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Câncer da pele é o de maior incidência no Brasil e no mundo

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 11/04/2016 - Data de atualização: 11/04/2016


A Sociedade Brasileira de Dermatologia afirma que a maioria dos casos de câncer da pele podem ser evitados com medidas simples de fotoproteção, adotadas no dia-a-dia. A fotoproteção urbana é, atualmente, um dos grandes desafios da dermatologia. Isto porque o uso de protetor solar é muito associado às atividades externas, principalmente ao lazer em praias e piscinas, no entanto, a exposição solar diária, durante as atividades rotineiras do dia a dia, como na locomoção a pé, no carro ou transporte coletivo, nas atividades de educação física em escolas e, especialmente, dos trabalhadores ao ar livre, é muito mais danosa à saúde da pele do que a exposição intencional. Dados da indústria mostram que apenas 32% dos brasileiros usam protetor solar durante todo o ano.

Estima-se que, a depender da atividade e localidade, cerca de 70% da exposição que sofremos é ocasional. Além da quantidade maior, os danos da exposição ocasional são maiores porque a poluição atmosférica dos centros urbanos potencializa os efeitos danosos da radiação solar.

O uso rotineiro dos protetores solares nos centros urbanos ainda é muito limitado, mais restrito às mulheres em combinação com produtos hidratantes ou com maquiagem.Dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) estimam que, em 2016, serão contabilizados cerca de 175 mil novos casos de câncer da pele não melanoma no Brasil. Os principais tipos que ocorrerão no País serão, por ordem de incidência, os da pele não melanoma (para ambos os sexos), o de próstata e o de mama. Entre os homens, são esperados 295.200 novos casos de câncer, e entre as mulheres, 300.870. Excluindo-se o câncer da pele não melanoma (175.760 casos previstos, que correspondem a 29% do total estimado), esses números caem, respectivamente para 214.350 e 205.9960.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, no ano 2030, existirá 27 milhões de casos novos de câncer, 17 milhões de mortes pela doença e 75 milhões de pessoas vivendo com câncer. O maior efeito desse aumento incidirá em países em desenvolvimento. No Brasil, o câncer já é a segunda causa de morte por doenças, atrás apenas das do aparelho circulatório.

O câncer da pele pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como também uma ferida que não cicatriza. A regra do ABCDE ajuda na suspeita de uma lesão maligna e sinaliza que um dermatologista deve ser procurado imediatamente.

A= lesão assimétrica; B= bordas irregulares; C= alteração de cor; D= diâmetro maior que 6 mm; E= evolução da pinta.

Outra forma de avaliar o risco de câncer da pele é através da "Calculadora de Risco para Câncer da Pele”, disponível no site da SBD.

A Instituição reforça ainda que a proteção solar é um conjunto de atitudes:

- Usar chapéus, camisetas e protetores solares.

- Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão).

- Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.

- Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia-a-dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.

- Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.

- Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.

- Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.

Fonte: Voz da Terra


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