Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Bolada nos testículos não causa câncer. Saiba mais sobre o tumor

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/04/2019 - Data de atualização: 04/04/2019


1) Bolada nos testículos pode causar câncer? Não. O oncologista Diogo Bastos, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, afirma que, embora alguns atletas tenham sofrido pancadas nos testículos, não existe nenhuma evidência de que a batida ou uso de roupas apertadas que pressionem o local, sejam causadores de câncer na região. Porém, Bastos afirma que, caso os testículos sofram um trauma grave, com atrofia do órgão, há um aumento na chance de desenvolvimento do câncer.

2) Câncer de testículo é curável? Sim. Bastos afirma que o câncer de testículo, que corresponde a 5% dos cânceres entre os homens, é curável, tendo 99% de taxa de sobrevida caso o câncer afete apenas o órgão, e de 60% a 95% de taxa de sobrevida caso haja metástase deste câncer. O tratamento do câncer pode ser feito com a cirurgia de retirada de testículo e, quando há metástase, pode ser tratada com quimioterapia.

3) O câncer de testículo é mais frequente em jovens? Sim. Bastos afirma que o câncer de testículo ocorre em homens entre 20 e 40 anos, raramente ocorrendo após os 50 anos. O oncologista afirma que esse câncer não estaria associado a mutações genéticas hereditárias.

4) É possível fazer autoexame de testículo? Sim. O oncologista afirma que o câncer de testículo é um dos poucos cânceres que tem nódulos palpáveis, o que ajuda no diagnóstico precoce. Bastos afirma que alterações no tamanho dos testículos e na pele da bolsa testicular também ajudam no diagnóstico rápido, identificando a doença em estágios iniciais e elevando a taxa de cura.

5) Criptorquidia (não descida dos testículos) causa câncer no órgão? Segundo o oncologista, a não descida do órgão para a posição correta é a maior causa desse tipo de câncer, pois, com o órgão dentro do abdômen, e não na bolsa testicular, há uma elevação da temperatura do testículo, causando atrofia e alterações celulares, aumentando o risco de desenvolvimento do câncer. A posição dos testículos pode ser corrigida por meio de uma cirurgia (orquidopexia), que puxa o testículo para a posição correta.

6) O câncer de testículo está relacionado a outros cânceres do sistema reprodutor masculino, como o de pênis e o de próstata? Não. Bastos afirma que, de maneira geral, eles não teriam relação, especialmente entre pacientes que não tenham a necessidade de fazer o tratamento com quimioterapia o radioterapia. Caso o paciente precise desses tratamentos, a chance de desenvolvimento de outros cânceres pode aumentar.

7) Câncer de próstata deixa o homem infértil? Depende. O oncologista afirma que o testículo é o órgão responsável pela produção de espermatozoides e, quando há a remoção de um dos testículos, na maioria das vezes, o outro consegue manter essa produção normalizada. Em casos em que é necessário fazer a quimioterapia, é possível que o homem fique estéril, sendo recomendado que, antes do início do tratamento, o homem faça o congelamento de seu esperma para quando quiser ter um filho. Bastos afirma que cerca de 2/3 dos homens que fazem quimioterapia não ficam estéreis, voltando a produzir sêmen em até dois anos.

8) Relações sexuais desprotegidas aumentam as chances de desenvolver câncer de testículo? Não. Bastos afirma que não há qualquer relação entre o sexo desprotegido com o desenvolvimento de câncer de testículo. Entretanto, o médico recomenda que as relações sexuais sejam feitas com preservativos para evitar a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis e evitar casos de câncer de pênis entre os homens.

9) Câncer de testículo diminui o apetite sexual? Assim como a produção de sêmen, o testículo também é responsável pela produção da testosterona e, caso um deles seja removido, o outro testículo, geralmente, consegue manter a produção hormonal em níveis normais. Porém, caso o testículo remanescente tenha dificuldades em produzir uma quantidade de testosterona equivalente à anterior, é necessário que o homem faça tratamentos para a reposição hormonal.

Fonte: R7

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive