainda mais perigoso que a Covid-19 se não receber os devidos cuidados. Muita gente tem adiado ou interrompido o tratamento e isso pode agravar ainda mais a doença. Por isso é necessário não relaxar com os cuidados porque são eles que ajudarão o paciente a sair de casa com confiança para lutar contra o tumor. Em caso de dúvida, converse com seu médico assistente”, destaca Persio Freitas.

Fonte: Folha Vitória

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



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