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Câncer de mama pode ter diagnóstico precoce com exame de sangue

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 13/11/2019 - Data de atualização: 13/11/2019


O câncer de mama foi apontado como o segundo mais comum no mundo em 2018, com 25,4% de novos casos diagnosticados, de acordo com os dados divulgados pelo American Institute for Cancer Research. A doença é uma das principais causas de morte entre as mulheres, mesmo sendo o tipo de câncer que possui maior taxa de cura. E esses dados conflitantes ocorrem, principalmente, por conta do diagnóstico tardio.

Atualmente, o autoexame e a mamografia são prevenções efetivas que buscam pequenos nódulos nos seios que indicam o início do câncer. Mas seria muito mais efetivo para a saúde das mulheres, se conseguissem detectar a doença de forma mais simples do que os métodos atuais, e antes mesmo, de aparecerem os primeiros tumores.

Isso foi o que norteou o estudo dos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, para descobrir como o câncer de mama poderia ser diagnosticado até cinco anos antes de aparecerem os primeiros sinais da doença, por meio de uma amostra de sangue do paciente. 

Alguns dados importantes dessa pesquisa foram apresentados neste ano na Conferência Nacional de Câncer em Glasgow, na Escócia e vamos abordá-los ao longo do texto.

A lógica do novo estudo para detectar câncer de mama 

Os pesquisadores não focaram nas células cancerígenas, porque são justamente essas que causam o nódulo nos seios, mas sim nos antígenos produzidos por elas - estes que desencadeiam o sistema de defesa do nosso organismo para produzir anticorpos contra a doença.

A partir disso, eles descobriram que os antígenos associados a tumores (TAAs) podem estar presentes no sangue do paciente, antes mesmo das células da doença se multiplicarem e formarem o câncer propriamente dito.

O teste realizado na pesquisa para detectar câncer de mama com amostras de sangue

A equipe coletou 180 amostras de sangue, sendo 90 com pacientes recém-diagnosticados com câncer de mama e os outros 90, de pacientes sem a doença, para servir como grupo de controle da pesquisa.

Com a ajuda de uma tecnologia de triagem, a protein microarray, os pesquisadores conseguiram rastrear nas amostras de sangue, a presença de 40 TAAs associados ao câncer de mama. Assim, desenvolveram uma tabela para analisar se as amostras de sangue colhidas apresentavam os TAAs da doença.

Os resultados apresentaram razoável precisão, apontando que em 37% das amostras de sangue colhidas dos pacientes com câncer de mama, existiam sim os TAAs da doença e em 79% das amostras coletadas do grupo de controle, confirmaram a ausência da patologia.

Os próximos passos

Com esses dados, as primeiras conclusões do estudo foram tidas como iniciais e que mais testes devem ser realizados, para se tornarem realmente conclusivos. E sendo efetivo, daqui, no máximo cinco anos, é possível que esse diagnóstico precoce por meio de amostras de sangue já esteja disponível em todas as clínicas do mundo. 

A equipe de pesquisadores de Nottingham estão confiantes e vão realizar uma segunda análise para testar amostras de sangue em 800 pacientes, para comprovar se o estudo é conclusivo ou não.

Sendo assim, basta esperar os próximos resultados para ver se a revolução para diagnosticar o câncer de mama poderá ser realizado por meio de amostras de sangue.

O câncer de mama foi apontado como o segundo mais comum no mundo em 2018, com 25,4% de novos casos diagnosticados, de acordo com os dados divulgados pelo American Institute for Cancer Research. A doença é uma das principais causas de morte entre as mulheres, mesmo sendo o tipo de câncer que possui maior taxa de cura. E esses dados conflitantes ocorrem, principalmente, por conta do diagnóstico tardio.

Atualmente, o autoexame e a mamografia são prevenções efetivas que buscam pequenos nódulos nos seios que indicam o início do câncer. Mas seria muito mais efetivo para a saúde das mulheres, se conseguissem detectar a doença de forma mais simples do que os métodos atuais, e antes mesmo, de aparecerem os primeiros tumores.

Isso foi o que norteou o estudo dos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, para descobrir como o câncer de mama poderia ser diagnosticado até cinco anos antes de aparecerem os primeiros sinais da doença, por meio de uma amostra de sangue do paciente. 

Alguns dados importantes dessa pesquisa foram apresentados neste ano na Conferência Nacional de Câncer em Glasgow, na Escócia e vamos abordá-los ao longo do texto.

A lógica do novo estudo para detectar câncer de mama 

Os pesquisadores não focaram nas células cancerígenas, porque são justamente essas que causam o nódulo nos seios, mas sim nos antígenos produzidos por elas - estes que desencadeiam o sistema de defesa do nosso organismo para produzir anticorpos contra a doença.

A partir disso, eles descobriram que os antígenos associados a tumores (TAAs) podem estar presentes no sangue do paciente, antes mesmo das células da doença se multiplicarem e formarem o câncer propriamente dito.

O teste realizado na pesquisa para detectar câncer de mama com amostras de sangue

A equipe coletou 180 amostras de sangue, sendo 90 com pacientes recém-diagnosticados com câncer de mama e os outros 90, de pacientes sem a doença, para servir como grupo de controle da pesquisa.

Com a ajuda de uma tecnologia de triagem, a protein microarray, os pesquisadores conseguiram rastrear nas amostras de sangue, a presença de 40 TAAs associados ao câncer de mama. Assim, desenvolveram uma tabela para analisar se as amostras de sangue colhidas apresentavam os TAAs da doença.

Os resultados apresentaram razoável precisão, apontando que em 37% das amostras de sangue colhidas dos pacientes com câncer de mama, existiam sim os TAAs da doença e em 79% das amostras coletadas do grupo de controle, confirmaram a ausência da patologia.

Os próximos passos

Com esses dados, as primeiras conclusões do estudo foram tidas como iniciais e que mais testes devem ser realizados, para se tornarem realmente conclusivos. E sendo efetivo, daqui, no máximo cinco anos, é possível que esse diagnóstico precoce por meio de amostras de sangue já esteja disponível em todas as clínicas do mundo. 

A equipe de pesquisadores de Nottingham estão confiantes e vão realizar uma segunda análise para testar amostras de sangue em 800 pacientes, para comprovar se o estudo é conclusivo ou não.

Sendo assim, basta esperar os próximos resultados para ver se a revolução para diagnosticar o câncer de mama poderá ser realizado por meio de amostras de sangue.

Fonte: Assessoria de Imprensa 8020 MKT

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



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