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Câncer de pele: couro cabeludo também deve ser protegido

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/01/2021 - Data de atualização: 19/01/2021


Todo ano especialistas alertam para os cuidados com a pele durante o verão. Nesta estação é preciso redobrar a atenção com a saúde, principalmente com a exposição solar, que pode causar o câncer de pele. Muitas pessoas já sabem qual o horário de maior incidência de raios ultravioletas e fazem uso de filtro solar, mas esquecem de algumas partes do corpo, que acabam passando despercebidas e não recebem proteção adequada, como o couro cabeludo. O surgimento de tumores nessa região pode acontecer e, por ser escondida, o diagnóstico do câncer de pele pode até demorar a ser feito, o que dificulta o tratamento da doença.

A oncologista Juliana Alvarenga, do Cecon/Oncoclínicas, diz que apesar da área inusitada, o câncer de pele pode aparecer sim no couro cabeludo, e não só em quem tem pouco cabelo ou é calvo. "A calvície pode aumentar o risco, principalmente dos homens que não protegem o couro cabeludo contra os efeitos de radiação ultravioleta, mas pode acontecer até em quem tem bastante cabelo. Nesses casos, o diagnóstico pode demorar demais, já que esses as lesões não ficam tão visíveis e podem ficar encobertas pelos fios”, alerta.

Realizar o autoexame na cabeça não é comum, mas é fundamental lembrar dessa região. E para não correr o risco de descobrir o tumor em uma fase avançada, é preciso ligar o sinal de alerta em casos de lesões ou formações no couro cabeludo que coçam, sangram e demoram a cicatrizar. “Até mesmo quando for cortar o cabelo, se o cabeleireiro encontrar alguma ferida, é preciso investigar. Não dá para subestimar pintas ou manchas no corpo”, diz a oncologista.

O câncer de pele é o tumor mais comum no Brasil e no mundo e corresponde a 27% de todos os tumores malignos do país, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). No Brasil, o número de casos novos de câncer de pele não melanoma esperados, para cada ano do triênio 2020-2022, será de 83.770 em homens e de 93.170 em mulheres, correspondendo a um risco estimado de 80,12 casos novos a cada 100 mil homens e 86,66 casos novos a cada 100 mil mulheres.

Para proteger o corpo, incluindo o couro cabeludo, é preciso colocar em prática os cuidados e as orientações dos especialistas. “Além do filtro solar com fator de proteção 30, é indicado usar também boné ou chapéu, de preferência feitos com tecidos com proteção UV. O filtro deve ser reaplicado a cada duas horas, durante a exposição ao sol ou após mergulho. E a exposição ao sol deve ser feita de preferência até as 10h e após as 16h, horários de menor emissão dos raios ultravioletas” explica a médica.

Fonte: A Gazeta

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